Mostrando postagens com marcador sexo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sexo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Salvador registra quase 300 casos de ISTs em testes feitos no carnaval


Até a segunda-feira (16 de fevereiro), penúltimo dia oficial da folia em Salvador, a procura por testes de ISTs disparou nos circuitos. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, houve um aumento de 68% no número de exames em comparação com o mesmo período de 2025.
E o resultado? Quase 300 pessoas receberam diagnóstico positivo na capital.

👉 Salvador — Resultados positivos:
• Sífilis: 243
• HIV: 25
• Hepatite B: 7
• Hepatite C: 13
Total: 288 pessoas

No estado da Bahia, o crescimento foi ainda mais expressivo: 102% de aumento nos testes, saltando de 14.607 em 2025 para 29.479 em 2026.

👉 Bahia — Resultados positivos:
• Sífilis: 491
• HIV: 40
• Hepatite B: 9
• Hepatite C: 24
Total: 564 testes reagentes

(Fonte: SMS Salvador e Sesab)

Os números acendem um alerta, mas também mostram algo essencial: as pessoas estão buscando diagnóstico. E isso salva vidas. Testar é o primeiro passo para tratar, interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida.

A estratégia de testagem rápida nos circuitos já havia sido realizada também no São João e reforça como grandes festas populares precisam caminhar junto com políticas públicas de prevenção.

Folia é liberdade. Mas cuidado também é responsabilidade.
LEIA MAIS

quarta-feira, 16 de abril de 2025

Por unanimidade, Suprema Corte britânica decide que ‘mulheres trans’ não devem ser legalmente definidas como mulheres


A Suprema Corte britânica decidiu, por unanimidade, que a definição legal de “mulher” conforme a Lei de Igualdade de 2010 se refere ao sexo biológico. A decisão marca o desfecho de uma longa disputa judicial entre o governo escocês e o grupo de campanha For Women Scotland.

O tribunal foi chamado a interpretar os termos “mulher” e “sexo” na legislação de igualdade vigente na Inglaterra, Escócia e País de Gales. Os ministros rejeitaram o argumento do governo escocês de que pessoas trans com um certificado de reconhecimento de gênero (GRC, na sigla em inglês) deveriam ser consideradas mulheres para fins legais.

“A decisão unânime deste tribunal é que os termos mulher e sexo na Lei de Igualdade de 2010 referem-se a uma mulher biológica e sexo biológico”, afirmou o juiz Lord Hodge. Ele sustentou, porém, que o julgamento “não deve ser visto como um triunfo de um lado sobre o outro”, acrescentando que a legislação continua a proteger pessoas trans contra discriminação e assédio, por meio da característica legal de reatribuição de gênero.

A ação foi movida pelo grupo For Women Scotland, que argumentou que as proteções baseadas em sexo previstas na lei de 2010 só deveriam se aplicar a pessoas nascidas do sexo feminino. O governo escocês, por outro lado, sustentava que a Lei de Reconhecimento de Gênero de 2004 estabelecia a equivalência legal entre o sexo atribuído no nascimento e o sexo reconhecido por certificado oficial.

Ao sair do tribunal, ativistas do For Women Scotland celebraram a decisão com abraços e lágrimas. A cofundadora do grupo, Susan Smith, declarou: “Os juízes disseram o que sempre acreditamos ser o caso: que as mulheres são protegidas por seu sexo biológico. O sexo é real, e agora as mulheres podem se sentir seguras de que espaços e serviços destinados a elas são realmente para elas”.

A líder conservadora Kemi Badenoch classificou o resultado como uma “vitória para todas as mulheres que enfrentaram abuso pessoal ou perderam seus empregos por afirmar o óbvio”.

Um porta-voz do governo britânico disse que a decisão oferece “clareza e confiança para mulheres e prestadores de serviços, como hospitais, refúgios e clubes esportivos”, e alegou que “espaços de sexo único são protegidos por lei e sempre serão protegidos por este governo”.

Na prática, a decisão não altera o reconhecimento legal da identidade de gênero em outras áreas, mas delimita de forma clara os contornos legais da proteção baseada especificamente em sexo biológico.
LEIA MAIS

quinta-feira, 28 de julho de 2022

4º caso de cura do HIV no mundo recebeu transplante de medula


Médicos norte-americanos anunciaram o quarto caso de cura do HIV no mundo. Desta vez trata-se de um homem que convive com o vírus desde a década de 1980.

O paciente também tinha leucemia, passou por um transplante de medula óssea e está há 17 meses em remissão.

O quarto caso de cura do HIV foi apresentado na conferência Aids 2022, em Montreal, no Canadá. Ao comentar o anúncio, Sharon Lewin, presidente da Sociedade Internacional da Aids, disse: “A cura continua sendo o Santo Graal da pesquisa do HIV”.

O quarto paciente curado recebeu o transplante de medula óssea não para tratar o HIV, mas porque desenvolveu leucemia aos 63 anos. Hoje ele tem 66.

A equipe médica responsável pelo tratamento decidiu que ele precisava do transplante para substituir sua medula óssea doente por células normais. Por coincidência, o doador era resistente ao HIV.

O paciente foi monitorado de perto após o transplante, e seus níveis de HIV se tornaram indetectáveis, permanecendo assim há quase um ano e meio.

“Ficamos entusiasmados em informá-lo que seu HIV está em remissão e que ele não precisa mais tomar a terapia antirretroviral que estava usando há mais de 30 anos”, disse Jana Dickter, infectologista do hospital City of Hope.

Depois disso, o paciente de 66 anos, que pediu para não ser identificado, parou de tomar medicamentos para o HIV.

O quarto paciente curado disse estar “mais que grato” pelo vírus não poder mais ser encontrado em seu corpo.

O homem é conhecido como o Paciente City of Hope (“Cidade da Esperança”, em português) em homenagem ao hospital onde foi tratado em Duarte, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Ele lembra que muitos de seus amigos morreram de HIV no passado, antes da chegada dos medicamentos antirretrovirais, que dão aos pacientes uma expectativa de vida quase normal.

Em um comunicado, o homem disse: “Quando fui diagnosticado com HIV em 1988, como muitos outros, pensei que era uma sentença de morte. Nunca pensei que viveria para ver o dia em que não tivesse mais HIV”.

Outros curados

O primeiro paciente curado de HIV foi em 2011. Trata-se de Timothy Ray Brown – conhecido como o Paciente de Berlim

Outros três casos semelhantes foram registrados nos últimos três anos.

O paciente do City of Hope é a pessoa mais velha e que vive com HIV há mais tempo a ser tratada dessa maneira.

Embora tenham tido êxito, os médicos ressaltam que os transplantes de medula óssea não vão revolucionar o tratamento do HIV para os 38 milhões de pessoas que possuem  atualmente o vírus. Portanto, a camisinha continua sendo a forma mais eficaz de se proteger da Aids.

“É um procedimento complexo com efeitos colaterais significativos. Portanto, não é realmente uma opção adequada para a maioria das pessoas que vivem com HIV”, afirmou Dickter.
LEIA MAIS

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Cultura popular e a civilização ocidental: algumas considerações relevantes

A cultura popular está mais vulgar, egocêntrica, insípida, hedonista e desumana do que em qualquer outra época de nossa história.

Cultura deveria ser edificante, deveria enriquecer nossas vidas com anseio por conhecimento e apreciação da beleza. Porém, ao invés disso, nas últimas duas décadas a cultura popular pode ser definida como um cano de esgoto que despeja em nossos lares, escolas, ambientes de trabalho e convívio social, uma enxurrada de ícones, ídolos, padrões, normas e conceitos altamente questionáveis, repletos de conteúdos ridículos e qualidade grotesca.
Pela sua própria definição, a cultura popular sempre foi algo produzido em massa, para o consumo da própria massa.
Tenho certeza de que muita gente percebeu que durante os últimos 20 anos, a cultura pop tem se tornado vazia e obscena. Algo que pode ser considerado um ataque deliberado ao bom-senso.
Por que a cultura popular precisa ser tão forçada, artificial, vazia, sem sentido, grotesca e incrivelmente retardada?
Essa é uma pergunta fundamental!
Porque a partir dos anos 1920, os relativistas morais pós-modernistas, amantes da Teoria Crítica (a qual objetivava a destruição total da cultura ocidental) e niilistas do Marxismo cultural começaram a fazer a sociedade perder o controle. O pós-modernismo ansiava por apagar a distinção entre a alta cultura e a cultura popular, desejava virar tudo de cabeça para baixo. Resumindo, eles procuraram remodelar a sociedade a sua imagem. É por isso que tudo está tão feio, desde a arquitetura, à arte, à música, ao entretenimento...
Eles fazem com que tudo fique horrível. E qual o seu objetivo??
Sabotar completamente os fundamentos da civilização ocidental, deixando-a aberta à subversão e à submissão. - Click aqui e veja o vídeo em que Yuri Bezmenov fala sobre isso.
Comecemos analisando a televisão.
Uma infindável representação na TV de famílias desestruturadas, figuras masculinas fragilizadas, instituições degradadas, banalização da violência, niilistas grotescos com aspecto de drogados, estrelas de reality shows que são quase sempre exemplos puros e claros de narcisistas imorais e no limite da loucura, desprovidas de sentimento de culpa e que doutrinam a todos com a ideia de que isto é a realidade de fato, tornando normal a adoção desse tipo de atitude.
Assim, os expectadores começam a pensar que a TV é a realidade e  que suas vidas são irreais. Tornam-se capazes de fazer qualquer coisa que a TV mostre, aclame, sugestione ou ordene. Se vestem como na TV, comem como na TV, criam seus filhos como na TV e pensam como na TV. Isso é o que podemos chamar de loucura de massa.
Nos decadentes estágios finais de uma sociedade, o comportamento bizarro se prolifera e é legitimado pela cultura dominante. 
Está bem diante de nossos olhos, por trás do brilho que emana da tela de led. Veículos de comunicação fazem da patologia um fetiche, extrapolando qualquer limite. Assim sendo, vemos a exaltação, defesa e repercussão da pedofilia pelo mainstream, veículos de notícia e entretenimento. Em 2015 vimos o site Salon.com, uma das grande plataforma de notícias da internet, conceder espaço para pedófilos. Além disso, sites que expõem artigos e reportagens legitimando o acesso e a exibição da pornografia infantil tornam-se cada vez mais populares.  - Click aqui e conheça a verdadeira história do ativismo pedófilo no mundo.
Cena do seriado The Mick exibido pela Fox
2017 começa e a rede de TV Fox lança uma série chamada "The Mick", que mostra um menino transgênero, de 6 anos de idade, usando em uma das cenas uma mordaça de bola sadomasoquista. Improvável encontrarmos uma imagem mais estarrecedora sendo exibida em horário nobre.
Tudo isso tem a intenção de nos puxar para baixo. Uma vez que absorvemos esse tipo de degeneração, nosso filtro moral é irremediavelmente danificado. Estudos mostram que quanto mais se assiste à TV mais tendência temos a desenvolver depressão.
Uma pesquisa britânica feita em quase 4 mil residências da Escócia descobriu que 66% dos adultos que assistiam a duas ou mais horas de TV por dia eram obesos e tinham taxas muito mais elevadas de depressão e ansiedade. Curiosamente, a correlação entre a depressão e os hábitos de visualização televisiva foi suficientemente forte para que os bons hábitos de exercício não tivessem qualquer efeito benéfico, embora o exercício seja normalmente prescrito como uma medida de combate aos sintomas da depressão e outros tipos de transtornos de humor (estudo publicado no American Journal of Preventive Medicine, 2010).
Surpresos? 
Não deveriam. 
Afinal, tudo isso se deve à visão deturpada, corrupta e deformada da humanidade que a TV perpetua. Estamos sendo criados para a escravidão. Um tipo de escravidão tão hedionda que nos chega apresentada sob o dourado papel da liberdade. 
A cultura popular também é hiper sexualizada. Não é exagero notar que as imagens sexualizadas as quais somos bombardeados todos os dias pela TV, são infinitamente mais liberais do que eram há somente 25 anos atrás. Um dos grandes alvos dessa liberalização são as adolescentes. Um estudo publicado pelo Parents Television Concil mostra que Hollywood hiper sexualiza as meninas, de 12 a 17 anos, mais do que qualquer outro grupo retratado na telinha. Os resultados da pesquisa demonstram que a ânsia de Hollywood não é só por objetificar e fetichizar as meninas, mas sexualizá-las de tal forma que as adolescentes passem a acreditar que o único valor que tem na vida real é a sua sexualidade. O estudo também revela outros pontos alarmantes:
  • Menores de sexo feminino são mostradas participando de um percentual maior de representações sexuais em relação aos adultos (47% e 29%, respectivamente).
  • 93% dos incidentes sexuais envolvendo personagens femininas menores de idade ocorreram dentro de um contexto qualificado como "insalubre" pela American Psychological Association.
  • 75% dos programas que incluíam personagens femininas sexualizadas que não tinham o "S" usado para alertar os pais sobre o conteúdo sexual.
  • Somente 5% das menores de idade comunicaram qualquer forma de desagrado por serem sexualizadas
Cena do filme Boggie Nights - 1997
Até a própria pornografia está ficando mais feia e perversa do que aquela retratada em filmes como Boggie Nights
Está documentado que este processo de hiper sexualização normalizou a traição e a infidelidade. Algo tipo: Se todos fazem, por que eu não posso fazer?
A hiper sexualidade na cultura popular chega a arruinar relacionamentos e gerar casamentos fracassados. A verdade é que a cultura popular está nos deixando tristes e sozinhos.
Outro fator a ser mencionado quando se fala em cultura popular é o culto à celebridade.
Antes, para alguém ser famoso era necessário ter um talento de verdade. Isso, pelo menos a uns 20 anos atrás. Agora o grau de fama que uma celebridade alcança é diretamente proporcional ao volume de depravação que inflige ao mundo. A vulgaridade substituiu o talento. Quanto mais vulgar e ostentoso melhor. Graças às redes sociais, os jovens foram doutrinados nessa ideia de que o narcisismo - não a realização, o sentido ou a autenticidade - é a medida definitiva da satisfação e importância. A celebridade hoje é apenas um reflexo disso. 
Então o que procuramos em nossas celebridades? Talento? Significado? Autenticidade?
Não! 
Buscamos o narcisismo. 
Em 2010, uma pesquisa feita pelo site britânico Into the Blue perguntou a mais de mil jovens de 16 anos de idade, o que eles queriam ser quando crescessem. 54% responderam que desejavam tornarem-se uma celebridade. Porém, quase 70% deles não fazia a mínima ideia de como conseguiriam ser uma celebridade. Não é nenhuma novidade que devido a explosão do narcisismo proposto pelas celebridades, os jovens encontrem-se cada vez mais deprimidos. Os índices de suicídio entre pessoas na faixa de 10 a 24 anos vem crescendo assustadoramente desde 2010. 
Mas por que será que todos sentem-se tão infelizes? 
Talvez seja porque sonhem com algo tão vago e inalcançável para a maioria das pessoas. 
A cultura popular está nos deixando infelizes.
Hoje, as celebridades são mais reverenciadas do que ícones religiosos. Esta é a razão pela qual pessoas de repente viram idiotas histéricos sempre que morre uma celebridade. Idiotas sem nexo homenageiam alguém que nunca conheceram, que nunca encontraram... Em muitos casos, alguém que nem lhes interessava até morrer. É como a competição de choro dos norte-coreanos...
Mas existem celebridades que acordam de seu estado de coma e usam sua influência para cuspirem no prato que comeram, questionando aquilo do que fazem parte. Esses são rapidamente dispensados porque todo o esquema depende de uma completa falta de diversidade, uma intolerância maldosa contra qualquer coisa que seja de fato original ou imprevisível. Por isso que a cultura popular é tão improdutiva. Falando nisso, é de fato muito irônico que um dos shows de talentos de maior audiência em todo o mundo, chame-se The X-Fator. Chega a ser uma piada pois, como todos já intuem, a inserção de talentos verdadeiros levaria todo esse sistema imperante ao colapso.
Falando nisso, vamos agora dar uma "olhadinha" na música popular. O mesmo grupo de pessoas escreve, compõem e produz música para o mesmo grupo de artistas pops. Vai dizer que você nunca teve a impressão de estar ouvindo a mesma coisa? O mesmo processo de batidas eletrônicas, ganchos e entradas repetitivas. A música é menos diversificada, as letras estão mais idiotizadas do que nunca. Vamos pegar como exemplo o Rap. Primeiramente, que fique registrado que eles nem usam mais palavras! Eles usam uma batida violenta para chocar. 
Adolescentes e mães solteiras: elenco do reality
show 16 and pregnant da MTV
Chegamos a um beco sem saída. 
Não tem havido um único movimento musical autêntico nos últimos 25 anos. 
E vejam o que isso produziu: crianças e jovens que ouvem baboseiras como o One Direction.
Ok, é inegável que sempre tivemos um lixo de criações superficiais mas, tínhamos alternativas. Hoje não existe alternativa. Elas não aparecem na TV. A MTV de hoje exibe programas como: "16 anos e grávida" ou "De férias com o Ex". 
Os músicos com verdadeiro talento e autenticidade - é, eles ainda existem - são impedidos de desafiar esse status quo das celebridades musicais. Enquanto isso, Djs sem talento, que apertam botões e usam programas de computador, são endeusados e ovacionados. 
Como a minha geração contribuiu para o avanço da cultura pop nos últimos 30 anos?
Humilhantemente, não fizemos quase nada. 
É possível identificar alguma coisa positiva?
Nos EUA - e por extensão, aqui no Brasil, via Funk -  vimos a ascensão de um fenômeno chamado Gangster Rap, um movimento que incentiva milhões e milhões de jovens a agirem como marginais, criminosos e perversos, fazendo apologia ao uso de drogas, promiscuidade sexual e estilo de vida baseado em crimes. 
Hopsin
Na contramão desse movimento surgiu um rapper americano chamado Hopsin, que diferencia-se da manada marginal por cantar sobre o quão retardado e destrutivo é um "gangster chic". Um cara que aconselha jovens a ficarem longe das drogas. Mas o que acontece com músicos como Hopsin? Alguns até podem assinar contratos com grandes gravadoras, mas depois somem e seus álbuns não são promovidos de forma alguma. Eles nunca serão super stars porque a mensagem deles é uma verdadeira ameaça para o marxismo cultural, uma ameaça para a identidade tóxica que a indústria musical usa para bombardear os jovens.
Do outro lado de tudo isso está a contra-cultura juvenil. No passado a contra-cultura jovem era impulsionada por estudantes. Eles criaram a contra-cultura que se desdobrou na cultura pop. Mas como os jovens se ocupam hoje? "Espaços seguros", politicamente correto, exibicionismos de virtudes e estudo de gênero. Em que momento ser considerado "descolado" se transformou em "todos terem a mesma opinião"? Quando é que ser badalado, se tornou sinônimo de fazer textões no facebook sobre o quanto se é progressista? 
Theodore Dalrymple
Como disse o psiquiatra e pesquisador britânico Theodore Dalrymple: " A pressão para se conformar com os cânones do gosto popular - ou melhor, a falta de gosto - nunca foi tão forte" 
Todos estão petrificados com a constante vigilância de seus amigos nas redes sociais. 
Reacionário!
Conservador!
Opressor!
Racista!
Machista!
Homofóbico!
Xenofóbico!
E todos nós acabamos sendo forçados a engolir essa cultura pobre, podre e sem fundamento.
Tudo para que passemos a ter afinidade com os colegas e assim sejam aceitos nos mais variados meios. Por isso não existe uma contra-cultura jovem visível. Tudo se baseia na conformidade. As crianças de hoje estão tão saciadas com a enxurrada de entretenimento disponível que acabam não tendo nem disposição ou interesse em se rebelar contra a cultura recebida. Não tem tempo para criarem sua própria opinião, seu próprio visual ou para formarem suas próprias próprias ideias sobre o mundo. Afinal é mais fácil copiar, imitar ou regurgitar o que astros e estrelas do mundo pop fazem ou dizem, seja sobre moda, música, arte, cinema, literatura. 
A cultura foi expurgada completamente. 
Não há contra-cultura. 
Por isso que - com algumas exceções - todos parecem iguais: o mesmo cabelo, a mesma barba, a mesma roupa, as mesmas tatuagens, o mesmo cinismo blazé, as mesmas visões políticas, o mesmo panorama. 
Não há autenticidade nem ousadia. 
Não há individualidade.
Tudo piora mais e mais.
Vejamos mais um aspecto dessa famigerada cultura popular: a arte moderna.
A guerra pós-modernista contra a verdade absoluta gerou a crença maluca de que qualquer coisa pode ser considerada arte: um urinol, um prato de cachorro com ração, restos de limalha de alumínio, hastes de óculos quebrados...
Como a arte moderna que exigia talento, exibindo a beleza ou sendo por ela inspirada, acabou sendo ignorada em favor do que podemos considerar literalmente um lixo?
Nem vou mencionar a chamada arte conceitual... 
O decreto pós-modernista - em que literalmente tudo deve fazer parte do movimento de justiça social - também acabou inspirando as feministas a mostrarem os sinais da menstruação (mais especificamente, o sangue menstrual) como arte. Uma bunda gigante foi indicada ao Turner Prizer, concedido pela Tate Gallery, prêmio que teria o objetivo de celebrar os novos desenvolvimentos e contribuições para arte contemporânea. 
Esqueça a completa imbecilidade. Estamos vivendo a completa idiocracia. 
Ou seja, os anos se passam e a humanidade se torna mais estupida, a uma velocidade assustadora.
Voltando à bunda gigante. Qual o sentido de refletirmos sobre o significado profundo de uma escultura que retrata um orifício anal de 1,80 m? 
Isso ainda não é tudo.
Paralelo a isso, vemos obras de arte no mundo inteiro sendo renomeadas pois seus nomes originais podem ser considerados "ofensivos" pela massa popular. Não, isso não é uma piada. Foi o caso do Rijksmuseum, em Amsterdã, que em 2015 alterou os títulos de mais de 350 peças de sua coleção, por estes serem considerados "inadequados" por um público moderno.
No âmbito do teatro, a coisa não é diferente.
Nós passamos por Shakespeare e Oscar Wilde e acabamos desaguando em algo grotesco e descabido como a famigerada peça brasileira Macaquinhos, onde atores totalmente nus realizavam uma insana performance de exploração dos ânus uns dos outros.
Caminhamos assim: algo que deveria ser grandioso acaba por se tornar algo monstruoso e repugnante. 
O que deveria nos inspirar, nos torna insensíveis. 
Reality Show Geordie Shore
Quando a feiura é venerada como algo belo, nós percebemos que estamos na fase final de degradação de uma civilização. 
A cultura popular é tão evasivamente vulgar que geralmente é vista como um dos fatores para a radicalização dos terroristas islâmicos. Geordie Shore e Miley Cyrus, na verdade são vistas pelos terroristas como um motivo legitimo para se atacar o ocidente.


Piss Christ
Quando defendemos a civilização ocidental não nos referimos à cultura popular. Estamos falando de coisas como a Capela Sistina, não de algo tipo a grotesca obra de Andrés Serrano, Piss Christ (1987), exposta em 2012 pela galeria Edward Tayler Nahen, de Nova York, que consiste em uma fotografia de Jesus Cristo na cruz submerso em um recipiente com urina.
Estamos falando de Bethoven e não do Justin Bieber. 

O verdadeiro significado por trás da malha riquíssima de nossa herança cultural foi esquecido. A cultura popular como é vista hoje representa de fato uma ameaça direta à civilização ocidental, uma vez que ela acaba por favorecer nossa própria auto-degradação.
Nossa civilização está começando a desmoronar.
A história já nos mostrou isso repetidamente através dos tempos. 
Há uma cultura que não acredita mais em si mesma.
Se permitirmos que fotos da perereca da Madonna ou da bunda da Beyoncé, representem aquilo que defendemos, independentemente da superioridade moral que nossos ancestrais alcançaram, seremos destruídos em apenas mais uma geração.
É por isso que precisamos atacar constantemente esta noção de que a cultura popular representa a civilização ocidental. Ela não representa. O uso da cultura popular como arma conforme descrevemos aqui, não passa de uma reafirmação do Marxismo Cultural. A transformação da cultura que fundamenta nossa sociedade em algo completamente inútil e conseqüentemente sem rumo pode ser facilmente suplantada. Precisamos rejeitar a cultura popular imperante e todas as suas terríveis e grotescas formas de desumanidade. Precisamos incentivar um novo renascimento cultural que, seja novamente, inspirado na beleza, no talento e na exaltação da realização humana. Precisamos reinventar nossa cultura.

Links

Link para artigo sobre Teoria Crítica
http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2014/01/teoria-critica-uma-estrategia-para.html

Link para artigo sobre niilismo
https://www.significados.com.br/niilismo/

Link sobre a matéria do site Salon.com - I´m a pedophile not a monster
http://www.infowars.com/no-salon-com-i-dont-need-to-understand-the-plight-of-pedophiles/

Link para o artigo - 5 Things I learned from being addicted to child porn
http://www.cracked.com/personal-experiences-2433-i-cant-stop-living-with-addiction-to-child-porn.html

Link para estudo sobre influência da TV no desenvolvimento da depressão
https://www.elementsbehavioralhealth.com/featured/is-watching-too-much-tv-making-you-depressed/

Link para estudo sobre a sexualização das adolescentes na TV
http://www.vibe.com/2010/12/study-shows-teen-girls-being-targeted-hypersexualization-tv/

Link para matéria sobre pesquisa do site britânico Into the Blue
http://www.independent.co.uk/news/education/education-news/fame-the-career-choice-for-half-of-16-year-olds-1902338.html

Link sobre Gangster Rapper ou Gangsta Rap
https://en.wikipedia.org/wiki/Gangsta_rap

Link para pequena biografia de Theodore Dalrymple
https://pt.wikipedia.org/wiki/Theodore_Dalrymple

Link para matéria sobre alteração dos nomes das obras do Rijksmuseum
http://edition.cnn.com/2015/12/14/world/rijksmuseum-renaming-artworks/


LEIA MAIS

sábado, 5 de novembro de 2016

Você sabe realmente o que é ideologia de gênero?

Já se tornou comum encontrarmos na internet, em jornais, revistas, televisão ou rádio reportagens sobre algo chamado IDEOLOGIA DE GÊNERO.


Apesar de estar sendo colocada em evidência, muito pouco sobre sua origem, verdadeira história e seus reais objetivos é revelado ao grande público. Tudo sendo retratado como uma gloriosa luta contra o preconceito. Assim sendo, tornaram-se recorrentes casos como o do casal britânico que pode perder a guarda da filha menor de idade por não autorizar uma cirurgia de mudança de sexo ou, aqui bem pertinho de nós, o caso do casal brasileiro que cria o (a) filho(a) sem que ninguém saiba seu sexo, nem mesmo a própria criança. Tudo isso apoiado pela funesta crença nos ditames da Ideologia de Gênero.

Como surgiu isso?

Uma cruel e fracassada experiência envolvendo seres humanos. Foi assim que surgiu a Ideologia de Gênero.

Mas vamos explicar melhor.
Na década de sessenta, auge da revolução sexual, da pílula e do movimento Hippie, o Dr. John William Money (1921-2006), psicólogo da John Hopkins University de Baltimore, EUA, surge como um guru da sexualidade, chegando ao despautério de se fazer chamar de “missionário do sexo”. Entre outras coisas, ele defendia casamentos “abertos”, estimulava o sexo grupal e bissexual, além de pregar a tolerância em relação o incesto e a pedofilia. Foi justamente esse homem o responsável pela criação da Ideologia de Gênero. Sua tese pretendia provar que não existem diferenças sexuais naturais e que tais distinções são atribuídas à cultura, ao meio ambiente e à evolução da matéria, segundo critérios análogos aos marxistas. Para provar que estava certo, o Dr. Money realizou um dos experimentos humanos mais cruéis do que se tem notícia na história da medicina e psicologia: O caso dos irmãos Reimer. 

Dr. John Money: criador da Ideologia
de Gênero

Em 1966, os pais de Brian e Bruce Reimer, gêmeos idênticos, assistiram na televisão uma entrevista com o Dr. John Money falando sobre as operações de mudança de sexo. Acreditando que tal ideia poderia ser apropriada para o problema de Bruce (que teve seu pênis queimado durante um procedimento de circuncisão mal sucedido aos 8 meses de idade) procuraram o psicólogo, que vislumbrou nessa oportunidade a chance de realizar seu macabro experimento. O Dr. Money imediatamente indicou uma cirurgia de mudança de sexo, convencendo os pais do menino que essa era a solução para o problema enfrentado pela família. Bruce foi castrado aos 22 meses. Além disso, como parte desse suposto tratamento, seus pais deveriam criá-lo como uma menina, sem que nunca mencionassem uma palavra sequer sobre o acontecido.
Os Reimer seguiram ao pé da letra as instruções do Dr. Money, mas “Brenda”(nome feminino dado a Bruce) rasgou seu primeiro vestido pouco antes de fazer dois anos e passou a ser rejeitado na escola, onde manifestou estranhas “tendências lésbicas”, apesar de ser submetida a injeções de hormônios femininos e inibidores masculinos. Mas isso não abalava nem um pouco o famigerado psicólogo. Enquanto a família vivia aflita, ele proclamava em artigos científicos que a sua experiência era um êxito total, alardeando aos quatro cantos do mundo que conseguira provar que o gênero era uma construção social. Revistas e jornais do mundo inteiro publicavam entrevistas e artigos escritos pelo Dr. Money exaltando sua tão bem sucedida experiência.
Mas havia um lado negro nessa história. O que mundo não sabia era que Money fazia sessões de “psicoterapia” profundamente traumáticas para os gêmeos, envolvendo fotos de sexo explícito, encenações de atos sexuais promovidas entre os próprios irmãos e nudez. Em pelo menos uma ocasião, o Dr. Money tirou uma “fotografia” das duas crianças em poses sexuais.

Dr. Milton Diamond: revelou ao
mundo a mentira do experimento
Reimer

A mãe se sentia culpada e tentou o suicídio. O pai desenvolveu um alcoolismo grave e o gêmeo Brian começou a usar drogas e cometer crimes quando atingiu a adolescência. Bruce, (a) “Brenda”, ficou destruído pelas intermináveis sessões psiquiátricas e pela medicação com estrogênio. Com 13 anos, disse que cometeria suicídio. A família interrompeu o “tratamento” e o Dr. Money não publicou mais nada sobre o caso. Mas também não informou ao público sobre o fracasso e continuou dando a entender que tinha sido bem-sucedido, até que um outro pesquisador, o Dr. Milton Diamond, da Universidade do Havaí, revelou toda a verdade e publicou um artigo nos Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, contando a real versão sobre a pesquisa do Dr. Money. Ao saber de tudo, “Brenda” (Bruce) se submeteu a cirurgias reparadoras, que reconstituíram seu pênis e retiraram seus seios, fez tratamentos hormonais e adotou um novo nome: David. Casou-se com uma mulher, porém nunca conseguiu superar a traumática experiência, a qual foi brutalmente submetido. Em maio de 2004 ele acabou cometendo suicídio, dando um tiro na cabeça. Tinha 38 anos. Foi enterrado no cemitério Saint Vital, em Winnipeg, Canadá. 
O Dr. Money continuou até o fim da vida como professor emérito da Johns Hopkins University. Na época do suicídio de David Reimer ele foi procurado pela imprensa, mas não quis se manifestar. Apesar de suas técnicas não diferirem em nada das técnicas do Dr. Joseph Mengele, famoso médico nazista mais conhecido como o “Anjo da Morte” do campo de concentração de Auschwitz, suas ideias sobre a ideologia de gênero continuam a ser divulgadas até hoje.
Escolas, universidades e outras entidades, que dizem ser ativistas dos direitos humanos, tentam a todo custo implantar os ditames dessa macabra e fracassada ideologia, ensinando-a a crianças e adolescentes.

Le Figaro

Em 2014 o periódico francês Le Figaro publicou uma série de reportagens relembrando ao mundo a catástrofe do Experimento Reimer. A série de artigos instigantes trazia informações de suma relevância sobre os desdobramentos práticos da ideologia de gênero: as políticas públicas de gênero. Em um deles, elas são descritas como:

“um conjunto de incitações insidiosas que visam mudar o comportamento infanto-juvenil e substituir, aos poucos, um modelo de sociedade por outro” 

Guarde bem essa frase! Vamos retornar a ela mais adiante.
Em agosto de 2016, o The American College of Pediatricians, Conselho Americano de Pediatria, veio a público posicionando-se, através de comunicado oficial da entidade, contra a Ideologia de Gênero, especialmente quando aplicada como fundamento de políticas públicas. Em nota, a entidade alerta educadores e parlamentares para que rejeitem qualquer medida que condicione crianças e adolescentes a aceitarem como normal “uma vida que personifique química e cirurgicamente o sexo oposto”. O texto afirma ainda, enfaticamente que “os fatos, não a ideologia, é que determinam a realidade”


Essa declaração contesta, de maneira veemente, a maior mentira contada pelos teóricos da ideologia de gênero, a máxima: Seu exterior tem refletir seu interior!. O documento divulgado pela entidade de pediatria americana, traz argumentos genéticos, anatômicos, científicos e psicológicos para comprovar o quão grave são as anomalias pregadas pela teoria da Ideologia de gênero. Por mais que se faça cirurgia ou que se tome hormônios, cada célula do seu corpo continua a se reproduzir e a carregar o mesmo código genético com o qual nascemos. Nas palavras do The American College of Pediatricians

"A sexualidade humana é uma característica biológica binária objetiva: “XY” e “XX”. A sexualidade humana é planejadamente binária com o propósito óbvio da reprodução e da prosperidade da nossa espécie. Esse princípio é autoevidente. As desordens extremamente raras no desenvolvimento sexual, que incluem, entre outras, a feminização testicular e a hiperplasia adrenal congênita, são todas desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são com razão reconhecidas como desordens da formação humana. Indivíduos que as portam não constituem um terceiro sexo." 

A crença de uma pessoa de ser algo que ela não é, na melhor das hipóteses, é um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado dessa forma. Essas pessoas sofrem do que se chama: disforia de gênero. Formalmente conhecida como transtorno de identidade de gênero, uma desordem mental reconhecida na edição mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico da American Psychiatric Association, não sendo enquadrada como transtorno genético, como o autismo ou a esquizofrenia, e sim, classificada como transtorno ocasionado por trauma, experiências ou agentes externos. 
Além disso, um fator muito importante, propositalmente deixado de lado por aqueles que defendem a mudança de sexo como algo natural, é o efeito colateral do uso de hormônios sexuais. Esses hormônios estão associados com graves riscos para a saúde, incluindo pressão alta, coágulos sanguíneos, AVC e câncer, mas não se limitando a isso. A puberdade não é uma doença e a injeção de hormônios bloqueadores pode ser perigosa. Reversíveis ou não, hormônios bloqueadores de puberdade induzem um estado de enfermidade – a ausência de puberdade – e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança anteriormente saudável biologicamente. 
Ano passado, a revista Life divulgou os resultados de uma pesquisa feita com mais de 6500 transexuais. 41% dos que tomaram hormônios ou fizeram cirurgia de mudança de sexo declararam pensar em suicídio. Uma questão bem expressiva e que serve como contestatório a toda a teoria que defende o gênero como uma construção social. Foi justamente isso que a ARIF - Aggressive Facility Intelligence Research - da Universidade de Birmingham, comprovou após realizar uma revisão médica. De acordo com esta entidade, não há nenhuma evidência conclusiva de que operações de mudança de sexo melhorem significativamente a vida de quem tem disforia. Na verdade, muitos transexuais continuam gravemente angustiados e potenciais suicidas após a operação. 

David Reimer: vítima do famigerado
experimento do Dr. Money

Aqui então voltamos a questão da ideologia de gênero. Vale muito se questionar até que ponto a sua disseminação afeta aspectos psicológicos da construção mental infantil e adolescente. Não é uma questão de religiosidade. Nem pensar. É uma questão de análise critica, de ciência. Vários experimentos sobre a sexualidade infanto-juvenil já demonstraram o quanto seres humanos em formação podem ser orientados nessa ou naquela direção, vide o experimento Reimer, sobre o qual falamos aqui, e o famigerado Relatório Kinsey, que financiou o aliciamento, estupro e abuso sexual de dezenas de crianças e adolescentes em prol de uma pesquisa científica doentia, fomentada pela Fundação Rockefeller, idealizada, dirigida e realizada pelo zoólogo Alfred Kinsey, nos EUA, entre 1940 e 1953.
Desta forma, vale lembrar que não é função da escola, bem como de nenhum tipo de entidade ou instituição educacional que trabalhe com crianças e adolescentes, ensinar teses pseudocientíficas somente para atender agendas de cunho político-esquerdista, socialista, comunista. Disfarçar seus espúrios objetivos, de destruição da sociedade tal qual conhecemos, incutindo nas mentes pouco esclarecidas que tal teoria apenas combate o preconceito contra gays, lésbicas e transsexuais é no mínimo estarrecedor. Chega de manipulação! A sociedade não pode ser usada como cobaia de um experimento sócio-político, comunista, em larga escala.


A ideologia de gênero não é uma coisinha à toa que pode influenciar algumas pessoas a acharem que sofrem de um transtorno. Ela não apenas banaliza os fundamentos científicos do sexo humano. Ela é muito mais perniciosa do que isso. O que ela realmente objetiva é fazer com que o ser humano anule totalmente uma série de referenciais, incluindo aí os fisiológicos, anatômicos, psíquicos e emocionais, promovendo uma total e absoluta desconstrução do ser, das relações, da sociedade. Mas em prol de que? Em prol da igualdade? Que tipo de sociedade seria advinda de tal aberração experimental? Essa é a grande pergunta. 



Links 

Link para matéria sobre pais que podem perder guarda da filha caso a impeçam de fazer cirurgia de mudança de sexo no Reino Unido.

Link para matéria sobre pais brasileiros que criam filho sem revelar o sexo da criança

Link para artigo do Le Figaro sobre ideologia de gênero nas escolas

Link para artigo do Le Figaro sobre a experiência mal sucedida do dr. Money

Link para declaração da The American College of Pediatricians

Link para artigo que explica como se desenvolve um transtorno psicológico

Link para artigo da revista Life sobre suicido de pessoas transgêneras.

Link para artigo sobre o Relatório Kinsey

Link para artigo sobre Caso Reimer

LEIA MAIS
Related Posts with Thumbnails