Mais de três décadas após a morte de Kurt Cobain, em 5 de abril de 1994, em Seattle, o caso volta ao centro das discussões. Uma nova análise independente, publicada no International Journal of Forensic Science e repercutida pelo Daily Mail, trouxe questionamentos à conclusão oficial de suicídio divulgada na época.
No estudo, o especialista forense Brian Burnett revisitou laudos da autópsia e registros da cena da morte. Segundo ele, os indícios analisados seriam incompatíveis com uma morte instantânea causada por disparo autoinfligido. A nova avaliação também aponta que a quantidade de heroína encontrada no organismo do músico seria significativamente superior ao que se esperaria em um cenário de ação coordenada imediata após o consumo.
O debate não é novo. Em 2015, o documentário “Soaked in Bleach”, dirigido por Benjamin Statler, já havia levantado suspeitas sobre as circunstâncias da morte do líder do Nirvana. O filme apresenta a perspectiva do investigador independente Tom Grant, contratado inicialmente por Courtney Love, e reúne entrevistas e gravações que questionam a versão oficial, embora suas conclusões também tenham sido alvo de críticas e controvérsias.
Até o momento, não há anúncio de reabertura oficial do caso pelas autoridades de Seattle. A versão oficial permanece inalterada.
Mesmo assim, o tema continua mobilizando fãs e especialistas, mostrando que o impacto de Kurt Cobain ultrapassa gerações na música e também na história.

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