domingo, 12 de julho de 2020

Jovem mãe é morta a tiros por discordar do Black lives Matter



O vandalismo e a onda de crimes perpetrados pelos apoiadores do Black Lives Matter vem tomando proporções cada vez mais fatais nos Estados Unidos. No último domingo, uma jovem mãe de apenas 24 anos, foi assassinada a sangue frio apenas por discordar do ponto de vista de membros do BLM.

O crime aconteceu em Indianapólis, estado de Indiana, nos Estados Unidos

Jessica Doty Whitaker retornava para casa, acompanhada do noivo e de mais dois amigos, após participar de um evento. A família da vítima relatou que o incidente começou com uma discussão entre o grupo de Jessica e um grupo de adeptos do Black Lives Matter sobre a questão da vida negra. Jessica teria dito aos membros do Black Lives Matter a seguinte frase:" All lives matter" (todas as vidas importam).

Após a discussão, os dois grupos se separaram. O noiva Jessica, Jose Ramirez acreditou que os agressores haviam ido embora. Mas ele estava engado. Eles aguardaram o grupo nas proximidades de uma ponte e ao avistarem Jessica abriram fogo contra ela.


O avô da vítima postou em seu Facebook que "múltiplos agressores negros atiraram na cabeça dela” e concluiu indagando: "Por que alguém não está indignado com isso?"

O crime contra Jessica Whitaker demonstra o grau de nocividade das ações do Black Lives Matter. Em vários estados e em diferentes cidades, as ações do BLM atingiram índices alarmantes de violência e vandalismo. Em Mineápolis, mais de 1500 estabelecimentos comerciais foram depredados, incendiados, saqueados e destruídos em atos que se diziam ser representações do BLM.

Jessica deixou um filhinho de apenas 3 anos de idade.


“ É difícil dizer a ele que sua mãe está no céu e se você quer falar com ela, precisa olhar para cima e dizer: 'Eu te amo mãe. Estamos passando por muita coisa.O menino de 3 anos nem entende realmente. Eu só quero justiça para Jessica, seu filho e sua família." explicou  Jose Ramirez, o noivo de Jessica.
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quarta-feira, 8 de julho de 2020

A verdade sobre ser mulher em um país socialista


A tragédia socialista na Venezuela trouxe à baila uma discussão um tanto quanto espinhosa para os esquerdistas, especificamente para as mulheres da esquerda: num sistema opressor, os direitos da mulher simplesmente deixam de existir.


Muitas feministas, na verdade a grande maioria, endeusam homens como Lula ou Fidel Castro, cultuando-os como líderes supremos. Mas, poucas, muitos poucas, admitem os malefícios do socialismo para a luta dos direitos das mulheres.

Vamos pegar o exemplo do que vem ocorrendo na Venezuela para mostrar que, quando o capitalismo acaba e o socialismo reina, os direitos da mulher são totalmente extintos.

Não é possível existir o tal empoderamento feminino em qualquer lugar onde a economia de mercado tenha sido destruída. É nesse cenário de destruição econômica, maquiado de bem sucedida economia socialista, que encontramos a mais degradante consequência: a explosão da prostituição como atividade de sobrevivência.

Cuba, com suas prostitutas com curso universitário, é um caso mundialmente conhecido — um fenômeno do qual o próprio Fidel Castro escarnecia e fazia graça.

Mas Cuba não é o único local socialista onde mulheres são degradas ao extremo em troca de sua própria sobrevivência.

Em junho de 2018, a Thompson Reuters Foundation divulgou uma reportagem sobre a situação das venezuelanas que fugiram da miséria e da fome na Venezuela para se prostituirem na Colômbia.

Selecionamos um trecho inicial para que você, caro leitor, possa começar a entender a dimensão do problema.

Venezuelanas se prostituem para sobreviver em cidade fronteiriça na Colômbia

Cúcuta, Colômbia - Sentadas nos degraus de uma estátua e cercadas por motéis imundos, lanchonetes e bares, Andrea e Carolina dizem que deixaram a Venezuela para escapar da fome. 

Elas agora vendem seus corpos para sustentar suas famílias. 

"Se eu não fizer isso, eu e meus filhos não comemos. É simples assim", disse Andrea, de 26 anos, que chegou à Colômbia há quatro meses, deixando suas três crianças e sua mãe. 

"O dinheiro que eu mando de volta é o que eles usam para sobreviver." 

Para Carolina, de 30 anos, um bom dia de trabalho significa conseguir três clientes, o que representa cerca de 30 dólares. Um terço disso é gasto em um quarto de motel para levar os clientes, e também em preservativos, alimentos e aluguel em um quarto dividido com quatro outras mulheres. 

"O que eu ganho aqui em um dia dura mais do que um mês para a minha família na Venezuela", disse a mãe de quatro crianças.



O que vemos retratado nas palavras de Andrea e Carolina é inquestionável: o socialismo venezuelano destruiu a moeda do país, acarretou uma inflação descontrolada e um desabastecimento generalizado.

E Carolina vai além. Ela conta o que teve que fazer para poder se prostituir e garantir a sobrevivência dos filhos.

Carolina diz que o salário mínimo na Venezuela cobre apenas o custo de um kilograma de arroz ou um pacote de ovos. A situação estava tão ruim que ela finalmente decidiu pagar 9 dólares a uma gangue para fazer a travessia até a Colômbia através de um caminho ilegal. 

Até recentemente, ela nunca havia imaginado que poderia acabar vendendo seu corpo na Colômbia. 

"Eu não era prostituta na Venezuela. Eu tinha um emprego normal", disse Carolina que já trabalhou como recepcionista em uma empresa.



A cidade de Cucutá, na Colômbia acabou se tornando o ponto de apoio para os venezuelanos mais pobres, aqueles que não tem recursos financeiros para pegar um ônibus e ir para outras cidades ou até mesmo outros países, como Brasil, Peru, Chile ou Equador. O cenário na cidade colombiana é desolador. Mães com bebês no colo imploram por qualquer tipo de ajuda, jovens menores de idade se vendem por míseros dólares e, em meio a tudo isso homens desfilam com cartazes anunciando que compram cabelos. Não tem como não recordar da lamentável cena do romance Os Miseráveis, do escritor francês, Victor Hugo, onde a personagem Fantine vende seus cabelos.


De acordo com dados do final de 2017, nove em cada dez venezuelanos (87%) estavam abaixo da linha da pobreza. Para se ter uma ideia da rapidez da deterioração econômica do país, essa cifra era de "apenas" 48% em 2014. A pobreza praticamente dobrou em apenas três anos.

Como a água e a eletricidade se tornaram escassas, os hospitais não conseguem funcionar com as mínimas condições de higiene sanitária. As consequências disso são funestas. A mortalidade infantil disparou, pois as crianças nascidas sob tais condições insalubres e sem acesso a alimentos têm poucas chances de sobrevivência. Segundo dados divulgados pelo próprio governo, houve um aumento de 30% nos óbitos de crianças e um salto de pelo menos 65% nos falecimentos de gestantes em partos. Aqui cabe uma rápida reflexão: Nessas circunstâncias onde ficaram os direitos das mulheres?

Mas engana-se quem pensa que a Colômbia é o destino apenas das mulheres pobres e sem alternativa. O país passou a ser também o local de trabalho de venezuelanas ricas.

Uma reportagem publicada em agosto de 2018 pela revista Newsweek falava sobre um bordel colombiano no qual trabalhavam 60 mulheres. 58 eram venezuelanas. Em setembro de 2017, o jornal Miami Herald havia publicado uma matéria onde entrevistou Gabriel Sánchez, um homem que administrava um bordel repleto de venezuelanas, na cidade de Arauca, Colômbia. De acordo com o entrevistado, entre as prostitutas de seu bordel estavam professoras, médicas, profissionais liberais e uma engenheira de petróleo. Todas venezuelanas.

A realidade da Venezuela nos mostra o que realmente é o socialismo e ensina às mulheres uma verdade: apenas em uma economia de mercado, as mulheres são livres para escolher sua profissão, livres para utilizar o dinheiro que ganharem da maneira que mais lhe for conveniente. Só no capitalismo elas podem trabalhar no que quiserem e gastar seu dinheiro com o que quiserem.

Essa é a verdadeira liberdade. Esse é o verdadeiro "empoderamento" feminino.

Antagonizando com toda essa ideia de liberdade, vem o socialismo. Nesse sistema não há liberdade de escolha de profissões simplesmente porque nem sequer existem profissões para optar. Isso porque o socialismo, por definição, aniquila todo o sistema de divisão do trabalho que surge naturalmente em uma economia de mercado.

Por não haver divisão do trabalho, não há economia de mercado. Não há estruturação  econômica, nem profissões. Consequentemente, no socialismo, a mulher não pode — e não tem como — se dedicar àquilo de que gosta. Não há como sobreviver trabalhando na profissão que deseja ou exercer funções que lhe agradem. Isso se torna um sonho distante, uma utopia.

Sem profissões e sem liberdade de escolha, as mulheres obrigatoriamente se tornam submissas. É aqui o momento em que o socialismo mostra sua verdadeira face de opressão aos direitos das mulheres. Sem ter alternativa, elas são obrigadas a recorrer a qualquer atividade que retorne um mínimo possível para a garantia da sua sobrevivência e, muitas vezes, dos próprios filhos. É o fim da linha, o último estágio da degradação feminina. Ao chegar nesse ponto, elas irão recorrer àquela atividade que sempre existirá em qualquer cenário econômico, pois sua demanda sempre é garantida: a prostituição.

O consolo para as mulheres que ainda, e apesar de tudo, defendem o esquerdismo e a agenda progressista é saberem que no socialismo, todas as mulheres, ricas e pobres, acabam se tornando iguais. Todas são niveladas por baixo. A tão defendida "igualdade social" é plenamente alcançada quando a última mulher é vencida pela fome e vende seu corpo por um pedaço de pão.

Links

Link para reportagem da Revista Newsweek

Link para matéria do jornal Miami Herald

Link para artigo da Thompson Reuters Foundation
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terça-feira, 7 de julho de 2020

40 anos da mulher na Marinha do Brasil



Hoje, dia 07 de julho comemora-se os 40 anos do ingresso das mulheres nos quadros da Marinha do Brasil.

A data remete à criação do Corpo Auxiliar Feminino da Reserva, ocorrido em 7 de julho de 1980, por iniciativa do então Ministro da Marinha, Almirante de Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca. Pioneira, a MB foi a primeira entre as Forças Armadas brasileiras a admitir mulheres em seu efetivo, que compõe mais de oito mil integrantes. Desde então, a data histórica entrou para o calendário marinheiro, sendo celebrada nacionalmente.

São 40 anos de um trajetória de conquistas.

Em 1985, pela primeira vez, uma mulher ingressava na Base Área Naval de São Pedro da Aldeia-RJ para ser precursora na realização de uma missão em aeronave militar. Cinco anos depois, em 1990, uma oficial embarcava no Submarino ‘Tupi’ para participar da avaliação operacional dos sistemas de bordo.

Ainda nos anos 90, em 1997, após uma reestruturação de Corpos e Quadros, as mulheres ampliaram sua participação na Marinha e começaram a figurar nos processos seletivos para cargos de direção e comissões diversas, inclusive as permanentes no exterior. 

No inicio do século XXI, em 2001, a primeira mulher ingressou para o Curso de Formação de Sargentos Músicos do Corpo de Fuzileiros Navais. 

Durante esta última década, novas grandes conquistas foram alcançadas: em 2012, a Marinha promoveu a primeira mulher ao posto de Oficial-General, um marco significativo nessa bonita história.

Em 2014, as mulheres chegavam à Escola Naval para integrar o Corpo de Intendentes da Marinha e, poucos anos depois, em 2018, também passaram a ter opção de escolha pelo Corpo da Armada e de Fuzileiros Navais, completando, assim, o processo de inclusão das mulheres, em todos os corpos e quadros da Marinha.

O Ideias Barbara's deixa aqui nossas sinceras homenagens a todas essas guerreiras brasileiras, mulheres de fibra que abrilhantam a nossa Marinha.

Parabéns, Meninas!

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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Congresso do peru aprova fim da imunidade parlamentar


O Congresso do Peru aprovou ontem uma reforma constitucional que elimina a imunidade para os parlamentares e presidente.  decisão veio logo depois que o governo anunciou um referendo sobre o tema para 2021. 

O anúncio da nova alteração da constituição peruana foi feito pelo Congresso, através do Twitter.

"Plenário Virtual aprova a reforma constitucional que elimina a imunidade parlamentar e reduz outras prerrogativas; alcança o presidente da República, ministros de Estado e outras autoridades"

O presidente peruano, Martín Vizcarra, havia anunciado algumas horas antes que em 2021 submeteria a um referendo sua proposta de reforma para eliminar a imunidade parlamentar, depois que o Congresso rejeitou a medida. Após o anúncio, o Congresso aprovou em uma nova sessão virtual - com 110 votos a favor e 13 contra - a reforma constitucional que elimina a imunidade para os parlamentares e altos funcionários públicos, como presidente e ministros.

Com a nova votação, o Congresso também estabeleceu que o presidente pode ser acusado por crimes contra a administração pública cometidos durante seu mandato ou antes de assumir o poder. O presidente do Congresso, Manuel Merino, anunciou que a reforma constitucional deve ser ratificada na próxima legislatura, que começa hoje.
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Padre Zezinho posiciona-se contra declarações do padre que atacou o presidente durante missa


Esta semana, internautas de todo o Brasil ficaram perplexos diante das declarações de um padre da cidade de Artur Nogueira, no interior de São Paulo.

O sacerdote usou o momento do sermão da missa para atacar o presidente Bolsonaro. Em suas palavras, o padre agrediu verbalmente o presidente, chegando ao ponto de chamar Jair Bolsonaro de “bandido”. Porém, o ápice de todo essa sandice foi quando o sacerdote declarou que os fiéis que votaram em Bolsonaro deveriam se confessar.

Como já era esperado, as declarações do padre, além de chocarem os fiéis, provocaram polêmica entre o clero católico.

O conhecido Padre Zezinho, de 79 anos, considerado o precursor do movimento dos padres comunicadores no Brasil, escreveu um texto no qual, sem citar nomes, repreende a atitude do colega sacerdote.

“Padre deve trabalhar para a unidade, mesmo que seu coração seja de direita ou de esquerda ou de centro. A prudência no altar e no púlpito exige dele que anuncie ou denuncie, sem causar rupturas e ódio entre fiéis”, escreveu Zezinho.

Os documentos da Igreja Católica são claros a respeito dos limites do engajamento de padres na política, mas essas normas são historicamente desrespeitadas, a começar por bispos que ajudaram na fundação do PT. O enraizamento do comunismo dentro da Santa Igreja também é fonte de acirrados debates entre alas católicas.

Aos 79 anos, autor de 103 livros, com 1.700 músicas gravadas e estrela de CDs que já venderam mais de 20 milhões de cópias, Padre Zezinho ainda deixou mais um recado ao colega de sacerdócio.

“O púlpito é da Igreja, não do padre. Se tem pretensões políticas, peça licença e siga seu coração direitista ou esquerdista ou centrista. Mas não use o púlpito para dividir o povo católico”, acrescentou Pr. Zezinho.
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domingo, 5 de julho de 2020

J.K. Rowling, autora de Harry Potter, enfrenta agenda globalista LGBT


Autora da saga Harry Potter, a escritora J.K. Rowling se envolveu em uma polêmica no Twitter,  neste fim de semana. Através da rede social, a britânica comentou o artigo da (plataforma de mídia) Devex “Criando um mundo pós-COVID-19 mais igual para as pessoas que menstruam".

Sobre o texto, Rowling tuitou: "Pessoas que menstruam. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas.”

Um comentário simples. Nada demais. Porém, a turma da lacração resolveu se meter.

Internautas lacradores julgaram os comentários de Rowling de "anti-trans" e "transfóbicos", já que, segundo eles, pessoas trans e não-binárias também podem menstruar. 

Estranho, né... Mas vamos nós...

Rowling continuou defendendo seu ponto de vista, que diga-se de passagem também é o nosso. A escritora continuou tuitando e criticando a ideia de que sexo é algo construído.

"Se o sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se o sexo não é real, a realidade vivida das mulheres em todo o mundo é apagada. Conheço e amo pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a capacidade de muitos de discutir suas vidas de maneira significativa. Não é ódio falar a verdade", escreveu ela.


Ela acrescentou que respeita o direito das pessoas trans de viver confortavelmente e atacou as pessoas que a chamavam de “feminista radical trans-excludente”.

"Respeito o direito de todas as pessoas trans de viver da maneira que lhes parecer autêntica e confortável. Eu marcharia com você se você fosse discriminado por ser trans. Ao mesmo tempo, minha vida foi moldada por ser mulher. Não acredito que seja odioso dizer isso”, acrescentou.

Uma organização de direitos LGBT, Gay & Lesbian Alliance against Defamation (GLAAD), respondeu aos comentários de Rowling, dizendo que a autora se alinhou a uma ideologia que "distorce deliberadamente fatos sobre identidade de gênero e pessoas trans. Em 2020, não há desculpa para atingir pessoas trans.”

Parem o trem que eu quero descer...

A mídia globalista segue como sempre propagando seu discurso de ódio, fantasiado de igualdade. Sites do mundo todos propagaram a ideia de que a autora é transfóbica. Os resultados dessa campanha difamatória já estão sendo vinculados na rede.  Um livraria dos Estados Unidos chegou a retirar das prateleiras todos os livros da autora que se encontravam disponíveis para compra. Seguindoa loucura coletiva da nova cultura do "Cancelamento", muitos sites globalistas já apostam no "cancelamento" da autora.

Afinal de contas, qual foi o crime da J.K. Rowling ? 

Dizer a verdade?
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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Proibição do casamento gay é aprovada em reforma da Constituição Russa


Ontem os russos foram às urnas votar em um referendo que institucionalizaria uma série de emendas constitucionais. A última vez que os russos votaram para alterar sua constituição foi em 1993. 

Um dos tópicos que fazia parte desse pacote de alteração da carta magna russa era a definição jurídica do que seria considerado casamento pela lei russa: apenas a união entre um homem e uma mulher.

Mas o matrimonio como instituição heterossexual não foi a única medida que nos surpreendeu. Entre os outros pontos constantes na alteração constitucional, estavam  a inclusão da "fé em Deus" e princípios sociais como a garantia do salário mínimo e a revisão das pensões de acordo com a inflação.

O pacote apresentado aos cidadãos russos enquadrava as alterações como recentes na Rússia, abordando temáticas sobre "valores familiares tradicionais", afirmando "o casamento como uma união de homem e mulher,  frisando o respeito pelos filhos aos mais velhos e a confiança e cuidado de todas as gerações de uma família."

Tudo muito estranho, especialmente em se tratando de um país com ideologia comunista. Não foi a toa que o governo tentou agradar o povo.

O referendo, aparentemente destinado a restaurar a "proteção da família", também alterou a constituição da Rússia, para que o presidente Vladimir Putin pudesse se manter no poder até 2036. 

Putin propôs as emendas em março, enfatizando apenas a parte sobre o casamento como uma "união de um homem e uma mulher", e as novas referências oficiais a "ancestrais que nos legaram seus ideais e crença em Deus."

Os materiais promocionais do pacote de alterações constitucionais ocultaram o fato de que a presidência de Putin seria efetivamente prorrogada por mais duas décadas.

Perpetuar Putin no poder era o real objetivo do referendo.

A reforma constitucional foi validada por 77,92% dos eleitores russos.


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terça-feira, 30 de junho de 2020

TSE decide reabrir ações que pedem cassação da chapa Bolsonaro/Mourão



Por 4 votos a 3, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que duas ações que pedem a cassação da chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão devem retornar à fase de instrução do processo.


Por meio dessa decisão, os casos voltam a ser apurados pela Corte.

As ações referem-se aos ataques contra uma página no Facebook chamada de “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”. 

A página contava com milhões de seguidores e foi alterada com informações de apoio ao chefe do Executivo.

Entenda o caso

Em setembro de 2018, um grupo de Facebook chamado Mulheres Unidas Contra Bolsonaro teve seu perfil hackeado na rede social. Na ocasião, os supostos invasores trocaram o nome do grupo, a foto de capa e fizeram várias postagens. O Facebook interviu e devolveu a administração do grupo às criadoras originais. 

A tentativa de associar o Presidente Bolsonaro a esse ataque hacker é que motiva duas ações da chapa Bolsonaro/Mourão, foram ingressadas pelas coligações “Vamos Sem Medo de Mudar o Brasil” (Psol/PCB), do então candidato Guilherme Boulos, e “Unidos para Transformar o Brasil” (Rede/PV), da então candidata Marina Silva. .

O julgamento dos casos havia começado em novembro do ano passado, com o relator, ministro Og Fernandes, apresentando posição pelo arquivamento de ambos. Em seu voto, o magistrado havia pontuado que, mesmo que tenha sido comprovada a invasão da página por provas dos autos e por informações prestadas pelo Facebook, as investigações não foram conclusivas quanto à sua verdadeira autoria.

Ele acrescentou que a invasão ao perfil em rede social perpetrada por menos de 24 horas não teve gravidade capaz de causar ofensa à normalidade e à legitimidade do pleito que possa repercutir em outras áreas do Direito.

Os autores das ações, em contrapartida, pediam uma prorrogação dos prazos para que investigações fossem realizadas sobre a autoria do ataque à página antes que o caso fosse julgado.

O julgamento foi interrompido por pedido de vistas apresentado pelo ministro Edson Fachin, que solicitou mais tempo para examinar os processos e a existência de um possível cerceamento ao direito de defesa. Na retomada da análise do caso, no início de junho, o magistrado defendeu a necessidade de se garantir o direito dos autores de se produzir provas indicadas no processo e votou pela reabertura da fase de investigação policial.

O magistrado argumentou ser possível produzir provas periciais na internet – o que poderia indicar eventual vínculo entre os autores do ilícito e os então candidatos beneficiários da ação – e que o indeferimento do pleito precoce poderia implicar em prejuízo aos autores.
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