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segunda-feira, 1 de abril de 2024

STF forma maioria contra tese de que Forças Armadas atuam como poder moderador



O STF (Supremo Tribunal Federal) alcançou maioria de votos para estabelecer que a Constituição não permite uma “intervenção militar constitucional” e que as Forças Armadas não atuam como poder moderador. 

O placar de seis votos foi atingido nesta segunda-feira com o voto do ministro Gilmar Mendes. Os ministros estão analisando uma ação que trata sobre os limites constitucionais da atuação dos militares e sua hierarquia em relação aos Poderes. 

O julgamento começou na última sexta-feira, 29 de março, no plenário virtual do Supremo, e deve durar até o próximo dia 8 de abril. Mendes destacou a importância da intervenção da Corte para reafirmar que a Constituição “não admite soluções de força”. O ministro ressaltou que o momento para essa reafirmação é oportuno, considerando o aniversário de 60 anos do início do regime militar no Brasil.

Além de Gilmar Mendes, os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, André Mendonça também acompanharam o voto de Luiz Fux, o relator. Já o ministro Flávio Dino votou com o relator, mas foi além e sugeriu que o resultado do julgamento seja encaminhado para o Ministério da Defesa, a fim de corrigir “desinformações que alcançaram alguns membros das Forças Armadas”. Incisivo, Dino disse que “a função militar é subalterna” aos Três Poderes. “Lembro que não existe, no nosso regime constitucional, um poder militar. O poder é apenas civil, constituído por três ramos ungidos pela soberania popular, direta e indiretamente. A tais poderes constitucionais, a função militar é subalterna, como aliás consta no artigo 142 da Carta Magna”, comentou em seu voto o último membro a entrar na Corte. 

Os demais ministros ainda não se manifestaram sobre o assunto. 

A questão chegou ao Supremo por meio de uma ação apresentada pelo PDT em 2020, questionando o emprego das Forças Armadas pelo presidente da República com base no artigo 142 da Constituição.

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sábado, 26 de janeiro de 2013

Falência múltipla



Nosso poder judiciário está falido.
Hoje a lei não vale mais nada. Cada juiz interpreta a lei como lhe convém, julga de acordo com o que lhe dá na “telha”, dependendo de como está seu humor, quais são suas crenças pessoais e seus pontos de vista.
O mundo mudou, mas  o Judiciário não. Continua afundando cada vez mais.
A justiça nunca existiu, nunca existirá. 
Século após século, milênio após milênio, clamamos por justiça.
Reis, presidentes, governadores, parlamentares, todos prometem justiça ao povo, porém, a injustiça no mundo cresce galopantemente.
Enquanto o povo torna-se refém de um sistema de justiça falido, existe quem faça ressurgir a ideia de um novo referendo sobre o desarmamento.
Mais um gasto exorbitante de recursos públicos para fazer uma consulta popular sobre um tema já debatido socialmente. 
É o cúmulo. Afinal, de 2005 para cá, nada justifica a necessidade de nova consulta.
Então, que venha o novo referendo pelo desarmamento.
Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias.
Sim, sou totalmente pelo NÃO, até que o Governo Federal, Estadual e Municipal, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas que NÃO lhes cabe desarmar cidadãos de bem.
E aproveitando o tal novo referendo, se este chegar a se consumar, poderíamos inserir algumas outras questões bem mais interessantes:

• Voto facultativo? SIM!
• Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!
• Redução para um terço o número atual de Deputados Federais, Estaduais e Vereadores? SIM!
• Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso? SIM!
• Redução do número de ministérios, de 37 para 12? SIM!
• Fidelidade partidária absoluta? SIM!
• Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!
• Ampliação do Ficha-limpa? SIM!
• Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!
• Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público (elevando-se para a categoria de crime hediondo)? SIM!
• Atualização do código penal e de processo penal? SIM!
• Redução dos 20.000 funcionários do Congresso para um quinto? SIM!
• Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!
• Maioridade penal aos 16 anos? SIM!

O Brasil necessita olhar para si mesmo, para sua realidade geográfica, social e econômica.
Precisamos alterar nossa mentalidade, assumir posturas adequadas, modificar nossos maus costumes, substituir a cultura do jeitinho pela retidão e seriedade. 
Isso é possível!
Vamos tornar justa a nossa justiça!
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