domingo, 28 de novembro de 2021

Acusada de transfobia, J.K. Rowling está fora do especial de 20 anos de Harry Potter

A escritora J.K. Rowling não participará do especial produzido pelos estúdios Warner Bros em comemoração aos 20 anos de lançamento do primeiro filme da saga: "Harry Potter e a Pedra Filosofal" (2001). De acordo com um jornal norte-americano, mesmo sem uma posição oficial da produção, acredita-se que a motivação para isso seja o "cancelamento" promovido pela comunidade LGBT, após a autora ter se posicionado contra certos ditames da Ideologia de Gênero. 

Intitulado de "Harry Potter 20 anos: De Volta a Hogwarts", o especial focará na produção do primeiro filme da franquia, trazendo curiosidades sobre os bastidores e as filmagens. Entre os convidados, estão os protagonistas da produção, Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson, além do cineasta Chris Columbus, diretor de "A Pedra Filosofal e A Câmara Secreta". A presença de Rowling se limitará a registros de entrevistas já concedidas por ela, que não foi convidada a dar novos depoimentos para o especial, ao contrário do que ocorreu com os outros participantes.

Os membros do elenco e da equipe de "Harry Potter" presentes no especial ainda não se pronunciaram publicamente sobre a matéria informando a ausência de Rowling. A escritora também não se posicionou sobre o tema até o momento.

A censura a todos que se manifestam contra pontos defendidos pelos adeptos da Ideologia de gênero tem se tornado frequente, especialmente em redes sociais. A cada se torna mais claros que direitos, apenas um dos lados tem. A ditadura da opinião corre solta no mundo. J.K. Rowling é apenas mais uma vítima. O crime dela qual foi? Simplesmente defender as mulheres das definições distorcidas e absurda do que é ser mulher. Resumindo, a escritora  está pagando um alto preço por ter defendido em um twit a essência da mulher: a dádiva de conceber. 

Click aqui e leia a matéria sobre o twit de J.K. Rowling que gerou a perseguição sofrida pela escritora.


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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Canção Nova volta a exibir homílias do Padre José Augusto

Na última terça-feira, 23 de novembro, a comunidade católica do Brasil recebeu a estarrecedora notícia de que a Rede Canção Nova, emissora que transmite conteúdo Católico, não exibiria mais as homilias do Padre José Augusto.

A declaração da emissora reverberou negativamente nas redes sociais e acabou culminando num movimento de cancelamento de doações à instituição, levantado por fiéis indignados com a censura ao Padre.

O Padre José Augusto é um conhecido sacerdote católico que em seus sermões não só transmite com afinco e compromisso os ensinamentos da Igreja Católica, como também não se omite de emitir sua opinião sobre temas como política, aborto e ideologia de gênero,  tendo como base os dogmas da Igreja Católica.

Em 2010, o Padre José Augusto fez um sermão que marcou o momento político do Brasil. Usando uma passagem do Novo Testamento, o Padre esclareceu aos fiéis o quanto é impossível ser cristão e ao mesmo tempo apoiar o Comunismo. Selecionamos um trecho desse sermão. Confira:

"Mas eu sou Sacerdote do Altíssimo, tenho os meus pecados, eu tenho. Eu fui ordenado pela causa do Senhor e da Igreja. E a Nação Brasileira não pode se tornar uma nação marxista, comunista, com terrorista.Tendo pessoas à frente, mandando um e outro se calar. Porque se a gente se calar, as pedras vão falar.Vai ser uma vergonha, Jesus falou isso, vai ser uma vergonha muito grande, se as pedras falarem porque os cristãos não se pronunciam. E ai daqueles que se filiaram, aos partidos comunistas. Ai daqueles; que Deus sabe muito bem disso. Porque quem compactua com pessoas que aderem ao aborto, está excomungado. Latae sentitiae, a Igreja não vai falar não, mas já está. Porque nós não podemos compactuar com pessoas que querem matar crianças, matando criança, no seio, na barriga de uma mãe. E aqui não importa como foi que estas crianças vieram, elas têm o direito à vida sim." - disse o Padre José Augusto.

Click aqui e assista o vídeo completo desse sermão incrível do Padre José Augusto.

Na ocasião, o PT entrou na justiça contra a Canção Nova exigindo direito de resposta. Após apresentar o pedido de direito de resposta no TSE, a coligação esquerdista que representava a candidatura de Dilma à Presidência da República firmou acordo com Fundação João Paulo II, mantenedora da TV Canção Nova, que alegou não ter tido intenção de ofender a candidata e se comprometeu a dar 8 minutos de direito de resposta na programação da emissora. 

Desde então o Padre José Augusto passou a ser visto como um religioso sem "papas na língua" em relação a tudo que vai de encontro aos ensinamentos da Fé Católica.

Justamente por esse motivo, não foi surpresa a tentativa de censura imposta a ele na última terça-feira. O que não esperavam é que católicos de todo o Brasil se mobilizassem em defesa do Padre. 

As ações nas redes sociais surtiram efeito e ontem a rede Canção Nova voltou atrás.

Declaramos o nosso total apoio ao Padre José Augusto. Ainda em tempo, repudiamos a tentativa de censura a ele.

Que os católicos de todo o mundo entendam que não podemos nos calar diante dessas arbitrariedades que tentam impor aos religiosos que enfrentam o sistema. 
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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

CCJ aprova texto que torna Pedofilia crime hediondo

Há dois anos, por ocasião do cruel assassinato do pequeno Rhuan Maycon, lançamos uma ideia legislativa que justamente tornava hediondos todos os crimes cometidos contra crianças, estupro, abuso, pedofilia. É com grande alegria que a equipe do IDEIAS BARBARA'S recebeu essa notícia hoje: Em votação simbólica, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (18), o projeto de lei 1776/2015.


O texto tipifica o crime de pedofilia como hediondo. E, a partir de agora, a medida segue para apreciação no Plenário da Casa.


Elaborado pelo deputado Léo Moraes (Podemos-RO), o relatório aponta como hediondo os crimes de aliciamento de menores, exposição, produção, venda ou publicação de material pornográfico, além de defender o agravamento das penas para esses crimes no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


O texto firma ainda o agravante de um terço da pena para todo aquele que distribuir, publicar, armazenar ou ainda, por meio de montagem fotográfica ou de vídeo, divulgar imagem de menores na chamada deep web, um ambiente considerado ‘oculto’ da internet.


O relator passou a incluir uma proposta que modifica a Lei de Execução Penal para garantir que, em caso de saída temporária ou a modificação de pena para prisão domiciliar, todo condenado pela prática de crime relacionado à pedofilia seja monitorado por dispositivos eletrônicos obrigatórios, além de ficar proibido de se aproximar de instituições de ensino, creches e outros locais destinados à presença de crianças.


Como falamos no início do artigo, o combate à violência e abuso sexual contra a criança sempre foi pauta defendida pelo IDEIAS BARBARA'S. Além da ideia legislativa, também publicamos um artigo onde abordamos um amplo debate sobre a adoção da pena se morte para crimes cometidos contra crianças. Os links seguem abaixo.


Click Aqui e acesse o Link para Texto da Ideia Legislativa sobre tornar hediondos os crimes contra crianças.


Click Aqui  e acesse o Link para artigo sobre pena de morte para crimes contra crianças

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sábado, 13 de novembro de 2021

Secretário Nacional de Aquicultura e Pesca participa de lançamento de projeto em Ilhéus

Ontem, sexta-feira, 12 de novembro, o Secretário Nacional de Aquicultura e Pesca Jorge Seif Jr. esteve em Ilhéus, BA, para o lançamento da pedra fundamental de um projeto inovador de Aquicultura em alto mar. 

Desenvolvido pela empresa norte-americana Forever Oceans, o projeto pretende investir milhões de dólares na criação de peixes na costa de Ilhéus.

"O setor de aquicultura e pesca nos últimos anos foi abandonado por governos anteriores" disse Jorge Seif, Secretário Nacional de Aquicultura e Pesca. Além disso, o Secretário Jorge Seif destacou atributos da costa brasileira e falou sobre a criação de peixes em alto mar. "O Brasil com 8,5 mil quilômetros de costa, um potencial enorme, uma das 10 ou 15 maiores costas do mundo, mas não produz até o momento um quilo de peixe na piscicultura marinha. Isso vai mudar a partir de agora." 

Com um investimento de R$ 300 milhões, a empresa Forever Oceans Brasil prevê a implantação de duas fazendas marinhas compostas por 12 gaiolas cada, com capacidade para a produção de 8.000 toneladas/ano em cada fazenda, a construção de um laboratório para a produção de alevinos de Olho de Boi, além de um frigorífico capaz de processar 100 toneladas de peixes por semana. As operações devem começar em 2023, com a geração de 100 empregos diretos e 400 indiretos.

A primeira etapa do projeto contempla o início das obras de implantação do Laboratório de Produção de Alevinos de Peixes Marinhos (Hatchery). A área para a instalação das fazendas offshore está licenciada pelo Ibama. Com isso, a Bahia dá um passo importante para a consolidação da cadeia produtiva de peixes em grande escala
Sérgio Rogério, presidente do Comitê Sul Bahia, que compareceu ao evento, falou sobre a importância do desenvolvimento da atividade pesqueira na cidade e no estado. "Ilhéus possui todos os requisitos necessários para que esse projeto de Aquicultura marinha se desenvolva com sucesso, desde as condições ambientais e climáticas, até a localização e rede de escoamento de produção." - disse Sérgio Rogério.
O secretário Nacional de Aquicultura e Pesca garantiu a colaboração do governo federal no desenvolvimento de mais um tipo de atividade pesqueira que garantirá divisas não só para o município, como também para o estado e a federação.
"O governo federal é um entusiasta da pesca, está totalmente à disposição para ajudar, para deixar o empresário trabalhar, dentro da lei, dentro das normas." disse Jorge Seif.
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domingo, 7 de novembro de 2021

O resgate do papel da mulher através da valorização da maternidade

Vivemos em uma época em que a influência anti-maternal do feminismo moderno está atingindo seu apogeu. O resultado, celebrado principalmente por ateus e neo-pagãos, é um inverno demográfico, efeito das taxas de natalidade mais baixas do que o necessário para manter a população de uma sociedade.

Felizmente, mulheres hoje se deparam com algo quase tão poderoso quanto o instinto maternal: a reação contra o feminismo. Pessoas em todos os lugares estão admitindo um crescente desconforto com uma visão de mundo que, insistentemente, propaga a ideia de que as mulheres devem lutar até mesmo pela emasculação dos homens.

Neste cenário vemos a ascensão da maternidade como a forma de resgate da essência feminina, uma resposta a toda ideologia alucinada que prega a masculinização da mulher como forma de igualdade de gênero.

É verdade que você pode escolher não ter filhos e ainda assim ter uma vida plena de outras maneiras. Porém, a maioria das mulheres acalenta o desejo de gerar a vida, de ser mãe. Sonhar com filhos é natural, faz parte da nossa própria necessidade de nos perpetuarmos neste mundo, de deixarmos nossa herança, nossa marca.

Faz tempo que esse sonho tão comum às mulheres, vem sendo depreciado. Ao longo dos anos sutis sementes foram lançadas com a intenção maligna de ridicularizar a maternidade,  transformando a essência feminina. Primeiro se buscou dissociar a mulher dos ideais emocionais, da pureza, da feminilidade, da estruturação do lar.  Vemos frequentemente como escolas, a cultura pop e mesmo nossas vidas sociais – agem para propagar a ideia de que a mulher idealizada pela mídia, executiva ou profissional liberal, é de alguma forma superior à mulher que se muda para uma cidade pequena com o homem que ela ama. 

Mas em meio a essa loucura e esse desastre há esperança. Mulheres e homens estão começando a perceber que a maternidade é uma vocação nobre. Um novo cenário que até a pouco tempo não poderia nem ser imaginado. 

O caminho da redescoberta da maternidade como elemento primordial na restauração da figura feminina tem sido o mais indicado para a recuperação do equilíbrio social através da estabilização da estrutura familiar. Não é fácil. E nessa jornada, mergulhamos em desafios gigantescos. Nesse universo, um simples olhar de soslaio para as mães que ficam em casa, especialmente aquelas com muitos filhos, é ato preconceituoso normal para os seguidores dos teóricos da revolução sexual. A discriminação é daí para pior. Afinal são anos de propagação de mensagens subliminares, de conceitos sendo espalhados por osmose através de programas, seriados de TV, filmes, livros e revistas. 

Um olhar de “rabo de olho” é gesto corriqueiro, em uma sociedade que ao longo de décadas se viu imbuída em rotular como fracassadas as mulheres que optaram por viver plenamente a maternidade. O resultado disso é que mesmo que muitas mulheres se sintam bem com as escolhas que fizeram, lá no fundo, uma parte considerável ainda anseia por uma validação externa.

Fazer a escolha de aproveitar ao máximo os filhos em uma determinada época específica da vida é uma decisão muito consciente e poderosa. De certa forma, é preciso mais coragem para resistir às recompensas financeiras e à adulação que vem de uma carreira profissional para buscar algo tão culturalmente desvalorizado como a maternidade e os deveres de uma dona de casa. Optar por algo que te remete às raízes da estrutura familiar, por incrível que pareça, pode levar a mais julgamentos do que se a mulher decidisse fazer um protesto nua em praça pública. Isso é consequência direta do viés feminista que se infiltrou em praticamente todas as áreas de relação social.

A maioria das mulheres ignora por completo a história do feminismo. Esse movimento se caraterizou ao longo do tempo por ter tido três momentos distintos, três ondas.

A primeira onda do movimento feminista aconteceu a mais de um século. As pioneiras desse movimento trabalhavam dentro do que poderíamos classificar como uma cosmovisão bíblica. Muitas eram cristãs comprometidas. Elas eram as chamadas feministas maternas. Maternas devido ao fato de que as características maternas foram empregadas para restaurar as mulheres ao seu papel de nutridoras de famílias. Feministas porque resistiram às estruturas dominadas pelos homens para resgatar mulheres e crianças de fábricas exploradoras.

A segunda onda feminista ocorreu em meados do século 20. As representantes desse momento podem ser classificadas como humanistas seculares. Elas afirmaram a dignidade da feminilidade, mas ridicularizaram o papel único das mulheres como mães. Elas procuraram reverter as vitórias das feministas maternas descartando a maternidade pelo mercado, a família pelo sexo livre, a maternidade pelo aborto, passos fundamentais quando levarmos em conta o direcionamento pretendido por essa onda do movimento: a destruição da estrutura familiar, através da aniquilação dos papéis feminismos e masculinos.

No final do século 20, o feminismo entrou em sua terceira onda, que continua liderando o declínio da sociedade até os dias atuais. As “feministas” dessa terceira onda são chamadas de igualitárias radicais. Elas propagam a transcendência da sexualidade como forma de liberdade, como ideal a ser alcançado por toda a humanidade. Seu objetivo é a androginia, apagando todas as distinções entre masculinidade e feminilidade e concretizando assim o objetivo de destruição definitiva do conceito de família como célula mãe da sociedade. Na busca pelo alcance desse macabro ideal, o aborto, incesto, pedofilia, zoofilia e análogos são vistos e aceitos como “novo normal”.

O filósofo pós-moderno francês Michel Foucault (1926-1984) pode ser considerado o pai da androginia. Na sua tortuosa concepção, a sexualidade é uma escolha de estilo de vida: a pessoa escolhe ser heterossexual, homossexual, bissexual, travesti, transgênero ou pedófilo. Tal teoria traz em si algo diabólico: o licenciamento de condutas independentemente de qualquer convenção social, costumes e até mesmo das leis.

Talvez ninguém promova e modele tanto essa teoria quanto Madonna, ícone da música pop. A cantora é capaz de identificar-se com a virgem mãe de Cristo, mas ainda assim ostentar centenas de parceiros sexuais. Outro exemplo desse modelo é o falecido Michael Jackson, que gradualmente se transformou em um ser andrógeno através de inúmeras cirurgias e procedimentos estéticos. Madonna moldou sua personalidade; Jackson esculpiu seu corpo. Esses e outros ícones pops, utilizando-se de seu estilo de vida e da influência e alcance de instrumentos midiáticos como a MTV, estão chamando jovens de todo o mundo para uma ordem andrógina, fomentando o surgimento de uma sociedade sem papéis definidos, onde homem e mulher são aniquilados e substituídos por seres assexuados.



Em agosto tive a honra de participar de uma reunião com o escritor norte-americano Darrow Miller, a Ministra Damares Alves, a secretária-executiva Viviane Petinelli e várias lideranças conservadoras do Brasil. Na ocasião debatemos exatamente o tema que abordei neste artigo: O resgate do papel da mulher através da valorização da maternidade. Foi uma oportunidade ímpar para quem acredita que podemos sim recuperar valores essenciais para o restabelecimento do equilíbrio social através da estruturação da família. Agradeço a querida Lícia Melo pelo convite.

Precisamos resgatar a essência feminina. Feministas maternas sabiam que a nação só poderia prosperar se a família fosse forte. As feministas de hoje se esqueceram de que "A mão que balança o berço governa o mundo." Para que a família seja restaurada, o trabalho essencial da mulher para nutrir e educar a próxima geração de líderes deve ser reconhecido e aplaudido. É através da valorização da maternidade que reestruturaremos a família. Mulheres que priorizam a criação de seus filhos não têm motivos para se sentir inadequadas. E não há absolutamente nada do que se arrepender; há tudo para amar e desfrutar. Elas têm nosso maior recurso natural em suas mãos: o futuro dos filhos.

A mulher de hoje representa uma mulher pró-vida e pró-família que desafia corajosamente uma nova geração de mães que disponham das mesmas virtudes.

O mundo precisa de mulheres que adotem a maternidade como base para uma sociedade saudável, mães que defenderão seus filhos em casa e na arena pública e nos conduzirão de volta ao casamento e à família como a raiz de uma ordem social saudável.

Aproveito a oportunidade para parabenizar a Ministra Damares Alves pelo excelente trabalho à frente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Sob o comando dessa mulher guerreira, as pautas ligadas a essas pastas estão realmente avançando em nosso país.  Parabenizo também a Secretária Nacional da Família, a grande jurista e advogada Angela Vidal Granda Martins por dirigir dessa batalha em prol do resgate da família. Não poderia deixar de parabenizar também Viviane Petinelli, Secretária Executiva Adjunta pelo excelente trabalho que tem feito no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Mulheres de fibra! Mulheres brasileiras!
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domingo, 10 de outubro de 2021

Advogado é preso com 35 mil vídeos de pornografia infantil no Rio de Janeiro


Daniel Pinheiro, um advogado de 40 anos, apontado pela polícia como mantenedor de uma das maiores redes de material pornográfico infanto-juvenil do Brasil, foi preso em flagrante por policiais da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) na manhã da segunda-feira, dia 4 de outubro, num condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação faz parte da Operação Lótus, que combate a pedofilia e pornografia infantil no Brasil.

O suspeito já vinha sendo investigado pela DCAV, que conseguiu um mandado de busca e apreensão para a residência do advogado e seu escritório, em Jacarepaguá, também na Zona Oeste, além da quebra do sigilo de dados. As ordens judiciais foram dadas pela 21ª Vara Criminal da capital.

Nos equipamentos apreendidos, peritos do Setor de Informática do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) conseguiram localizar mais de trinta e cinco mil vídeos em que crianças pequenas aparecem em diversas práticas de sexo explícito com adultos. O material chocou mesmo os policiais mais experientes: nas imagens foram encontradas cenas de crianças de 3 a 6 anos de idade em práticas de sadomasoquismo.

A ação fez parte de medidas preventivas e repressivas do DGPE, tendo em vista a comemoração neste mês do Dia das Crianças. O advogado não teve direito à fiança e foi encaminhado para a audiência de custódia no Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
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domingo, 26 de setembro de 2021

Alexandre Garcia é demitido da CNN por defender tratamento precoce


A censura contra conteúdos classificados como Conservadores e de Direita avança a cada dia no Brasil não só nas redes sociais como também na mídia tradicional.

O episódio mais recente envolveu o jornalista Alexandre Garcia e a Rede de TV CNN.

Durante o programa LIBERDADE DE OPINIÃO, Alexandre Garcia falou, de maneira bem corriqueira, sobre os medicamentos usados para o tratamento do Covid-19. O jornalista fez comentários inteligentes e reflexivos, buscando despertar o público para as várias variáveis que envolvem a problemática da pandemia. Mas apesar da clareza com que o jornalista  colocou as palavras, o público foi surpreendido com a demissão.

Em comunicado oficial divulgado na noite da última sexta-feira, 24 de setembro, a CNN Brasil afirmou que “reincidiu” o contrato com o jornalista Alexandre Garcia. O motivo: a rede de TV alegou que ele defendeu o tratamento precoce contra a Covid-19.

“A decisão foi tomada após o comentarista reiterar a defesa do tratamento precoce contra a Covid-19 com o uso de medicamentos sem eficácia comprovada”, diz um trecho da publicação. O quadro ‘Liberdade de Opinião’ continuará na programação da emissora, dentro do jornal ‘Novo Dia'”, declarou em nota a rede de TV.

Uma situação surreal! Uma atitude que um veículo de comunicação nunca poderia tomar. A mídia verdadeira, aquela que defende a imparcialidade, que tem um compromisso de mostrar o fato e seus desdobramentos, nunca iria oprimir a opinião de um jornalista, muito menos em um quadro de comentários.

Esperamos que essa iniciativa da CNN não encontre eco em outros veículos. Caso contrário, estaremos enveredando por um caminho perigoso, onde a censura é quem pauta a mídia.

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Presidente da Croácia diz que imprensa causa ‘pânico’ e critica CNN


O presidente da Cróacia, Zoran Milanović, saiu em defesa da liberdade de escolha da população e declarou que pessoas foram “vacinadas o suficiente” e que os cidadãos do país serão livres para viver como quiserem, sem a interferência do governo.

Como essa declaração, Milanović causou mais do que desconforto entre os líderes de estado na Europa. E ele foi além: a atitude do presidente acabou por classificar como autoritarismo médico e histeria diante da Covid-19, a condução dada à pandemia pela mídia da Croácia.

“A Croácia não está ‘suficientemente vacinada’, ao contrário da média da União Europeia. Estamos com apenas 50%“, declarou o mandatário a repórteres. “Eu não ligo. Estamos suficientemente vacinados e todos sabem disso”, acrescentou Milanović.

“Precisamos saber qual é o propósito desse frenesi. Se o objetivo é erradicar o vírus completamente, então temos o objetivo. Não ouvi que esse era o objetivo. Se alguém me disser que é um objetivo, direi que ele perdeu o juízo”, declarou o presidente.

O presidente enfatizou que é “impossível” erradicar a doença antes de atacar a grande mídia que prejudica o debate público.

“Começo todos os dias assistindo à CNN e esses poucos canais e me pergunto se sou normal ou se eles são malucos. […] Eles estão causando pânico. Eles têm feito isso desde o início”, disse Milanović.

“Não há vida sem risco, sem possibilidade de adoecer. As pessoas adoecem devido a milhares de outras coisas mais sérias e, durante esse tempo, falamos sobre a Covid há um ano e meio”, concluiu o governante.
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