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sexta-feira, 27 de junho de 2025

Trump decide romper negociações comerciais com o Canadá


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu encerrar nesta sexta-feira, 27 de junho, com efeito imediato, as negociações comerciais com o Canadá, após criticar o país vizinho por sua intenção de tributar os serviços digitais das empresas tecnológicas americanas.

“Acabamos de ser informados de que o Canadá, um país com o qual é muito difícil COMERCIALIZAR, incluindo o fato de que cobrou de nossos produtores rurais tarifas de até 400% durante anos sobre produtos lácteos, acaba de anunciar que tributará os serviços digitais de nossas empresas de tecnologia, o que é um ataque direto e flagrante ao nosso país”, disse Trump em sua rede social Truth Social. 

De acordo com ele, devido a essa tributação, os Estados Unidos encerram “TODAS” as discussões comerciais com o Canadá “com efeito imediato”.

“Nos próximos sete dias, comunicaremos ao Canadá a tarifa que pagará para fazer negócios com os Estados Unidos”, afirmou Trump, que criticou o país vizinho por copiar a União Europeia na imposição dessa tarifa sobre as empresas de tecnologia. 

O prazo oficial para chegar a novos acordos após a aplicação por parte de Trump das chamadas “tarifas recíprocas” terminaria em 9 de julho, mas ele já havia deixado escapar nesta sexta-feira que poderia prolongar ou encurtar o limite e que não seriam firmados pactos com todos.

O ministro das Finanças canadense, François-Philippe Champagne, advertiu na semana passada que o imposto digital continua em vigor no Canadá e que o primeiro pagamento, que afeta, entre outras, grandes multinacionais americanas como a Meta, deverá ser feito na próxima segunda-feira. 

O imposto, que será aplicado retroativamente a partir de 2022, é de 3% da receita acima de US$ 20 milhões que as empresas obtêm de serviços digitais de residentes canadenses. Champagne também informou que a aplicação do imposto digital fazia parte das negociações comerciais que Washington e Ottawa mantinham após a imposição de tarifas pelo governo Trump.
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Donald Trump toma posse e anuncia começo de 'era de ouro' nos EUA


Donald Trump está de volta à presidência dos Estados Unidos. No discurso de posse, anunciou o começo de uma era de ouro e prometeu restaurar a grandeza da América - que foi mote das campanhas eleitorais de 2024 e de 2016.

Às 10h40, pelo horário de Brasília, Donald Trump deixou a Blair House, a casa de hóspedes do presidente dos Estados Unidos.

A primeira parada foi a igreja de Saint Johns. Trump chegou acompanhado da esposa, Melania Trump, e se sentou na primeira fileira com ela, o vice-presidente eleito, J.D. Vance, e a esposa dele, Usha Vance.

Enquanto isso, Joe Biden fazia a última reunião como presidente com a vice Kamala Harris. Kamala e o marido, Douglas Emhoff, receberam o vice-presidente eleito e a esposa dele.

Até que Donald Trump chegou à casa branca e foi recebido pelo casal Biden. Quando perdeu a tentativa de reeleição, em 2020, Donald Trump se recusou a receber Biden e não compareceu à cerimônia de posse.

Dessa vez, eles tomaram um chá, que marca a passagem de bastão – faz parte do protocolo –, e seguiram juntos, no mesmo carro, em direção ao Capitólio, sede do congresso americano.

Por tradição, a cerimônia é realizada do lado de fora. Mas, por causa do frio em Washington nesta segunda (20), foi feita dentro de um dos prédios mais famosos da capital americana.

Estavam presentes todos os ex-presidentes americanos vivos: Bill Clinton, acompanhado da mulher, Hillary Clinton, que perdeu as eleições para Trump em 2016, George W. Bush com Laura Bush, e Barack Obama – a esposa dele, Michelle, não compareceu à cerimônia.

O que chamou a atenção dentro foi a presença em destaque dos donos de grandes empresas de tecnologia americanas:

Mark Zuckerberg, fundador da meta, dona do Facebook, Instagram e Whatsapp;
Jeff Bezos, dono da Amazon e do jornal Washington Post;
Sundar Pichai, chefe do Google;
Elon Musk, dono da rede social x e da empresa de foguetes Spacex, e que também tem lugar no governo de Trump com a missão de cortar gastos públicos;
e Tim Cook, o C.E.O da Apple, que faz o iPhone.
Também estavam presentes na posse o C.E.O da rede social Tik Tok, Shou Zi Chew; e
Sam Altman, fundador da Open AI, uma das maiores empresas de inteligência artificial.

O primeiro a fazer o juramento foi o novo vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance – aos 40 anos, é o terceiro vice-presidente mais jovem da história.

Logo depois, foi a vez de Donald Trump, que prometeu lealdade à constituição dos Estados Unidos.

Em seguida, fez o primeiro discurso do novo mandato, que durou 30 minutos. Trump defendeu que começa agora a era de ouro dos Estados Unidos.

"A era do ouro começa agora mesmo. De hoje em diante, nosso país vai florescer e vai ser respeitado de novo, no mundo inteiro. Todas as nações vão nos invejar e não vamos mais permitir que tirem vantagem de nós. Em todos os dias do governo Trump, vou colocar os Estados Unidos em primeiro lugar".


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quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Terremoto na Califórnia foi um dos mais fortes já registrados no estado


O tremor de magnitude 7,0 que atingiu a costa do norte da Califórnia nesta quinta-feira é o 12º terremoto mais forte registrado no estado desde 1906.

O terremoto é ainda mais raro para os padrões da Califórnia.

Autoridades do Serviço Geológico dos EUA disseram que não tiveram relatos de deslizamentos de terra ou outros danos significativos.

Um alerta de tsunami emitido para partes da Califórnia e do litoral do Oregon foi cancelado pelo National Tsunami Warning Center depois que alguns moradores fugiram de suas casas.

A maioria dos terremotos significativos na costa provoca alertas, pois os especialistas têm pouco tempo para determinar o risco imediato, e o resultado de um tsunami pode ser desastroso.

O epicentro do terremoto foi no Oceano Pacífico ao sul de Eureka, na Califórnia, disse o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Eureka é a maior cidade costeira entre São Francisco e Portland, Oregon, e cerca de 482 km a noroeste de Sacramento.
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quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Trump é eleito presidente dos EUA pela segunda vez



Em uma histórica vitória, o republicano Donald Trump ultrapassou os 270 votos no Colégio Eleitoral necessários para ganhar a Presidência dos EUA e voltar à Casa Branca.

Na manhã deste 6 de novembro, ainda antes da apuração das eleições terminar no país inteiro, Trump já havia vencido em Estados cruciais - Pensilvânia, Geórgia, Carolina do Norte e Winsconsin, conquistando o número suficiente de votos no Colégio Eleitoral.

Ele discursou perante seus simpatizantes na Flórida prometendo selar as fronteiras americanas e "curar" o país.

A democrata Kamala Harris tinha, até a publicação desta matéria, 223 votos no Colégio Eleitoral.

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quarta-feira, 10 de julho de 2024

George Clooney pede que Biden se retire da corrida presidencial nos EUA


O ator George Clooney, um dos principais arrecadadores de fundos do Partido Democrata, fez um apelo emocionado nesta quarta-feira, 10 de julho, para que Joe Biden se retire da corrida presidencial americana. 

Clooney se junta à crescente lista de figuras públicas que pediram ao presidente de 81 anos que deixe a disputa, após seu desempenho decepcionante no debate contra o republicano Donald Trump. 

“Eu amo Joe Biden”, escreveu Clooney no jornal The New York Times. “Considero-o um amigo e acredito nele… Mas a única batalha que ele não pode vencer é contra o tempo”.

Clooney copatrocinou um evento de arrecadação de fundos estrelado no mês passado em Los Angeles ao lado de Biden, onde sua campanha afirmou ter arrecadado 28 milhões de dólares (R$ 151 milhões). 

O ator afirmou que o Biden do evento de Los Angeles “não era o mesmo” de 2010 e nem “mesmo de 2020”.

“Era o mesmo homem do qual todos nós fomos testemunhas no debate”, disse Clooney, desafiando claramente a afirmação de Biden de que seu mau desempenho se tratou apenas de um incidente isolado.

"O partido deveria ouvir potenciais candidatos como a vice-presidente Kamala Harris, o governador de Maryland, Wes Moore, e outros, e então poderíamos ir para a convenção democrata do próximo mês e resolver isso”, finalizou Clooney.
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