quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Brasil registra um estupro a cada 6 minutos em 2025, maioria são crianças


O Brasil contabilizou mais de 83 mil casos de estupro e estupro de vulnerável em 2025, de acordo com dados enviados pelos estados e pelo Distrito Federal ao Ministério da Justiça. O número equivale a uma média alarmante de 227 vítimas por dia, cerca de nove por hora, ou um crime a cada seis minutos no país.

Do total de ocorrências, mais de 70% envolveram vítimas menores de 14 anos. Foram 58.951 crianças e adolescentes atingidos, em sua maioria meninas. Nesses casos, a legislação classifica o crime como estupro de vulnerável, independentemente de haver ou não uso de violência ou ameaça.

Essa é uma estatística chocante, que revela o quanto é necessário o enfrentamento a crimes como abus0 infantil e exploração sexu@al. Cobrar as autoridades responsáveis pelo combate a essa problemática é dever de todos nós. Crianças precisam ser protegidas!
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Crianças de Bacabal completam 30 dias desaparecidas


Já são mais de 30 dias de buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael. Eles desapareceram do quilombo São Sebastião dos Pretos, zona rural de Bacabal, no dia 04 de janeiro, acompanhados do primo Anderson Kauã, que foi encontrado quatro depois por moradores da região.

As buscas pelas crianças continuam e a Polícia Civil do Maranhão conduz as investigações com rigor técnico e os detalhes não estão sendo divulgados para não comprometer o trabalho policial.

A força-tarefa adotou também o protocolo Amber Alert, alerta internacional em caso de desaparecimento de crianças. O sistema Amber Alert emite alertas emergenciais em casos de desaparecimento ou sequestro de crianças e utiliza plataformas da Meta, como Facebook e Instagram, para divulgar informações e imagens das vítimas em um raio de até 200 quilômetros do local do desaparecimento.

O alerta é ativado por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e permanece ativo no feed de usuários da região. As notificações incluem dados como nome, características físicas e contato para envio de informações.

Infelizmente os casos de desaparecimentos de crianças estão cada vez mais frequentes no Brasil. Estatísticas indicam q 66 boletins de ocorrência sobre o sumiço de crianças e adolescentes são registrados por dia no país. Um aumento de 8% em comparação aos 22.092 desaparecimentos notificados às Polícias Civis em 2024.

Enquanto isso, continuamos rezando para que esses pequenos retornem em segurança para sua família.

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Polícia Civil de Santa Catarina conclui inquérito e aponta apenas um adolescente como responsável pela morte do cão Orelha


A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu na noite dessa terça-feira (03 de fevereiro) o inquérito que investigou as circunstâncias da morte do cão comunitário Orelha, animal conhecido e acarinhado por moradores da Praia Brava, em Florianópolis. O desfecho do procedimento policial trouxe uma reviravolta: apesar de inicialmente quatro adolescentes terem sido investigados, a corporação passou a apontar apenas um deles como autor direto das agressões que levaram o animal à morte.

Conclusão da investigação

Segundo a Polícia Civil, depois de ouvir 24 testemunhas, analisar cerca de mil horas de imagens de câmeras de segurança e cruzar diversos elementos probatórios, os investigadores concluíram que um dos adolescentes teve participação principal nas agressões ao cão Orelha — que sofreu uma pancada na cabeça de acordo com o laudo pericial e morreu em um hospital veterinário no dia seguinte.

Com o fim da fase de investigação, a corporação formalizou na Justiça o pedido de internação provisória desse adolescente, uma medida equiparada à prisão para adultos, considerando a gravidade do ato infracional, conforme critérios previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Outros envolvidos e situações que cercam o caso

Além da conclusão quanto ao agressor principal, a Polícia Civil indiciou três adultos — familiares dos adolescentes por coação de testemunhas, após tentativas registradas de influenciar depoimentos durante a investigação.

Vale lembrar que a investigação também apurava um segundo episódio de maus-tratos, relacionado a um cão chamado Caramelo, que escapou com vida apesar da tentativa de afogamento.

Controvérsias e resistência do Ministério Público

A conclusão da Polícia Civil não encerra todas as discussões sobre o caso. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) manifestou preocupação com lacunas em relatórios e incertezas quanto à participação de outros adolescentes originalmente investigados, pedindo diligências complementares para aprofundar a apuração dos fatos.

Críticas à investigação e à defesa do adolescente

A defesa do menor acusado contesta a conclusão do inquérito, criticando a força dos indícios usados para apontá-lo como autor, sobretudo pela ausência de imagens diretas do momento da agressão e por depender de análises circunstanciais como horários e depoimentos que se contradiziam.

Repercussão pública

O caso ganhou enorme repercussão nas redes sociais e na imprensa nacional desde o início de janeiro, quando imagens e relatos sobre a agressão a Orelha chocaram internautas e ativistas de proteção animal. A conclusão do inquérito e o direcionamento da responsabilidade para um único adolescente intensificaram o debate público sobre a resposta das instituições a casos de crueldade animal no Brasil — especialmente quando envolvidos são menores de idade.
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Passageiros são expulsos de carro de aplicativo por praticarem ato sexual durante corrida


Um motorista por aplicativo registrou ocorrência após passageiros desrespeitarem completamente o ambiente de trabalho, praticando atos obscenos dentro do veículo durante uma corrida em Salvador, na noite de 1º de fevereiro.

Ao perceber a situação, o motorista interrompeu a corrida em um posto de gasolina e pediu que todos descessem do carro. O episódio ainda teve tentativa de agressão, gerando confusão e levando o caso para a 14ª Delegacia Territorial, na Barra.

Isso não é “brincadeira”, não é “liberdade”, é falta de respeito com quem está trabalhando para ganhar o próprio sustento. Motoristas merecem dignidade, segurança e respeito.

O que você acha dessa situação ? Comente.
Até onde vai a falta de limites?
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Pedido de federalização do caso Orelha reacende debate nacional sobre maus-tratos a animais


O caso do cão comunitário Orelha acaba de ganhar um novo e importante desdobramento.
O deputado federal Célio Studart (PSD-CE), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Animais, acionou a Procuradoria-Geral da República nesta segunda-feira (02/02), pedindo que a brutal tortura e morte do animal, ocorrida em Florianópolis (SC), seja apurada em âmbito federal.

Segundo o parlamentar, os elementos reunidos indicam que o crime pode ir além de um ato isolado, com sinais de organização em ambientes digitais e possível repetição desse tipo de violência em diferentes regiões do país. Por isso, o pedido busca ampliar o alcance das investigações.

O que é a federalização e por que está sendo discutida

A federalização não desloca automaticamente a investigação para a Polícia Federal, mas representa um pedido político para que autoridades federais, como o Ministério Público Federal (MPF), analisem a condução do caso no nível estadual e avaliem se há motivos legais para assumir a apuração. Se o MPF concordar que existem elementos importantes — como interesse público nacional, necessidade de maior independência investigativa ou risco de impunidade — poderá, então, solicitar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que autorize a federalização.

Entre as medidas também solicitadas pelo Deputado Célio Studart estão o acompanhamento nacional do caso, a atuação da Polícia Federal, a quebra de sigilo de dados digitais para rastreamento de IPs, a identificação de responsáveis por grupos virtuais suspeitos e o compartilhamento de informações com os Ministérios Públicos dos estados.

Orelha virou símbolo. E agora, o caso pode marcar um novo capítulo no combate à violência contra animais no Brasil.
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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Manifestações por justiça no caso do cachorro Orelha tomam as ruas do país


Por mais de duas décadas cobrindo direitos humanos e causas sociais, posso dizer que poucas mobilizações têm sido tão transversais e emocionais quanto as que vêm sendo realizadas em diferentes capitais brasileiras em memória do cachorro Orelha.

O caso, que chocou o país pela brutalidade, reacendeu o debate sobre a impunidade em crimes de maus-tratos e crueldade contra animais e levou milhares de pessoas às ruas em um pedido comum: justiça e leis mais rigorosas.

Em São Paulo, a Avenida Paulista voltou a ser palco de um grande ato simbólico. Tutores, ativistas, protetores independentes e famílias inteiras se concentraram no principal cartão-postal da cidade levando cartazes, fotos de Orelha e frases que pediam punição exemplar aos responsáveis. Em meio a palavras de ordem e momentos de silêncio, a manifestação reforçou que a violência contra animais não pode ser tratada como um crime menor.


Na Bahia, a mobilização ocorreu no Farol da Barra, em Salvador. O local, tradicionalmente associado a encontros culturais e manifestações populares, recebeu um protesto marcado por emoção. Velas acesas, laços pretos e faixas pedindo justiça deram o tom do ato, que também destacou a necessidade de políticas públicas efetivas para a proteção animal. Para os participantes, Orelha se tornou um símbolo de milhares de casos que nunca chegam ao conhecimento das autoridades.

Em Fortaleza, a manifestação reuniu protetores de animais, ONGs e cidadãos comuns indignados com o desfecho do caso. O ato teve caráter educativo, com discursos que explicaram à população como denunciar maus-tratos e cobraram mais estrutura para delegacias, fiscalização e acolhimento de animais vítimas de violência. A mensagem foi clara: sem investigação séria e punição, a crueldade se repete.

Já em Manaus, o protesto mostrou que a indignação ultrapassa fronteiras regionais. Mesmo distante do centro do país, a capital amazonense ecoou o pedido por justiça a Orelha. Os manifestantes destacaram a dificuldade de combater crimes ambientais e contra animais na região e pediram que o poder público trate o tema como prioridade, com leis que sejam, de fato, aplicadas.

O que foi o caso Orelha

O cachorro Orelha teve sua história amplamente divulgada após ser vítima de maus-tratos extremos, em um episódio que causou revolta nacional. As imagens e relatos expuseram não apenas a violência sofrida pelo animal, mas também a fragilidade do sistema de punição para esse tipo de crime. Para muitos brasileiros, o caso escancarou uma realidade antiga: a crueldade contra animais ainda encontra brechas na legislação e na fiscalização.

A urgência de leis mais rigorosas

Especialistas e ativistas são unânimes ao afirmar que manifestações como essas vão além da comoção momentânea. Elas pressionam o Estado a agir. Embora o Brasil já possua legislação que criminaliza maus-tratos, a aplicação das penas ainda é considerada branda diante da gravidade dos crimes. A defesa de leis mais duras, investigações ágeis e punições exemplares aparece como caminho fundamental para inibir novos casos.

As manifestações em São Paulo, Salvador, Fortaleza e Manaus mostram que Orelha se transformou em um símbolo nacional. Um símbolo de dor, mas também de mobilização. Para quem foi às ruas, a mensagem é direta: justiça por Orelha é justiça por todos os animais que não podem se defender — e um teste de civilidade para toda a sociedade brasileira.
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sábado, 31 de janeiro de 2026

Menina desaparecida é encontrada em Minas Gerais


A pequena Alice, 4 anos, acaba de ser encontrada na tarde deste sábado (31).Nas imagens, a criança aparenta estar em bom estado de saúde e sem ferimentos visíveis.

Alice Maciel Lacerda Lisboa desapareceu na última quinta-feira (29) após sair de dentro da casa do sítio dos avós, na zona rural de Jeceaba, na Região Central de Minas Gerais.

Até o momento desta postagem, não havia detalhes sobre as circunstâncias em que ela foi localizada. Sabemos apenas que a menina foi encontrada em uma estrada onde já haviam sido feitas buscas anteriormente.

Estamos muito felizes pela pequena Alice e sua família.

Agradecemos a todos que compartilharam os conteúdos sobre seu desaparecimento, os voluntários e os bombeiros empenhando-se em encontrá-la.

Click no link abaixo e assista o vídeo

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Família pede ajuda para encontrar menina de 04 anos desaparecida em MG


O desaparecimento da pequena Alice, na zona rural de Jeceaba (MG), ganha contornos ainda mais preocupantes. Em um apelo emocionante, a mãe da criança revelou que a filha, que é autista não verbal, faz uso de medicamentos controlados e já ultrapassou a marca de 24 horas sem a medicação necessária.

Alice sumiu do sítio dos avós, no distrito de Bituri, na tarde de ontem, quinta-feira (29).

Uma megaoperação, que inclui bombeiros, drones e cães farejadores, vasculha a mata da região.

Compartilhe esse post, ajude a encontrar Alice.
Qualquer informação disk 190.

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