domingo, 13 de outubro de 2019

Damares responde ao Arcebispo: Ninguém da Direita introduziu crucifixo na vagina

Durante palestra, em evento realizado em São Paulo, a Ministra Damares Alves rebateu as críticas feitas à Direita pelo Arcebispo Dom Orlando Brandes, durante Missa no Santuário de Nossa Senhora Aparecida.
Ministra Damares durante palestra na CPAC Brasil


“Estou aqui há 24 horas e ninguém me ofereceu ainda um cigarro de maconha e nenhuma menina introduziu um crucifixo na vagina.” Desta forma a ministra Damares Alves, da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, abriu seu discurso em uma palestra em São Paulo, durante a CPAC Brasil.

Em tom missionário, ela foi responsável pelo discurso mais aplaudido da CPAC Brasil (Conferência de Ação Política Conservadora). Ela enalteceu o conservadorismo, defendeu o governo, reclamou de ideologia de gênero e criticou “o outro lado”.

“A cada dia eu me assusto da forma como eles estão nos vendo. Eles estão incomodados porque o Brasil já mudou”, afirmou a ministra, sob aplausos.

“O presidente machista entrega para o Brasil o Ministério da Mulher. Consegue entender a loucura que está na cabeça desse povo? Eles não estão entendendo nada!”, declarou a ministra. “O presidente machista já sancionou seis leis de proteção à mulher. Chora esquerda!”

Ela havia sido convidada para falar sobre os resultados do seu ministério. Ela, no entanto, afirmou que esperou 20 anos para participar de um evento como este e pregou a organização dos conservadores.

“Se a gente não se organizar, eles vão voltar, eles usam números, manipulam estatísticas, manipulam informações para jogarem sujo. Eles não estão mortos! Estão vivos!”, disse Damares.

“Vocês estão falando em reeleição? Eu estou! Precisamos de pelo menos 12 anos para mudar o Brasil.” completou a ministra.

As chamadas pautas de costumes foram o centro do discurso.

Damares criticou as propostas de legalização do aborto e descriminalização das drogas.

“Libera a maconha e protege os traficantes”, era isso que defendia a esquerda em 2014, ao se referir a um Projeto de Lei do então deputado Jean Wyllys.

A ministra também abordou outro tema controverso: o infanticídio indígena

“Em torno de 40 povos no Brasil matam suas crianças quando nascem filhas de mãe solteiras, gêmeas ou qualquer deficiência física e mental e povo que tava aí no poder diz que não pode salvar essas crianças porque é cultura. Hipócritas”,  esclareceu a ministra.

“Enquanto deixarmos os índios matarem suas crianças, eles serão um povo reduzido e pequeno, declarou ela

Damares acabou seu discurso em tom emocionado, ao lembrar do abuso sexual que sofreu na infância e reclamou da perseguição que tem sofrido desde que aceitou assumir a pasta.

“Foram cruéis comigo, foram muito malvados comigo. Não respeitaram a minha história, não respeitaram a minha dor. Riram de mim, riram quando eu tive a coragem de dizer pro Brasil que fui abusada sexualmente”, declarou.

Ela revelou já ter sofrido 179 ameaças de morte. “Estamos pagando nosso preço, mas a gente vai mandar um recado para a esquerda: quando a gente aceitou o desafio, sabia que não seria fácil. Pode bater, quanto mais bate, mais esse governo cresce”, conclui sobre gritos e aplausos em pé.
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A triste realidade da violência sexual na Suécia

A violência sexual não para de crescer na Suécia. Somente nos primeiros seis meses de 2019, ocorreram 1.060 estupros em Estocolmo, a capital do país. Esse número marca um aumento de 20% em relação aos 890 estupros registrados na cidade durante o mesmo período de 2018. De acordo com uma reportagem do jornal sueco Mitt i, uma média de cinco estupros acontece todos os dias em Estocolmo. Dos estupros que ocorrem, apenas 5% acabam em condenação criminal do estuprador por um tribunal.
Mas o que está por trás de uma estatística tão alarmante?

A impunidade.

Ninguém na Suécia, nem a imprensa, nem o governo, nem o povo, ousa identificar os estupradores, que na vasta maioria são muçulmanos do Oriente Médio e Norte da África. O ato de identificá-los é tratado como crime de racismo. Não, você não leu errado. O silêncio dos inocentes é o mais aberrante reflexo da paranoia racista no país. 

A situação de estupros na Suécia piorou tanto que o hospital de Södersjukhuset, na capital, foi forçado a estabelecer uma ala de emergência especial só para meninas e moças estupradas. A cada ano, cerca de  800 vítimas são tratadas lá. Dados desse mesmo hospital mostram que apenas 6 em cada 10 vítimas de estupro denunciam a violência sexual às autoridades, o que acaba implicando em impunidade para os criminosos sexuais.

A coisa tá tão feia por lá que até criaram um outro tipo de crime sexual. Em alguns casos, especialmente se a mulher conseguir escapar de um estuprador, a violência acaba não sendo classificada como estupro. Em casos como esses, o crime geralmente é classificado como “ameaça ilegal” ou “coerção ilegal.

De acordo com a emissora nacional SVT, de cada cem casos de estupros registrados, só cinco resultam em sentença criminal. Esses resultados são a principal razão que leva as suecas a desistirem que comunicar os ataques sexuais. 

A ascensão do multiculturalismo, atrelada à condescendência extrema das autoridades esquerdistas suecas para com estupradores muçulmanos,  africanos e árabes, acaba por implicar em uma dureza extrema para com cidadãos que identificam os estupradores,  o que está levando a violência sexual a níveis nunca antes vistos no país. É como se praticamente, já houvesse uma espécie de "descriminalização do estupro", especialmente quando as vítimas são meninas e moças suecas.

Vale lembrar que durante muitos séculos a sociedade sueca, de vasta maioria protestante, era conhecida como uma sociedade pacífica e ordeira onde estupro era uma ocorrência raríssima. 

Quarenta anos depois do parlamento sueco ter decidido, por unanimidade, mudar a homogenia Sueca de outrora para um país multicultural, os crimes violentos tiveram um crescimento de 300% e os estupros de 700%. A Suécia já está em segundo lugar em estupros, perdendo apenas para Lesoto, no sul da África.

Links

Link para Matéria sobre estudo do aumento dos casos de estupro em 2015 na Suécia

Link para Matéria sobre crescimento do Estupro na Suécia 2019

Link para reportagem do Jornal Sueco Mitt i
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sábado, 28 de setembro de 2019

Na contramão do pacote anticrime, deputados aprovam redução de pena para crimes hediondos

Mariana Bazza: vítima de bandido
reincidente no crime
Esta semana mais um crime hediondo chocou o país: o assassinato da jovem Mariana Bazza, estudante universitária, de apenas 19 anos, que residia na cidade de Bariri, interior de São Paulo.

Entenda o Caso

Mariana desapareceu na manhã de terça-feira, 24 de setembro, ao sair de uma academia de ginástica em Bariri (SP) e aceitar a ajuda de Rodrigo Pereira Alves para trocar um pneu do carro. Ela foi encontrada  morta, a facadas, depois que o suspeito confessou que o corpo estava em uma área de canavial, na zona rural do município de Ibitinga.

O criminoso

Segundo as investigações, Rodrigo Pereira Alves havia saído da prisão há cerca de um mês e tem passagens por estupro, roubo, extorsão e constrangimento ilegal. Ele estava cumprindo pena em regime semiaberto na Penitenciária de Ribeirão Preto entre abril e agosto deste ano, quando foi concedida a saída dele do sistema penitenciário para cumprimento do restante da pena em prisão domiciliar. Sua pena era de 7 anos, 11 meses e 27 dias por roubo e constrangimento ilegal. Anteriormente, Rodrigo já havia cumprido penas por estupro e extorsão, sendo liberado em novembro de 2014.

A tragédia que acabou com a vida de Mariana Bazza e marcou para sempre sua família e amigos coloca em debate uma antiga discussão: o mecanismo de progressão de regime do nosso código penal.

Deputados contra o Brasil

Nesta mesma semana, os parlamentares do grupo de trabalho que debatem o pacote anticrime do Ministro Sérgio Moro na Câmara dos Deputados, alteraram de forma criminosa uma das partes mais importantes do pacote: o endurecimento das penas para quem pratica crimes hediondos. A maioria dos deputados que compõem o grupo de trabalho, que se constitui praticamente de deputados de partidos de esquerda, votou a favor de uma emenda modificativa ao projeto que altera as regras para progressão de regime. Hoje, a lei permite o benefício após o cumprimento de dois quintos (40%) da pena, em caso de réu primário, e de três quintos (75%), se reincidente.

Pela emenda respaldada pela maioria dos deputados, o réu primário poderá ser transferido a um regime menos rigoroso após cumprir 16% da pena. Já os que forem reincidentes em crimes hediondos ou que resultem em morte poderão solicitar a progressão após cumprimento de 70% da pena. Algo totalmente inaceitável para nossa sociedade, algo que vai de encontro aos anseios da nossa nação, que clama por uma justiça mais rigorosa e combativa.

Lei de Crimes Hediondos
Em 2006, o ministro Marco Aurélio foi o
relator do caso que derrubou o cumprimento
integral da pena em regime fechado para
criminosos que praticaram
crimes hediondos

A Lei de Crimes Hediondos, em sua redação original que data de 1990, dispôs que a pena dos condenados pelos crimes desta natureza deveria ser cumprida integralmente em regime fechado, portanto, sem possibilidade de progressão de regime. O que respondia totalmente aos anseios da sociedade por conta da gravidade dos crimes por ela enquadrados. Mas a lei passou a ser questionada logo após sua entrada em vigor. A discussão chegou ao STF em 2006, que acabou por declará-la inconstitucional, após uma sessão que acabou com um placar de 6 X 5 em a favor da alteração no mecanismo de execução de pena.O debate sobre a progressão de regime para presos condenados por crimes hediondos chegou ao STF em fevereiro de 2006, por meio do Habeas Corpus (HC) 82959, impetrado por Oséas de Campos, criminoso condenado a 12 anos e três meses de reclusão por  molestar três crianças entre 6 e 8 anos de idade. Buscou-se que o Supremo se manifestasse a favor da inconstitucionalidade da Lei dos Crimes Hediondos, a fim de que o réu pudesse progredir de regime durante o cumprimento da pena. Na ocasião, os ministros Eros Grau, Marco Aurélio, Sepúlveda Pertence, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso e Gilmar Mendes defenderam a tese de inconstitucionalidade, definindo o fim do cumprimento integral de pena em regime fechado para condenados por crime hediondo.

A partir daí, a Lei de Crimes Hediondos passou por uma série de alterações legislativas. A redação atual dada pela Lei nº 13.142/2015, define um rol bem minucioso de crimes hediondos: homicídio, latrocínio, lesão corporal dolosa, extorsão qualificada pela morte, extorsão mediante sequestro, estupro (incluindo o estupro de vulnerável), epidemia com resultado de morte, favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável, genocídio e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

Voltando ao caso Mariana

Momento em que Rodrigo Pereira Alves é preso pela polícia
Como vimos no incio dessa discussão, o criminoso que vitimou a jovem  Mariana Bazza, já era um condenado por crime hediondo (estupro). Ele, que já havia também cometido outros crimes, foi posto em prisão domiciliar após cumprir apenas 04 (QUATRO) MESES  de uma pena de 7 anos, 11 meses e 27 dias, sendo beneficiado por mecanismos de regressão de pena. Alguém com a ficha criminal de Rodrigo Pereira Alves nunca deveria ter sido posto em liberdade, ainda que tenha sido sob a égide da "prisão domiciliar". Já foi comprovado que a maioria dos presos por crimes violentos torna-se reincidente. No Brasil, dados de 2014 do Conselho Nacional de Justiça mostraram que o índice de reincidência é 71,3%, levando-se em conta apenas os egressos do sistema penitenciário comum que foram condenados por crimes como homicídio, estupro ou abuso sexual, roubo qualificado (ou assalto à mão armada), agressão grave, latrocínio e sequestro.

O crime hediondo é considerado de extrema gravidade. Em razão disso, recebe um tratamento diferenciado e mais rigoroso do que as demais infrações penais. É inafiançável e insuscetível de graça, anistia ou indulto. É justamente por isso que torna-se inaceitável que parlamentares atuais julguem ser justo reduzir o tempo de cumprimento de pena para progressão de regime. Não é isso que a sociedade quer. Na verdade, a Lei dos Crimes Hediondos nunca deveria ter tido sua redação original alterada. Se tivesse mantido seu texto original, Mariana Bazza e tantas outras pessoas não estariam mortas, assassinadas por criminosos que foram beneficiados pela redução de cumprimento da pena para a progressão de regime. Os Ministros do Supremo e os parlamentares que respaldaram as alterações na Lei dos Crimes Hediondos tem as mãos sujas pelo sangue das vítimas dos bandidos que eles beneficiaram. 

Link para Projeto de Lei que aumenta tempo de cumprimento de pena para progreção de regime e liberdade condicional.
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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

STF julga caso que pode anular 32 sentenças da Lava Jato




O Ministro Dias Toffoli marcou para próxima quarta-feira, dia 25 de setembro, o julgamento que definirá se os réus que não colaboram com a Justiça têm o direito de se manifestar DEPOIS dos que colaboram.

Pelo Código de Processo Penal, todos os réus fazem suas alegações finais ao mesmo tempo, independentemente de colaborarem ou não com a Justiça. No dia 27 de agosto, a 2ª Turma do STF "inventou" que deve haver 2 momentos: um para os réus que colaboram, e outro para os que não.

Caso os juízes do STF sigam o entendimento da 2ª Turma, pelo menos 32 sentenças da Lava Jato serão ANULADAS!

A estratégia é baseada na mesma tese que beneficiou o ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine em julgamento na Segunda Turma, em agosto. Com a decisão do plenário, será fixada uma jurisprudência sobre o caso. Bendine foi o primeiro réu da Lava-Jato a ter uma condenação anulada no STF.

Segundo a força-tarefa de Curitiba, se o STF estender o entendimento do caso de Bendine a todas as ações com o mesmo prazo para apresentação de alegações finais de colaboradores e delatados, pelo menos 32 sentenças poderão ser anuladas. Elas envolvem 143 dentre 162 réus condenados nos últimos cinco anos pela operação Lava-Jato.

Mais uma vez o STF estará sambando na cara do povo brasileiro!

Uma vergonha!


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domingo, 22 de setembro de 2019

Traficantes reconhecem policial à paisana, torturam, matam e postam em redes sociais



O policial militar Filipe Araújo de Assis, lotado na UPP Pavão-Pavãozinho, foi encontrado morto na área rural de Queimados, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, na manhã do dia 13 de setembro, sexta-feira.

Filipe foi reconhecido por traficantes, sequestrado, torturado e assassinado.

No momento do crime, ele estava praticando corrida como fazia todas as manhãs, nas proximidades de sua residência. Filipe teria sido reconhecido por traficantes, em seguida espancado, amarrado, torturado e assassinado.

O assassinato e tortura foram fotografados e postados em redes sociais. 

Em respeito à família de Filipe, não postaremos aqui as cenas fortíssimas que culminaram em sua morte.

Após o crime, os bandidos tentaram criar um álibi, tentado dizer que teriam confundido o policial com um estuprador.

O militar foi sepultado no dia 14 de setembro, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio.

Infelizmente, a morte de Filipe será apenas mais um número nos registros de mortes de policias de todo o Brasil, a mídia não fará cobertura, não realizará reportagens especiais, os direitos humanos não procurarão sua família para oferecer ajuda... 

E é justamente por isso que não podemos nos calar. Chegou a hora de exigirmos de nossos parlamentares, a criação de mecanismos punitivos mais contundentes contra quem pratica crimes dessa monta contra agentes da lei. Precisamos proteger também aqueles que todos os dias arriscam suas vidas pela sociedade.

Registramos aqui a nossa total revolta contra esse crime brutal. Não existe pena criminal suficiente para esses vagabundos.

Que Deus conforte os familiares de Filipe, acalentando seus corações e amenizando sua dor.
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sábado, 21 de setembro de 2019

Uma noite com...


Não é nada incomum comprarmos um livro pela capa chamativa. E esse foi justamente o atrativo que inicialmente me seduziu na trilogia UMA NOITE COM...
Unindo o melhor estilo Marian Keyes, com histórias pitorescas dos bastidores de Hollywood, a autora Lucy Holliday constrói uma narrativa repleta de personagens hilários, decepções amorosas e desventuras do destino. Tudo tendo como pano de fundo a conturbada vida de Libby loomax, uma ex-atriz mal sucedida, que vira sua monótona vida de ponta-cabeça ao engatar um "sui generes" romance com um astro do cinema mundial, o famoso Dillon O'hara.

Uma noite com Audrey Hepburn...

Filha de um casal excêntrico, onde o pai é escritor e crítico cinematográfico e a mãe, uma ex-bailarina com aspirações ao estrelato, Libby ainda tem uma irmã que é um verdadeiro Karma: Cassidy, a eterna aspirante à estrela do cinema.

Libby vivia sufocada pela mãe opressora e mandona, que a obriga a seguir uma catastrófica carreira de figurante. Aos trancos e barrancos, ela consegue se sustentar, contando sempre com o apoio e a ajuda de seu melhor amigo, Olly. O destino muda o foco da vida de Libby quando, durante uma mudança, uma confusão na entrega da mobília acaba deixando em seu apartamento um enorme e fedorento sofá Chestwood. Sem poder devolvê-lo ou jogá-lo fora, Libby acaba por se conforma em ficar com a peça. A partir dá a história ganha um ingrediente especial: Libby passa a receber visitas de Audrey Hepburn. Isso mesmo! Você não leu errado. a famosa estrela de Hollywood passa a fazer aparições surpresas na vida de Libby. depois de achar que estava maluca, com um doença grave ou vendo espíritos, Libby e Audrey se tornam amigas.
Vivendo um romance conturbado com o enlouquecedor Dillon, tentando descobrir um novo talento (designer de joias) e enfrentando problemas familiares, Libby encontra em Audrey uma amiga compreensiva, calma e doce, que lhe dá enriquecedores conselhos.


Uma Noite com Marilyn Monroe...

Audrey sai de cena mas a vida de Libby continua uma bagunça. Até que Marilyn Monroe, a rainha do sex appel hollywoodiano aprece no velho Chestwood de Libby. Deslumbrada e sonhadora, Marylin empurra Libby para um sequência de decisões atrapalhadas e divertidas que sempre acabam por culminar em catástrofes, especialmente na vida amorosa.
Embora o campo amoroso esteja um caos, a vida profissional de Libby começa a deslanchar. Suas joias estão deixando estrelas do cinema encantadas. Graças a um poupudo investimento, feito pelo namorado do seu ultimo ex-namorado (parece confuso mas é isso mesmo, porque o lindo Adam, na verdade, era gay), Libby consegue estruturar e consolidar sua marca de joias e semi-joias. 
Com um carreira em ascensão, Libby passa a estampar capas de jornais e revistas, alcançando rapidamente o título de celebridade instantânea do mundo fashion. assim, não é surpresa quando Dillon retorna a sua vida, querendo ocupar o mesmo lugar de antes: dono do coração de Libby. Ressabiada, ela acaba cedendo, porém se arrepende quando descobre que seu melhor amigo Olly sempre foi apaixonado por ela. UAU! Essa menina é mesmo muito atrapalhada. Do sucesso financeiro à ruína emocional, Libby segue incredulamente seus impulsos.


Uma Noite com Grace Kelly

Pode prender o folego e suspirar ao mesmo tempo, porque Libby Loomax vai está mais enrascada do que nunca nesse último livro da série. Depois da sex Marilyn sair de cena, quem dá o ar da graça no Chestwood de Libby é a realeza em pessoa, a princesa de Mônaco, Grace Kelly. Imperiosa e mandona, ela vai ensinar à Libby importantes lições sobre determinação, objetivo e, a mais importante, até que ponto vale sacrificar o amor em nome da fortuna. 
Pois é, quando Libby resolveru dar uma bola ao Olly, já era tarde: ele já havia sido fisgado pela competente e boazinha Tash, uma médica linda, rica e tirada a boa samaritana. Um páreo duríssimo para Libby. Mas essa garota não esquenta o banco de reserva muito tempo e e mesmo sem querer acaba encontrando o príncipe dos contos de fadas de qualquer mulher: um milionários lindo, sex e carinhoso. Envolvida em uma relação que ela pensa ser sólida e verdadeira, Libby embarca de cabeça e decide subir ao altar com o lindo milionário. Mas, como já sabemos, nada na vida dessa mocinha é normal, então, não é surpresa que o casamento seja abortado na véspera, depois de uma confusão mega louca....
Se Libby Vai ficar com Olly? 
Se eles vão ter  um final feliz? 
Não conto!
Leiam e confiram vocês mesmo!






Sobre a Autora

Lucy Holliday escreveu sua primeira obra-prima aos 05 anos de idade: um poema de quatro versos, chamado "O carteiro é muito bom". Ela se divertiu tanto com a criação que resolveu se tornar escritora. Hoje, edpois do sucesso a trilogia Uma noite com...., ela vive em Londres com seu esposa e sua filha.




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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Os estragos deixados por Raquel Dodge

Raquel Dodge causou estragados gigantescos aos sair da PGR. O rastro de destruição deixou marcas em importantes diretrizes defendidas pela agenda do governo.


Raquel Dodge: ex-procuradora geral da república
deixa rastro de destruição ao sair do cargo
Nas duas últimas semana que antecederam sua saída, a ex-procuradora Geral da República engendrou ações contra o Escola sem Partido, Decreto de Armas do Presidente Bolsonaro, a favor do ensino de Ideologia de Gênero nas escolas, defendeu corruptos, nomeou novos servidores, e ainda, para finalizar, onerou a máquina pública reintegrando pessoas outrora desligadas de suas atividades junto ao governo.

Cronologia do Terror

Na segunda-feira, Raquel Dodge defendeu a inclusão no Plano Nacional de Educação (PNE) do ensino de identidade de gênero, em escolas dos níveis FUNDAMENTAL e MÉDIO. Trocando em miúdos: a ex-procuradora saiu em defesa da adoção da Ideologia de Gênero. A manifestação refere-se a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) contra dispositivos da lei que aprovou o PNE.


Ainda na segunda, a ex-procuradora-geral da República ajuizou ação no Supremo Tribunal Federal para suspender decreto do presidente Jair Bolsonaro que exonerou membros do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Na semana passada o Ministério dos Direitos Humanos, da Família e da Mulher revelou que diversas entidades, entre elas a CUT, ocupavam cadeiras de Conselheiros no CONANDA - Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. O Presidente Bolsonaro publicou decreto exonerando e extinguindo  participação de entidades de finalidade diversa do CONANDA.


Na terça-feira, ela enviou manifestações ao STF contra os Decretos de Posse e porte de Arma do Presidente Bolsonaro. Dodge defendeu a declaração de inconstitucionalidade de 6 decretos presidenciais, 3 ainda em vigor.


Dodge aparelhou "geral" a PGR distribuindo nomeações. A menos de uma semana de deixar o comando da Procuradoria-Geral da República, Raquel Dodge nomeou uma procuradora para uma comissão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Ela também requisitou sua chefe de gabinete, Ana Elisa Oliveira, para atuar pelo período de um ano como membro auxiliar da Comissão de Infância e Juventude do Conselho. A ex-PGR também nomeou procuradores para atuar na Procuradoria Eleitoral do Distrito Federal no período em que ela não for mais PGR.  Além disso, outros cargos e funções também tiveram indicações de Dodge, curiosamente efetivadas, nessa última semana.

A dep. federal Bia Kicis, uma das criadoras do
Escola sem Partido, manifestou sua indignação
contra o ataque de Raquel Dodge ao projeto

Na semana passada, ações da PGR livraram corruptos conhecidos de mais uma investigação. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu pelo arquivamento de um inquérito que investigava o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o senador Jader Barbalho (MDB-PA). O ministro Fachin baseou sua decisão em uma manifestação da PGR, leia-se Raquel Dodge, que concluiu pela inexistência de elementos para imputar os crimes a Calheiros e demais investigados.

No dia 17 de setembro, seu último dia como PGR, Raquel Dodge atacou o Escola Sem Partido, peticionando junto ao STF uma ação para derrubar o projeto. De acordo com a proposta da ação, o Escola Sem Partido seria retirado das localidades onde já fora adotado através de legislações municipais e estaduais, além de impedir que o mesmo seja implantado em novas localidades. Em outras palavras, o alvo dessa ação são as leis que proíbem a doutrinação política e ideológica de alunos do ensino fundamental e médio.


Isso foi apenas uma apanhado bem superficial do que Raquel Dodge deixou como legado para o povo brasileiro. O mais lamentável é que algumas dessas ações, especialmente a que ela engendrou contra o Escola sem Partido, não poderão ser revogadas pelo novo PGR.

Mais uma vez o judiciário coloca o povo brasileiro de joelhos, enfiando goela abaixo decisões e sentenças que vão de encontro aos principais anseios da nossa sociedade.


Links

Link para matéria sobre defesa do ensino de Ideologia de Gênero

Link para matéria sobre revogação dos decretos de armas do presidente Bolsonaro

Link para matéria sobre nomeação de servidores

Link para matéria sobre arquivamento de Processos contra Renan Calheiros

Link para matéria sobre reintegração de Conselheiros

Link para matéria sobre ataque ao Escola Sem Partido


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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Saiba como tirar a nova Carteira de Estudante Gratuita

O MEC - Ministério da Educação - lançou hoje o portal da ID Estudantil - Identidade Estudantil. A página traz todas as informações necessárias para obter a nova Carteira de Estudante, criada pelo governo Bolsonaro: Cadastro, Download do Aplicativo, esclarecimento de dúvidas. Além disso, o portal também tem um contador indicando quanto tempo falta para a data de início do processo.

O presidente Jair Bolsonaro assinou a medida provisória (MP) que criou a ID Estudantil em 6 de setembro. A MP foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) de 9 de setembro, data a partir da qual teve início o prazo de 90 dias para início da emissão das carteirinhas, que serão totalmente gratuitas para os estudantes.

A ID Estudantil poderá ser utilizada por todos os estudantes da educação básica (nível fundamental e médio), profissional, tecnológica e superior. O documento permitirá o pagamento de meia-entrada em shows, teatros, eventos culturais e outros benefícios garantidos aos estudantes.

Como baixar o aplicativo e fazer a ID Estudantil de forma gratuita?

Os alunos poderão adquirir a ID Estudantil por meio de aplicativos de celular. O download do app estará disponível na Apple Store e no Google Play. O documento também poderá ser feito fisicamente pela Caixa, gratuitamente. 

A data de lançamento do aplicativo é 7 de dezembro. 

PROCEDIMENTO DE CADASTRO 

* Em qualquer tempo após a data de lançamento, basta procurar pelo aplicativo: ID Estudantil e baixa-lo. É rápido e fácil. 

* Após o download do aplicativo, selecione a instituição de ensino em que você está matriculado e preencha os dados solicitados como: nome, e-mail e telefone. 

* Após esse procedimento, será gerado um QR Code seguro e o documento digital é disponibilizado no app. 

A nova carteira digital será válida enquanto o aluno permanecer matriculado em estabelecimento que forneça dados sobre os níveis e as modalidades de educação e ensino. O documento perderá a validade quando o estudante se desvincular do estabelecimento.


Viu? Será fácil e simples. Assista o vídeo abaixo e saiba mais:




Links

Portal ID Estudantil

Matéria sobre assinatura da MP que criou a ID Estudantil 


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