A Câmara dos Deputados aprovou ontem o projeto que autoriza a comercialização de medicamentos em supermercados. O texto já havia passado pelo Senado, ou seja: foi aprovado nas duas casas do Congresso Nacional e agora segue para sanção do presidente.
Mas calma, não é simplesmente colocar remédio na gôndola ao lado do arroz.
A proposta determina que os supermercados só poderão vender medicamentos se instalarem uma farmácia em espaço exclusivo, separado das demais áreas, e com farmacêutico responsável presente durante todo o horário de funcionamento. Isso inclui, inclusive, medicamentos de uso controlado.
O tema ganhou força após manifestação pública do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que defendeu a medida como forma de ampliar o acesso e estimular a concorrência, o que poderia impactar nos preços.
Agora o país entra em um novo debate:
• Mais acesso significa mais facilidade para a população?
• Ou pode trazer riscos ao uso indiscriminado de medicamentos?
É uma mudança grande no modelo de comercialização no Brasil e que pode afetar consumidores, farmácias e o mercado da saúde como um todo.
E você, é a favor ou contra essa decisão? Comenta aqui

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