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quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Gaeco e Polícia Civil deflagram operação para combater abuso sexual infantil


Uma operação conjunta de grande escala foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (31) em São Paulo, envolvendo promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e policiais civis, com o objetivo de combater o abuso sexual infantil. 

A ação, que se estendeu por 20 Estados e o Distrito Federal, resultou na emissão de 94 mandados de busca e um de prisão. A operação revelou um número alarmante de criminosos que se passavam por crianças para atrair menores e induzi-los a produzir conteúdo sexual, que era posteriormente consumido e distribuído em plataformas como Telegram e WhatsApp.

A operação contou com a participação de diversas instituições, incluindo polícias civis e Ministérios Públicos de Estados como Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba e Rio Grande do Norte. Além disso, polícias militares de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso também estiveram envolvidas. 

Durante a ação, dispositivos eletrônicos foram apreendidos para análise forense, com o intuito de identificar outros envolvidos no esquema criminoso. Esta abordagem integrada foi crucial para o sucesso da operação.

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terça-feira, 4 de julho de 2023

Atriz de ‘Smallville’, acusada de envolvimento em culto sexual, deixa a prisão após dois anos


A atriz Allison Mack, conhecida por ter participado da série “Smallville”, foi solta ontem, segunda-feira, 3 de julho, após cumprir dois anos de prisão nos Estados Unidos, divulgou a imprensa internacional. 

Em 2021, a artista foi condenada a três anos por extorsão e conspiração após se declarar culpada das acusações de recrutar e preparar mulheres para um culto sexual. Sediado em Nova York, o chamado NXIVM era liderado por Keith Raniere, que foi preso em 2020 após ser condenado a 120 anos de prisão. As mulheres recrutadas eram marcadas com as iniciais do líder e obrigadas a fazer sexo com ele. 

Antes de ser sentenciada, a atriz pediu desculpas às vítimas e também à sua família, dizendo que suas ações enquanto estava no grupo eram “abusivas, repugnantes e ilegais”.

O juiz distrital dos EUA Nicholas Garaufis, que julgou o caso, chamou Alisson de “cúmplice essencial” de Keith. “Você voluntariamente escravizou, desestabilizou e manipulou outras mulheres para que, quando elas estivessem mais vulneráveis, acreditassem que lhe deviam obediência total e que qualquer coisa menos do que isso lhes causaria sérios danos pessoais e financeiros, você tirou delas seu senso para fazer suas próprias escolhas, você deu a elas ‘designações especiais’ para satisfazer os interesses sexuais do Sr. Raniere. O Sr. Raniere não poderia ter feito isso sem você. Vocês fizeram isso juntos”, pontuou o juiz na decisão.
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