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Carreata voluntária Pró Bolsonaro faz história em Ilhéus

Concentração: Apoiadores de Bolsonaro
antes do inicio da carreata
Neste sábado - 15 de setembro, Ilhéus foi o palco de um evento que ficou para a história da cidade, do estado e do Brasil: A Carreata do Mito. 
Organizada pelo Comitê Voluntário Sul Bahia Bolsonaro Presidente, a manifestação voluntária de apoiadores da candidatura de Jair Messias Bolsonaro à presidência da república, levou às ruas um público record. Estima-se que mais de 1500 (Mil e quinhentos) veículos, entre carros, motos e bicicletas, seguiram pelas ruas e avenidas da cidade, cortando  município de norte a sul, marcando presença na Avenida Soares Lopes, Centro da cidade, Malhado, Parque Infantil, Avenida Esperança, Teotônio Vilela, Pontal, Nelson Costa e Urbis.
Puxados por um potente  paredão, sob o comando de Sérgio Rogério, os Bolsonarianos e Bolsonarianas mostraram a Ilhéus e à Bahia como homens e mulheres de bem, unidos podem mudar a triste história do nosso país. Todos os que compareceram, o fizeram voluntariamente, não recebendo nenhum tipo de pagamento. Foi um ato cívico em defesa da pátria e dos valores morais e cristãos. Um ato pela família e pelo Brasil.
Nem mesmo as fakes news divulgadas na intenção de sabotar o evento, conseguiram tirar o brilho e o sucesso da manifestação popular. Por onde a carreata passou recebeu o apoio da grande maioria das pessoas que assistia de janelas, sacadas e calçadas, aplaudindo, gritando e vibrando junto.
Apesar da magnitude do evento, a mídia local praticamente não cobriu, de forma isenta e justa, a manifestação dos ilheenses. Uma lástima para qualquer cidade é não ter uma mídia local isenta e imparcial. Mas se de um lado, grande parte da mídia local não cobriu o evento como deveria, diversas fanpages do Facebook, possuidoras de milhares de seguidores em todo o país, enviaram seus representantes: Conservadorismo e Verdade, Ideias Barbaras, Jovens de Direita e  Conservadoras. Todas marcaram presença na carreata, inclusive fazendo transmissões ao vivo, através de lives no FACEBOOK.
O Comitê Voluntário Sul Bahia Bolsonaro Presidente agradece a todos os voluntários presentes, a todos que colaboraram de alguma forma para que essa manifestação fosse realizada. 
Fica a aqui o nosso registro dessa linda manifestação de patriotismo, união e paz.
As imagens falam mais do que mil palavras. Elas não deixam dúvida alguma sobre o brilho e o sucesso desse evento.

Aproximadamente 1500 veículos participaram da Carreata do Mito
Mulheres com Bolsonaro: Desmistificando a ideia de 
que mulher não apoia Bolsonaro



Famíia Bolsonariana: Unidos e patriotas



Patriotismo e orgulho pelo nosso país



Todos unidos em oração para dar início à carreata

Motociclistas e Motoboys marcaram presença 
na Carreata do Mito

A Carreata do Mito teve registro de imagens feito por drone

Usando camisas e bandeiras os apoiadores de 
Bolsonaro  deram um show de voluntariado



A Direita mitou! MIto........

Carreata do Mito fazendo história em Ilhéus

Com as cores do país e o grito por mudança,
Bolsonaro é esperança


Comissão Organizadora confraterniza ao término da carreata: 
Nossa bandeira jamais será vermelha! Somos patriotas!




Vídeo da Carreta do Mito passando pela Avenida Esperança




















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Pesquisa, salários e chulapada em rede nacional

Por conta da “chulapada” que Bolsonaro deu ontem na Renata Vasconcellos, durante a entrevista no Jornal Nacional, resolvi esclarecer de vez a raiz dessa polêmica falácia sobre diferença salarial entre homens e mulheres. 
Segundo muitos “intelectuais”, “jornalistas” e “formadores de opinião”, mulheres ganham menos apenas pelo fato de serem mulheres. Isso é amplamente divulgado em bancos de universidades, escolas, nas ruas, em livros, internet, TV.... 
Então me dei ao trabalho de analisar o site do IBGE para ver se realmente existe essa disparidade salarial entre homens e mulheres. Se todos que dizem acreditar nisso, afirmam que a base das suas certezas é o IBGE, então vamos direito à fonte.
Fui apenas para conferir se os números batiam com o que foi dito em entrevista, e repetido demasiadamente nas redes sociais, mas descobri outra coisa… 
A pesquisa não diz que a mulher na mesma função ganha menos que o homem. 
Pasmem! 
O impressionante não foi tal descoberta, e sim, saber que todos os partidos de esquerda, as feministas, a imprensa e até um programa de TV como o Jornal Nacional, vem repetindo essa ladainha a vida toda! 
E nós? 
Nós ficamos muito tempo calados, obviamente sem argumentos para contestar o absurdo de um ser humano ganhar menos apenas por ser do sexo feminino. 
Mas tudo isso é mentira!
A pesquisa do IBGE mostrou que mesmo trabalhando mais horas, a mulher segue ganhando menos, por exercer cargos de menor relevância, tal como no caso do Bonner e da Renata, onde ambos são apresentadores, porém ele ainda desempenha a função de  editor-chefe. Isso justifica a diferença salarial de 800 mil (Bonner) para 200 mil (Renata)
De acordo com a pesquisa do IBGE:

"Em 2016 as mulheres ainda recebiam o equivalente a 76,5% dos rendimentos dos homens. Uma combinação de fatores pode explicar essa diferença. Por exemplo, apenas 39,1% dos cargos gerenciais eram ocupados por mulheres; essa diferença aumentava com a faixa etária, indo de 43,1% de mulheres em cargos de chefia no grupo até 29 anos de idade até 31,3% 31,8% no grupo de 60 anos ou mais".

Resumindo: mulher ganha menos que o homem, devido os homens exercerem mais os cargos de chefia do que as mulheres. 
Isso mesmo! 
Não é preconceito, não é opressão. Apenas estatística. 
Mas não acaba por aqui... 
Isso pode ser explicado também por outra descoberta do estudo: Mulheres trabalham mais horas que os homens. 
Não você não leu errado. 
Mulheres realmente trabalham mais do que homens, mas não em suas atividades remuneradas. Na verdade, elas têm dupla jornada. Mulheres sempre trabalham fora e em casa. Observem bem: EM CASA
Segundo a pesquisa do IBGE: 

“As mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas.” 

É justamente aqui que a esquerda e muitos movimentos sociais “empenam” as estatísticas para criar a tão propagada falácia de que a mulher ganha menos do que o homem e trabalha mais do que ele. Inescrupulosamente, somam as horas de atividades exercidas em casa às horas da jornada laboral no mercado de trabalho manipulando assim os reais índices. Misturam alhos com bugalhos.  Basta observar bem as últimas palavras da frase acima destacada: "... combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas.” 
Nesse campo mimado entre emprego e família, as mulheres vão se equilibrando numa corda bamba, acabando por se sujeitarem a um emprego mais flexível em relação ao tempo, o que acaba por acarretar um salário menor. É uma equação clara e simples, onde não existe espaço para a incógnita “preconceito”. 
Logo conclui-se que os inflamados discursos sobre desigualdade salarial escondem dados muito relevantes. A mulher não ganha menos que o homem quando desempenha a mesma atividade laboral no mesmo cargo e função, em igual período de horas trabalhadas. Tanto é verdade, que caso isso acontecesse o Ministério Público do Trabalho poderia ser tido como um órgão inoperante e que se quer cumpre a CLT e a Constituição. 
Mas não precisa acreditar em nada disso. Afinal, em tempos de fakenews, temos que “matar a cobra e mostrar o pau” 

Então segue o link da pesquisa do IBGE. 
Mas antes, só mais umas coisinhas: 
Não deixe que os outros pensem por você. 
Não reproduza pacotes fechados. 
Combata a preguiça de pesquisar e/ou ler. 
Só assim você terá sua própria opinião. 

Beijos de Luz 

Agora, vamos ao link...

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/20234-mulher-estuda-mais-trabalha-mais-e-ganha-menos-do-que-o-homem.html

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Crianças na berlinda: Mortalidade infantil cresce no Brasil

A ausência de saneamento é determinante no adoecimento e morte de adultos e, principalmente, crianças. O saneamento básico, que inclui, além do esgotamento sanitário, o conjunto de serviços, infraestruturas e instalações de abastecimento de água, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos e drenagem de água pluviais urbanas, é, portanto, uma condição indispensável à promoção da saúde.
Falta de saneamento básico: um dos principais
motivos da mortalidade infantil
Segundo as Nações Unidas, há no mundo, 22,5 bilhões de pessoas que ainda não contam com instalações sanitárias adequadas. Um bilhão de pessoas não tem banheiro em suas casas. A Organização Mundial de Saúde estima que doenças como diarreias, leptospirose, hepatite A e cólera são responsáveis pela morte de 1,5 milhões de crianças menores de 5 anos. 
Um país que não ampara seus cidadãos nas suas necessidades mais básicas, está fadado ao colapso.
De todas as estatísticas que compõem a imagem de um país e apontam seu lugar no futuro, a mais reveladora é a taxa de mortalidade infantil, algoritmo frio que descreve a tragédia das crianças que morrem antes de completar 1 ano. Quanto mais o ponteiro desse marcador recua, mais significa que um país avançou. Quando ele sobe, porém, expõe o exato oposto: a realidade de uma nação que falhou no dever mais básico, o de garantir o direito à vida, e que está andando para trás. O Brasil, lamentavelmente, passou a se encaixar no segundo caso. A Revista VEJA desta semana traz uma extensa e arrasadora reportagem sobre mais uma triste realidade do nosso país:  A taxa de mortalidade infantil, que só caía desde que começou a ser medida ano a ano, em 1990, mudou de direção no cálculo mais recente, de 2016: subiu 5% — de 13,3 para 14 em cada 1000 nascidos vivos. 
Parece pouco. Mas esse "pulinho" do índice, combinado com a estagnação prevalente nos últimos anos, acende um alarmante sinal vermelho na acidentada trajetória brasileira rumo ao mundo desenvolvido. Não podemos deixar de correlacionar este catastrófico crescimento à situação de instabilidade econômica, gerada pela alarmante onda de corrupção que assolou o país nos últimos anos. Trocando em miúdos; a culpa é sim do governo! Não apenas deste que está aí, mas, também de seus  antecessores. A ocorrência de baques econômicos em um país desenvolvido não influi em sua taxa de mortalidade infantil porque o sistema de saúde funciona bem e não se desfaz com um sopro. Já em países como o Brasil, com um SUS precário e agonizante, qualquer vento adverso transforma dificuldade em tragédia. Pesquisa do Datafolha mostra que 55% dos brasileiros consideram o sistema ruim ou péssimo e sete em cada dez relataram dificuldade em marcar consulta com especialistas. Com recursos mutilados, a saúde pública perdeu 24 mil leitos de internação entre 2010 e 2015 (durante os governos Lula e Dilma).
Ilhéus: segunda cidade com maior índice de
mortalidade infantil do Brasil, perde apenas para
Aquiraz, no Ceará
Nesse caldeirão de mortalidade, não podemos deixar de citar o triste caso de Ilhéus - Bahia.
Detentora do segundo pior índice de mortalidade infantil do país — 24,25 por 1 000 nascidos —,  a cidade possui, na periferia, condomínios populares lotados, casas de madeira sem ventilação nem higiene e crianças brincando na rua em meio ao lixo. Exatamente as condições propicias, como citamos no começo deste artigo, para o crescimento de um índice tão triste.
Mas a coisa não para por aí. A situação em Ilhéus ainda é bem pior. A única maternidade - Santa Helena -  não tem UTI neonatal. Isso por si só já seria chocante. Porém o circo de horrores continua. As gestantes do município só dispõem de 35 vagas, número resultante da redução de leitos. Em 2012 eram 42. O dado gritante é que, embora no mesmo período a média de partos mensais tenha passado de 280 para 350, a cidade ainda sofreu a perda de leitos. O mais irônico no caso de Ilhéus é que o prefeito da cidade é médico. Triste!
Voltando à reportagem da VEJA, é impossível não se emocionar ao lermos a declaração do coveiro Carlos Novais que ao apontar para um pedaço de terra entre os túmulos e a estrada, diz: “É aqui que a gente arruma um lugar para as crianças, porque não tem mais espaço no cemitério, não”.
E daí em diante, o retrato sobre a situação das crianças em Ilhéus fica ainda mais alarmante.
Como não há período integral nas escolas da cidade, as crianças só têm acesso a um lanche irrisório (biscoito e suco na maioria das vezes) no meio da manhã. Entra em cena outro fator preponderante no avanço do crescimento da mortalidade infantil: a desnutrição. A taxa de desnutrição crônica no Brasil no ano passado, segundo a Fundação Abrinq, foi de 13,1% entre crianças de até 5 anos, um aumento em relação aos 12,6% de 2016. Desnutrição e mortalidade infantil andam de mãos dadas, porque a criança malnutrida é mais vulnerável a doenças. E não e só isso: Adultos desnutridos também afetam o desenvolvimento dos filhos. A má nutrição da mãe pode resultar em crianças menos saudáveis pela vida inteira. 
Ilhéus, a terra da Gabriela,  só perde por pouco, para o município de  Aquiraz, no Ceará. Lá a mortalidade infantil atingiu a cifra de 24,90 mortes para cada mil crianças nascidas vivas.
Iniciativas do governo para frear a mortalidade na infância estão desmoronando junto com o SUS. O Programa Saúde da Família, que faz atendimento de base, perdeu 1,5 bilhão de reais entre 2015 e 2016. A verba do Rede Cegonha, que orienta mulheres durante a gestação, encolheu 18%. Isso para não falar em outros programas cortados.
Diante de um retrato tão caótico, como os governantes podem encher a boa e profetizar que as crianças são o nosso futuro, quando eles não cuidam nem delas no nosso presente?
Como podem dizer que estão investindo no futuro do país quando não são sequer capazes de exercer com competência suas funções administrativas, garantindo o mínimo de condições dignas de vida para os cidadãos? 
Qual futuro os governantes afirmam
garantir para nossas crianças?
Governantes dizem que esgoto é obra que não se vê e não dá votos. Brincam com coisa séria, porque a autoridade, assim como lideranças empresariais e da sociedade não priorizam a questão, são corresponsáveis pela continuidade desta situação degradante e insalubre. O Brasil se tornou um lugar onde tudo aquilo que é sério e imprescindível deixou de ser prioridade na gestão pública. Afinal, um local onde políticos se importam mais em ser celebridades, há muito que já deixou de ser uma lugar de administração séria. Importante ressaltar que não se pode admitir o uso dessa calamidade como pretexto para obras superfaturadas ou a privatização da oferta de serviços, transformando uma necessidade e direito em mercadoria acessível só a quem pode pagar. Chega de ser lesados e ainda termos que pagar a conta.
Triste pelo Brasil!
Triste por Aquiraz!
Triste por Ilhéus!


Links

Link para reportagem da revista VEJA
https://veja.abril.com.br/revista-veja/alerta-vermelho/


Link para estatísticas do Ministério da Saúde
http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205&id=6936&VObj=http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinasc/cnv/nv


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Vivemos tempos infelizes...

Hoje disponibilizamos aqui uma excelente reflexão sobre alguns dos absurdos dos tempos modernos...
Com a palavra Luiz Felipe Pondé


Três relatos ridículos


'Coletivos' vigiam em festas o comportamento dos meninos que gostam de meninas

Então, ela me diz, com voz abafada: "As festas na escola viraram um inferno para as meninas, como eu, que gostam de meninos". Eis o primeiro relato ridículo.
A escola pode ser tanto uma instituição de nível médio como superior. O tipo de inferno descrito é o mesmo. Descrever-se como pertencente a um grupo definido como "meninas que gostam de meninos" soa um tanto estranho para quem não convive com os jovens de hoje, esmagados entre todo tipo de modinha identitária que quer, a todo custo, dizer que "meninas que gostam de meninos" não são maioria.
Minha fonte (são muitas, na verdade) tem medo de ser identificada na escola como sendo aquela que denunciou o inferno em que se transformaram as festas. Que inferno é esse, afinal?
Um nova prática ocorre nessas festas. "Coletivos" vigiam o comportamento dos meninos que gostam de meninas.
Esses coletivos pretendem garantir que não haverá assédio. O clero medieval mais tarado não teria uma ideia tão diabólica em suas condenações ao pecado da carne. Como se vigia isso numa festa? Você fica olhando de perto os casais héteros possíveis? Você exigirá ouvir as conversas deles? Obrigará aos meninos fazer uma confissão de "intenção culposa" a priori?
Ou os beijos seriam supervisionados? Como passar as mãos, de forma privada, nos seios das meninas que gostam de meninos? Tanto os meninos quantos as meninas precisam ser detalhadamente escrutinados em seus comportamentos se quisermos ter certeza de que o "amasso" é politicamente correto. O velho ódio ao sexo está por detrás desses "coletivos".
Haverá, como havia na Cuba revolucionária, "métodos de analise de comportamento", nesse caso, para identificar como um menino que gosta de meninas paquera ou assedia? Na Cuba revolucionária, tais "métodos de análise de comportamento" eram dedicados a identificar o que os marxistas de raiz chamavam de "degeneração burguesa", a saber, o homossexualismo (termo fora de uso hoje).
Os meninos, então, tornam-se tímidos, temerosos de estarem cometendo algum "delito de comportamento" e, por consequência, afastam-se das meninas que gostam deles, inclusive, por temerem que, em algum momento, serão objeto de denúncia. Todo mundo que não é mentiroso sabe que a "caça às bruxas" em matéria de comportamento moral sempre deságua em taras inquisitoriais. Tais "coletivos", na verdade, nada mais são do que espíritos fascistas, com pautas novas de violência.
Um amigo europeu me conta, assustado, que lá, no continente perfeito, um movimento cresce, chamado "igualdade na aviação". Eis o segundo relato ridículo. E o que é essa "igualdade na aviação"?
Trata-se da pressão para acabar com a classe executiva e distribuir o espaço dentro do avião de forma igualitária. Risadas? Alguns milímetros a mais. E o mundo se dobraria à inveja, ao ressentimento e à raiva. Nunca mais uma pessoa teria o direito de trabalhar mais e pagar uma classe executiva para seduzir ainda mais sua namorada apaixonada.
Nunca mais, depois de anos de trabalho, alguém poderia pagar no cartão em cinco vezes sua viagem dos sonhos até o Japão de classe executiva, aos 70 anos.
Uma amiga, também da Europa, indignada, me conta que há um novo ativismo radical na França. Eis o terceiro relato ridículo. Não se trata de fundamentalismo islâmico matando ocidentais sujos, mas sim de fundamentalistas veganos ameaçando açougueiros franceses. Risadas?
Frases como "carne é assassinato" e "basta de especismo" são pintadas nas vitrines dos açougues. A raiz conceitual é o trabalho do filósofo Peter Singer. Segundo este utilitarista, animais são seres sencientes: podem não ter consciência da dor como nós, mas têm o bastante em termos de sensibilidade, logo, não podemos pensar neles como "comida", como se fossem objetos.
A analogia é com o racismo, que entendia que negros eram inferiores e, por isso, eram "feitos" para a escravidão. "Especismo" é achar que os animais seriam inferiores e, por isso mesmo, podem ser comidos.
A analogia é linda, mas a ideia é típica de quem fica muito tempo no escritório delirando. A natureza se devora. Alimentar crianças só com rúcula é coisa de torturador infantil. Modinha de riquinho entediado.
É tudo pecado para esses ridículos. Assim como nos outros relatos ridículos, o mundo avança, de novo, para viver sob o controle da mente inquisitorial que odeia tudo que não cabe na cabecinha e na vidinha dela.
Mundo feio este. Sem sexo, sem conforto e sem gosto.

Luiz Felipe Pondé

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Um tour pelo X Festival Internacional do Chocolate e cacau



Fizemos um tour pelo X Festival Internacional do Chocolate e Cacau, em Ilhéus.
O resultado tá aqui:
Uma listinha do que você não pode deixar de provar e visitar.

Vamos começar com a dica para quem ama chocolate ao leite. 



A Choc – Chocolates Finos desenvolveu uma receita fantástica de chocolate ao leite de coco! Isso mesmo! Uniu dois sabores muito peculiares, num produto mágico!




Para quem nunca experimentou ou não conhece os chocolates feitos com cacau da Amazônia vale muito degustar os da Luisa Abram. A fábrica oferece uma linha de barras confeccionadas com variedades de algumas comunidades da Amazônia Brasileira. Vale muito provar o Chocolate 70% cacau do Rio Jari e o 81% do Rio Purus.




Para quem curte um chocolate mais forte e com uma pegada de café, a dica é o chocolate com café, latitude 3 da Chapada, e cardamomo da Polycarpo Chocolate Tree to Bar. O aroma intenso e a refrescância do sabor são incomparáveis.



O sabor mais inusitado fica por conta do Bombom de Chocolate com Lavanda, da Cacau do Céu – Chocolates Finos. Uma explosão de sensações gustativas.




Outra agradável surpresa é o Chocolate com flor de sal da LA Barr Chocolate de Origem. Não deixe de  degustar.




Para quem gosta de chocolate adocicado, porém sem açúcar, a dica são os chocolates da Vitao.




Outra deliciosa surpresa são as garrafinhas de chocolate quente da Amado Cacau. Super práticas, basta adicionar água quente e tá pronto o chocolate!


A professora Edmiria, os Alunos do IF Baiano
e nossa equipe de reportagem

Quem visita o evento também não pode deixar de visitar o stand do IF Baiano (antiga EMARC). Simpáticos alunos e professores oferecem aos visitantes explicações sobre os cursos e produtos fabricados pelo instituto. É obrigatório provar o queijo, o chocolate e o doce de leite cremoso! São divinos!


Hudson Cristiano, aluno do
Ceep do Chocolate Nelson Schaun

Outra instituição de ensino que marcou presença no festival foi Ceep do Chocolate Nelson Schaun. Nesse stand alunos oferecem aos visitantes os chocolates fabricados no próprio CEEP. Destaque Imperdível são as trufas com nibs e as frutas com calda de chocolate.

Se você ainda não foi no Festival do Chocolate, ainda dá tempo!
Corre!



Barbara Bastos, Editora-chefe do Ideias Barbara´s, com a empresária e chocolatier Taty Bomfim, da Polycarpo Chocolate Tree to Bar

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300 milhões de chineses abandonam o comunismo

Enquanto jovens brasileiros são doutrinados em universidades por professores esquerdistas, comunistas e socialistas, os chineses estão despertando dessa ilusão.
O caminho foi longo e os desafios árduos, mas afinal podem-se ver os seus efeitos.
Tudo começou em 2004 quando a edição chinesa do site Epoch Time publicou uma série editorial chamada Nove Comentários sobre o Partido Comunista Chinês. A série dissecou as origens do Partido, sua natureza essencial e histórica, seus crimes e desmandos. Os textos inspiraram muitos a renunciar a seus laços anteriores ou atuais com as organizações do Partido. Esse movimento foi chamado de “Tuidang” em chinês, que significa “renúncia ao Partido”. 
O movimento global do povo chinês renunciando seus vínculos com Partido Comunista Chinês alcançou números muito expressivos em março passado: 300 milhões de chineses  revogaram publicamente sua participação no Partido Comunista ou em suas organizações afiliadas. Isso acabou deixando o Partido Comunista Chinês com cerca de 90 milhões de membros.

Abaixo estão as histórias de dois chineses e a jornada que os levou a deixar o partido e condenar o comunismo.
Liu Jianguo, ex-membro do Partido Comunista
Chinês, renunciou ao Partido uma semana antes
de chegar aos Estados Unidos
(Han Rui/The Epoch Times)

Liu Jianguo era o diretor do Departamento de Assuntos Civis de Pequim, um escritório da burocracia municipal. Ele também foi o motorista de uma figura muito importante, Xu Qinxian, o 38º comandante do Exército da Libertação Popular (ELP) que escolheu não seguir as ordens da liderança do Partido para reprimir os manifestantes estudantis no infame Massacre da Praça da Paz Celestial em 4 de junho de 1989. Ele se recusou a liderar suas tropas em Pequim para fuzilar os manifestantes e por isso foi imediatamente colocado em prisão domiciliar. Após isso, o ex-comandante foi removido de seu posto, preso e sentenciado a cinco anos de prisão. Como motorista de Xu, Liu Jianguo também foi implicado. Ele disse ao Epoch Times que durante sua detenção, foi suspenso ou dependurado no ar por sete dias. "O Partido Comunista está destruindo mentalmente as pessoas. Isso priva uma pessoa da sua dignidade e faz com que você deseje morrer ao invés de querer viver”, disse Liu Jianguo.

Apenas uma semana depois que Liu Jianguo e sua família chegaram aos Estados Unidos, em outubro de 2017, ele encontrou voluntários do Tuidang num bairro local e  decidiu abandonar o Partido Comunista, do qual era membro há 32 anos. Liu escolheu fazê-lo com seu nome verdadeiro, não temendo as represálias das autoridades do regime.

Durante sua entrevista ao site Epoch Times, Liu Jianguo falou sobre os momentos históricos que testemunhou e que o levaram a se desencantar com o Partido Comunista.
Na noite de 3 de junho de 1989, os cidadãos de Pequim tentaram impedir que o exército avançasse em direção à Praça da Paz Celestial para reprimir os estudantes. Mas esse não foi o único ato de violência e perseguição presenciado por Liu enquanto vivia sob o regime comunista chinês.  Dez anos depois, em 25 de abril de 1999, ele testemunhou o apelo pacífico de 10 mil praticantes do Falun Gong nos arredores de Zhongnanhai, o complexo da
Jovens praticantes da disciplina espiritual do
Falun Gong realizam uma vigília de velas
perto do consulado chinês em Nova York
em protesto contra a brutal repressão e perseguição
do regime chinês contra os adeptos na China;
em 23 de abril de 2017
(Samira Bouaou/The Epoch Times)
liderança do Partido Comunista Chinês, em Pequim.
O Falun Gong, também conhecido como Falun Dafa, é uma prática de meditação baseada nos princípios da verdade, compaixão e tolerância. Em 1999, o ex-líder chinês Jiang Zemin lançou uma perseguição nacional contra os adeptos do Falun Gong, acreditando que a popularidade do grupo – em 1999, havia entre 70 e 100 milhões de adeptos, segundo dados oficiais do regime – minaria a autoridade do Partido, afinal a religião sempre foi vista pelo comunismo como uma inimiga a ser ferrenhamente combatida. Jiang Zemin mobilizou o aparato de segurança do Estado para deter e prender os praticantes. De acordo com o Centro de Informações do Falun Dafa, mais de 4.000 adeptos tiveram suas mortes confirmadas como resultado de torturas e abusos enquanto estavam em custódia das autoridades do regime, embora se acredite que o número real seja muito maior, devido à dificuldade de se obter informações da China. Além disso, de acordo com pesquisadores independentes, um grande número de praticantes do Falun Gong foi morto por seus órgãos, ou seja, executados sob demanda para abastecer ​a indústria chinesa de transplante de órgãos.
Liu Jianguo viu em primeira mão os praticantes do Falun Gong que se reuniram em Pequim em abril de 1999, buscando a libertação de vários praticantes que haviam sido presos e encarcerados arbitrária e injustamente.
“Eu passei por Zhongnanhai. Eu dirigi devagar e apenas me perguntei como essas pessoas poderiam ser tão asseadas e tranquilas. O chão também estava perfeitamente limpo. Mas eu não vi qualquer organizador ou alguém mantendo a ordem”, disse ele. “Somente à noite eu soube que eles eram praticantes do Falun Gong apelando [ao governo]. Havia tantas pessoas lá, mas elas ainda assim foram totalmente ordeiras. Eu os admirei grandemente.”
“Sem o Partido Comunista, a China será muito melhor”, disse ele. Sua filha, Liu Yangyuan, que também trabalhou no Departamento de Assuntos Civis de Pequim, também escolheu deixar a Liga da Juventude Comunista usando seu nome verdadeiro.
Outro indivíduo que escolheu renunciar ao partido é Bai Jimin. Homem de negócios, Bai frequentemente viajava para o exterior. Como resultado, ele foi suspeito de ser um espião, que usava seu casamento, sua esposa era uma oficial militar na Força Aérea da China, para obter informações privilegiadas e as vendia a países estrangeiros.
Bai Jimin, um ex-empresário na China,
participa de um jantar comemorativo organizado
pelo Centro Global Tuidang na cidade de Nova York
para celebrar as 300 milhões de renúncias ao
Partido Comunista Chinês;
durante do Ano Novo Chinês em 2018
(Lin Dan/The Epoch Times)
Bai Jimin revelou que os funcionários do Partido Comunista tentaram incriminá-lo forjando  “provas”, bem como tentaram destruir seu casamento. Eles começaram a rastreá-lo e monitorá-lo, grampearam seu telefone, roubaram sua pasta de trabalho, contrataram gangues para intimidá-lo e inclusive tentaram envenená-lo. Ele imigrou para os Estados Unidos, fugindo do regime comunista, forçado a deixar sua mãe idosa, esposa e filhos para salvar a própria vida. 
Bai Jimin disse que viu claramente o quão corrupto é o aparato de segurança do Partido Comunista. “Eles te perseguem, mas ainda o forçam a dizer que são bons. Eles próprios são ladrões, mas desviam a atenção de seus crimes alegando que há ladrões em outros lugares”, disse ele. “A maior organização terrorista do mundo é o Partido Comunista Chinês.”
Bai Jimin disse que, enquanto tentava apelar pelo seu caso junto às autoridades locais, ele conheceu alguns praticantes do Falun Gong e testemunhou seus maus-tratos pelo regime comunista chinês. “O Partido Comunista trata esses praticantes de bom coração do Falun Gong como vilões. Na intensa supressão, o Partido tenta marginalizá-los e isolá-los de seus parentes, colegas de trabalho e vizinhos”, disse ele.
Bai Jimin disse que com os 300 milhões de chineses abandonando o comunismo por meio da renúncia ao Partido Comunista e suas organizações afiliadas, fica claro que mais e mais chineses estão despertando para a verdade sobre o Partido Comunista Chinês.
Enquanto os chineses acordam desse pesadelo chamado comunismo, jovens brasileiros continuam sendo aliciados nos bancos das universidades e escolas do país. Não podemos deixar que professores continuem pregando mentiras sobre um regime genocida como o comunismo. Devemos fazer como a Polônia, Ucrânia, Lituânia, Moldávia, Geórgia e exigir dos nossos parlamentares aprovação de lei que criminalize o comunismo em nosso país e varrer de vez essa praga da nossa pátria.

Links

Link para reportagem da Epoch Times
https://www.epochtimes.com.br/as-vesperas-de-alcancar-300-milhoes-de-renuncias-chineses-explicam-porque-deixaram-partido-comunista/

Link sobre proibição do Comunismo na Lituânia
http://www.communistcrimes.org/pt/Banco-de-Dados/Lituania/Introducao

Link sobre proibição do Comunismo na Moldávia
https://exame.abril.com.br/mundo/parlamento-da-moldavia-proibe-foice-e-martelo-de-comunistas/

Link sobre proibição do Comunismo na Geórgia
http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/proibicao-de-simbolos-nazistas-e-comunistas-na-georgia

Link sobre proibição do Comunismo na Polônia
https://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=3621:-proibem-simbologia-comunista-na-polonia-&catid=99:batalha-de-ideias&Itemid=113

Link sobre proibição do Comunismo na Ucrânia
http://portalconservador.com/ucrania-proibe-comunismo-e-nazismo-no-pais/

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Posso Falar?

Tolerância é uma das palavras mais familiares nos dias atuais. Por definição, pode ser tanto uma virtude, como um vício, dependendo do contexto. Em nossas vidas privadas, nossa tolerância pode estar estreitamente alinhada com nossos gostos e desgostos. Em nossas vidas públicas, ela deve ser moldada por regras normativas e valores que regem nossa ordem social. 
Entre os valores humanos mais fundamentais devemos destacar a liberdade de expressão. Ela é uma “condição indispensável” a todos. Porém, hoje vamos nos ater apenas ao seu emprego e uso em ambientes acadêmicos. Estudantes universitários, especificamente, necessitam que essa prerrogativa indispensável seja respeitada, especialmente no tocante ao desenvolvimento de espaço para o debate, discussão e a colaboração, inerentes e essenciais à ideia de um ambiente universitário. Porém, não é isso que acontece dentro dos portões das universidades brasileiras. 
A liberdade de expressão está sob ataque em nossas universidades - um ataque deliberado e organizado, que culmina num acúmulo de episódios que diminuem seu significado em comparação a outras considerações. Além disso, o conceito de universidade como espaço intelectual também está sendo subvertido. Isto decorre da preguiça intelectual, da restrição de debates de ideias, enraizamento de ideologias que visam apenas a doutrinação ideológica. Na grande maioria das vezes, o resultado não é uma competição de idéias ou uma busca por pluralidade de pensamentos, é uma luta pelo poder.
No final do mês passado, ocorreu no Pará mais um caso que ilustra bem a situação de nossas universidades. Uma discente do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPA, Dienny Riker, orientada pelo Prof. Dr. Victor Sales Pinheiro, preparou uma dissertação de mestrado intitulada: “Casamento: Sua natureza conjugal e relevância para o bem comum”. Nela a candidata debate as ideias do casamento à luz de diversos teóricos, mas com especial foco no pensamento do filósofo australiano John Finnis, professor Emérito de Oxford (UK), um dos mais importantes e influentes filósofos jusnaturalistas da atualidade. Em meios acadêmicos dignos, ele é um interlocutor central e poderoso para qualquer discussão a cerca dos inúmeros temas sobre os quais já escreveu: aborto, eutanásia, casamento...
Justamente por ele não ser um autor panfletário, superficial, satírico ou mero apologista que as suas ideias têm merecido enorme respeito, não apenas entre aqueles que concordam com elas, mas também de muitos de seus mais duros inimigos teóricos, como os liberais progressistas Joseph Raz, Ronald Dworkin, Jeremy Waldron, utilitaristas como Peter Singer, ou pensadores de esquerda ligados aos Critical Legal Studies como Mark Tushnet e tantos outros.
John Finnis
Aberto esse paralelo explicativo, vamos agora ao ponto crucial de tudo isso: a censura declarada que sofrem os estudantes universitários que tentam criticizar, de forma mais ampla e fundamentada, o pensamento acadêmico.
A publicação antecipada do conteúdo da tese da mestranda Dienny provocou, sem surpresas, a reação política do movimento LGBT em redes sociais e também de associações estudantis. 
Mas por quê?
A mestranda abordou em sua tese a questão do casamento homoafetivo, aplicando ao seu conceito as ideias criticas de John Finnis. Nenhum pecado, nenhum crime, nada mais natural do que a busca de estabelecimento de contrapontos teóricos no meio acadêmico. Até porque homossexuais também já produziram teses sobre o casamento heterossexual. Isso não é discurso de ódio, preconceito ou discriminação.
Ah... Mas aqui no Brasil, não é assim que a banda toca. 
Liberdade de expressão só existe para uns. Para outros, aqueles que tentam lançar novas visões aos antigos debates, resta apenas um rótulo: preconceituoso. Estamos realmente vivendo o que cantou Humberto Gessinger na música "Ninguém é igual a ninguém": Todos iguais, todos iguais / Mas uns mais iguais que os outros.
Humberto Gessinger - cantor e compositor
Numa nota pública, o DCE-UFPA repudiou com veemência o conteúdo da tese da mestranda por entendê-lo preconceituoso (olha a palavrinha aí) e sem os devidos méritos acadêmicos. Bom, quem transita em ambiente acadêmico sabe que nada daquilo que conta como pesquisa e fundamentação de tese pode ser embasado em senso comum ou opinião pessoal, tudo tem que demonstrar sustentáculo e argumentação referenciada por teses de mestres, doutores, pós-doutores e PHD´s experientes e renomados, possuidores de status quo na esfera intelectual. O texto do DCE diz que a mestranda baseou sua tese em São Tomás de Aquino, um grande pensador e teórico, porém em nenhum outro momento, a narrativa do diretório estudantil faz referência aos outros teóricos nos quais a tese se apoiou, como no caso John Finnes. Talvez porque essa estratégia já seja uma forma de lançar a dissertação de Dienny ao tipo de limbo em que o meio acadêmico constantemente lança discussões as quais classificam meramente como de cunho religioso (leia-se cristão), como se elas fossem indignas de abordagem em meios universitários. Já estamos acostumados à isso, afinal tendo em vista tudo que vem ocorrendo dentro das paredes das universidades brasileiras (oficinas de siririca, trabalhos sobre boquete em banheiros públicos e por aí vai) não é exagero nenhum dizermos que chegará o dia que ser cristão se tornará prerrogativa para a eliminação de candidatos, antes mesmo da prova do ENEM. 
O que impera no meio acadêmico é a tríade: ânus, aborto e drogas. Esses são os "velocinos de ouro" das universidades, principalmente as públicas, e movimentos sociais. Ir contra qualquer um desses itens, tentar abrir o debate sobre esses pontos, é certeza de que o aluno será perseguido e sofrerá sanções bastantes contundentes, como o ocorrido à mestranda Dienny.
E é justamente aqui que entra uma preocupação muito séria: Como garantir a isonomia e pluralidade de opiniões num debate acadêmico onde a censura imposta proíbe a flexibilidade de abordagem de determinadas temáticas?
Difícil, muito difícil.
Qualquer um que tenha trabalhado por algum tempo em uma ou mais de nossas universidades pode atestar que o exemplo da mestranda Dienny não é excepcional ou incomum. Ele faz parte do rol de atitudes e comportamentos que minam a liberdade de expressão nos campus universitários. Essa liberdade é vista por muitos como um entre os valores concorrentes e não como a "condição indispensável de qualquer outra liberdade" como esclareceu sabiamente o outrora Presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, Michael McLaughlin.
Isso não interfere apenas na formação do alunado. O conceito de universidades como espaços intelectuais também sofreu profundas alterações a partir do momento em que passou-se a interferir, de maneira quase que ditatorial, na liberdade de expressão.
O trabalho intelectual é um trabalho árduo, e aqueles que estão comprometidos com ele devem dedicar tempo para se informar cuidadosamente, para pensar em questões complicadas e para testar seu pensamento no mercado de ideias. Isso requer um esforço disciplinado e paciente, além da determinação de envolver e ouvir os outros. Esquecer-se da necessidade de contraponto é a certeza de que estão construindo dogmas e não conhecimento. O caminho de menor resistência é um caminho mais fácil. Possui emoção sobre o intelecto e denúncia em vez de argumentação. Foi bem isso que vimos no caso aqui exposto. 
É isso que, infelizmente, se tornou o padrão nas universidades brasileiras.
Por conta do predomínio de ideias socialistas, comunistas e liberais na academia, na mídia e na indústria do entretenimento, outras formas de pensar, especialmente o pensamento conservador, são ativamente reprimidas na esfera pública. Epítetos são usados ​​para descrever pessoas com as quais os esquerdistas não concordam (“racista”, “intolerante”, “xenófobo”, "homofóbico", "machista", "coxinha"...), fechando assim todo o debate e criando um ambiente hostil para abrir o pensamento e a expressão. É de fato uma circunstância orwelliana o que está acontecendo, e é quase certamente letal para a democracia.
Apesar de alegações de tolerância a ideias variadas, os intelectuais acadêmicos - especialmente os esquerdistas, tem se mostrado fortemente intolerantes no debate do contraditório. Esses mestres e doutores são abertamente hostis a estudantes que se oponham aos ideais por eles defendidos.

Em um campus universitário em particular, liberdade de expressão significa permitir que uma variedade de palestrantes, mestres, doutores, pós-doutores, PHD´s compartilhem suas opiniões e se engaje em discussões e debates sobre os mais variados temas e suas vertentes e desdobramentos. Mostrar para o alunado apenas uma vertente intelectual é no mínimo, falta de empenho profissional, para não falar em falta de caráter e no teor e gravidade da ação de manipulação e doutrinação ideológica.

Mas o que aconteceu à mestranda Dienny? 
Até o facheamento dessa edição, a informação da qual dispomos é que a apresentação de sua tese de mestrado à Banca Examinadora foi suspensa. Deveria ter ocorrido hoje, dia 04 de abril. 
Aguardamos o desfecho dessa história, torcendo para que a falsa tolerância apregoada pelos movimentos sociais e meios acadêmicos, seja suplantada pela verdadeira tolerância, aquela que está sempre disposta a ouvir sem prejulgar.



Links

Link para resumo de Ideias de John Finnis
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Finnis

Link para notícia sobre oficina de Siririca em Universidade do Amapá
https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/no-amapa-dinheiro-publico-financia-oficina-de-siririca-e-chuca/

Link para Tese sobre Boquete em Banheiro Público
http://www.academia.edu/8044229/FAZER_BANHEIR%C3%83O_AS_DIN%C3%82MICAS_DAS_INTERA%C3%87%C3%95ES_HOMOER%C3%93TICAS_NOS_SANIT%C3%81RIOS_P%C3%9ABLICOS_DA_ESTA%C3%87%C3%83O_DA_LAPA_E_ADJAC%C3%8ANCIAS

Link para Nota de Repúdio do DCE UFPA
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1955848284485270&id=228212157248900


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Como o feminismo destrói celebridades

Já é praxe a guerra travada entre as cantoras pops pelos primeiros lugares na lista da Billboard. 
Foi-se o tempo onde apenas o taleto definia a vencedora do combate. Num mundo onde ideologias como o feminismo e o politicamente correto imperam, não demorou muito para que o tão falando "empoderamento" chegasse ao roll da música. Agora não basta apenas voz, arranjos inovadores, ousadia ou um corpito sarado. 

Não, não não.
Miley Cyrus: arrependimento de ter
seguido ideologia feminista

Agora a cantora tem que ser "empoderada".

Não faz muito tempo, vimos Miley Cyrus, na pele da linda e feminina Hannah Montana, arrastar multidões de fãs. Durante 5 anos, a imagem da adolescente certinha, mas que se metia em encrencas e passava pelos problemas normais da idade, foi o suficiente para o sucesso arrasador da cantora. Até que veio o tão famoso "empoderamento". Vimos a jovem doce, se tornar uma furiosa mulher, que brandia martelos, dançava nua em bolas de demolição e simulava atos sexuais em seu show ao vivo. Uma reviravolta e tanto para qualquer ser humano. Mas o que era novidade, não perdurou por muito tempo. Foram 4 anos. Este foi o tempo que a antiga Miley conseguiu conviver com a nova Miley. Em maio deste ano, em uma entrevista ao programa de rádio Zach Sang Show, a cantora confessou os arrependimentos que tem por ter conduzido sua carreira a se moldar por viés políticos e ideologias imperantes e para ilustrar, fez referência ao arrependimento por ter feito o clip da música Wrecking Ball.

Miley Cyrus no clip Wrecking Ball

"Estar nua, me balançando numa bola de demolição é algo que terei que conviver para sempre. Uma vez que você faz isso ... é para sempre. Eu nunca vivi isso. Sempre serei lembrada como a garota nua na bola de demolição. Esse é o meu pior pesadelo ... Aquilo que todos lembraram no meu funeral", declarou Miley Cyrus.




Mas se os sinos do esclarecimento já soaram para Miley Cyrus, não podemos dizer o mesmo em relação a Katy Perry. A cantora, que ficou mundialmente conhecida quando sua música "Hot and Cold" estourou nas paradas de sucesso em todo o mundo, hoje amarga duras derrotas na luta pelos primeiros lugares no ranking das mais tocadas.

Muitas coisas podem ser culpadas pelo declínio vertiginoso da carreira de Katy, porém nada pode ser um fator mais decisivo do que o feminismo.
Katy Perry antes do feminismo

Perry teve uma ascensão meteórica no mundo pop, lançando nove singles número um em apenas cinco anos, entre 2008 e 2013. Tudo ia muitíssimo bem para ela. Aí Katy conheceu o feminismo.

A cantora engrenou uma verdadeira espiral descendente depois de anunciar ao mundo "talvez, depois de tudo, eu seja uma feminista", em uma entrevista ao apresentador Karl Stefanovic, do programa australiano I wake up with today, em março de 2014 .

É inegável o fato de que ela sempre teve inclinações de esquerda, tendo feito até campanha para a reeleição do ex-presidente Obama. Mas até que ela se declarasse feminista, sua carreira ainda não tinha sido tão abalada por suas convicções políticas. 

Em junho de 2016, ela se tornou uma das principais celebridades no ativismo pró controle de armas, exigindo que o Congresso promulgue leis que restrinjam o uso e porte de armas de fogo.
No entanto, sua vida realmente ficou fora de controle quando começou a fazer campanha para Hillary Clinton. Endossar Hillary foi a gota d´água que faltava, o último prego para lacrar o caixão onde jazia sua carreira.

Katy Perry e Miley Cyrus: destruição da feminilidade após
adotarem o feminismo como ideologia
Eminem nos anos 90
Após a derrota que Hillary sofreu nas urnas, Perry adotou um corte de cabelo andrógeno e loiro, algo que, além de lembrar muito o estilo do rapper Eminem no final da década de 90, também lembra o que Miley Cyrus fez com sua longa cabeleira depois de ter se tornado feminista. 
O prejuízo para sua carreira foi incalculável. 
Seu álbum, Witness, lançado em 9 de junho de 2017, alcançou o topo das paradas de sucesso na primeira semana e depois voou imediatamente até o número 13 na semana seguinte. Os seus singles "Bon Appétit" e "Swish Swish" fracassaram terrivelmente, alcançado apenas a 59ª e 46ª, posições respectivamente na lista da Billboard.

Mas não parou por aí.
Defendendo com unhas e dentes as máximas feministas, Katy logo entrou em atrito com outra celebridade: Taylor Swift, a namoradinha da América. O motivo: Perry criticava Taylor por ela não adotar e colaborar com causas feministas.
Aliás, não é nem necessário dizer que por conta disso, Taylor passou a ser massacrada por feministas em redes sociais.
Inspirada por esse antagonismo, Taylor compôs e gravou, a música Bad Blood (sangue ruim). Em alguns versos, a loirinha deixa o recado:
Taylor Swift no clip da música Bad Blood


"(...) Now we got problems
And I don't think we can solve 'em
You made a really deep cut

And baby, now we got bad blood, hey

Did you have to do this?
I was thinking that you could be trusted
Did you have to ruin what was shining? (...)"

"(...)Agora, estamos com problemas
E não acho que podemos solucioná-los
Você fez um corte profundo
E querida, agora temos uma rixa, hey
Você tinha mesmo que fazer isso?
Eu achava que você era confiável
Você tinha mesmo que arruinar o que brilhava? (...)"



Recado melhor do que esse impossível. 
Mas Katy revidou. Na premiação do VMA 2015, quando Nicki Minaj, perdeu a indicação de melhor clip justamente para Taylor Swift e alegou que estava sofrendo racismo, Perry correu e atacou num twitter
A guerra estava declarada.
Tentando dar uma rasteira na sua rival, Katy lançou o clip para "Swish Swish" apenas 24 horas antes de Taylor Swift lançar "Look What You Made Me Do". Sua estratégia de ataque mostrou-se ser uma desgraça: seu clip foi totalmente ofuscado.

À medida que Taylor domina as redes sociais e as ondas de rádio, Katy passou a ser cada vez mais irrelevante. 

Um vídeo da música de Swift, contendo apenas a letra, superou a super produção do vídeo de Katy Perry no YouTube e ainda conseguiu a façanha de ser muito mais transmitido do que "Swish Swish" no Spotify.

O que vemos acontecer com Katy é exatamente a mesmíssima coisa que aconteceu com Miley Cyrus: suas carreiras vem vendo arrastadas na lama depois de ambas tornarem-se feministas.
Taylor Swift

Enquanto isso, Taylor Swift corria linda, leve e loira à frente das paradas de sucesso.  
Mas enganam-se aqueles que pensam que a loirinha ficou imune ao Câncer chamado FEMINISMO. A namoradinha da América também se converteu.
Nas palavras de Taylor:

"Sinceramente, eu não tinha uma definição exata de feminismo quando era mais nova. Eu não percebia todas as formas que o feminismo é vital para crescer nesse mundo. Acho que quando costumava dizer ‘Ah, feminismo não está muito no meu radar’, era porque, quando eu era vista como uma criança, eu não era tão ameaçadora. [...] Eu não me via sendo oprimida até eu me tornar uma mulher. N ão via duplo sentido nas manchetes, o duplo sentido na forma como as histórias são contadas, o duplo sentido na forma como as coisas são percebidas."

Uma lástima!
O seu novo single, "Look What You Made Me Do" (repleto de referências a essa mudança de ideologia adotada pela cantora), deve explodir, alcançando a primeira posição no quadro Billboard Hot 100 da próxima semana (em 16 de setembro).
Infelizmente a música perde mais uma estrela para o politicamente correto.
Tudo isso só serve para confirmar algo que nós já sabemos:

O feminismo é um câncer

Esta é dura lição que Miley Cyrus e Katy Perry estão aprendendo. Vamos ver quando Talor vai engrossar essa lista...




Links



Link para artigo sobre Hannah Montana

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hannah_Montana



Link para matéria sobre arrependimento de Miley Cyrus 



Link para clip Wrecking Ball - Miley Cyrus
https://www.youtube.com/watch?v=My2FRPA3Gf8&list=PLS27NmfWgSfkjGo3uFBeFUgWYtXNFRsaS


Link para entrevista onde Kate Perry se declara feminista

https://www.youtube.com/watch?v=H40rIbAc2ck



Link para matéria sobre apoio de Katy Perry à campanha de Barack Obama

http://www.hollywoodreporter.com/fash-track/katy-perry-barack-obama-fashion-386065



Link para matéria sobre apoio de Katy Perry à campanha de Hillary Clinton

http://www.dailymail.co.uk/news/article-3455296/Hillary-Clinton-s-campaign-paid-celebrity-supporter-Katy-Perry-70-000-event-production.html


Link para matéria sobre o sucesso de Taylor Swift
http://www.billboard.com/articles/columns/chart-beat/7949833/taylor-swift-look-what-you-made-me-do-biggest-sales-week


Assista ao clip Look What You made me do - Taylor Swift




Assista ao clip Bad Blood - Taylor Swift



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©2007 '' Por Elke di Barros