segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Prêmio Dardos



Caros Leitores e Leitoras:

É com muita satisfação que informo a vcs que o blog "Idéias de Barbara" foi um dos ganhadores do Prêmio Dardos.
Gostaria de agradecer a minha amiga Ana Gabi pela indicação do nosso blog.

Bjs
Barbara
LEIA MAIS

domingo, 30 de novembro de 2008

Gentileza




Todos os dias nos deparamos com situações em que colocamos a mão na cabeça e dizemos: “Puxa vida!”
Na grande maioria das vezes poderíamos evitar o uso dessa expressão se adicionássemos um toque de GENTILEZA.
Sabe, não é brega, nem piegas colocarmos em prática a máxima “Gentileza gera gentileza.”, do famoso profeta e poeta das ruas do Rio de Janeiro, GENTILEZA.
O ponto X é porquê colocamos algo tão fundamental no fundo de nossos baús.
Um ato gentil pode desarmar o aparato bélico direcionado a você. E por falar nisso, acabo de me lembrar do seguinte trecho de música: "Acreditam nas flores vencendo os canhões.”, do também poeta, além de músico, Geraldo Vandré.
Não deveria nunca ser uma utopia acreditar nisso. Mas em que ponto da caminhada a nossa visão embaçou?
Bem, dizer que eu sei, é mentira. Mas orgulho-me de, pelo menos, pensar nisso. Bom, não só pensar, mas colocar em prática.
Quantas vezes proferimos palavras duras sem necessidade, evidenciamos pontos de vista conturbados ou criamos situações desnecessárias? O que aconteceria se todas essas ocasiões fossem borrifadas com o doce aroma da Gentileza?
Vale a pena experimentar!
LEIA MAIS

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Aventurados desaventurados

O sobrenome não poderia ser mais sugestivo Baudelaire. Mas engana-se quem pensa que estou falando do grande poeta francês. O dilema aqui é tamanho família. Estou falando dos órfãos Baudelaire. E ao contrário do que pode parecer, eles não são filhos desconhecidos do famoso escritor. Violet, Klaus e Sunny são três irmãos que ficam órfãos após perderem seus pais em um misterioso incêndio. Bom, é assim que começam as confusões da série de livros Desventuras em Série, do autor americano Daniel Handler.

O enredo dos 13 volumes que compõem a série, tem inicio após o trágico incidente que deixa os três irmãos desamparado s. Mas não tão desamparados assim. Os pequenos Baudelaire herdaram uma fortuna, mas não podem tocá-la até que Violet, a mais velha dos três, atinja a maioridade. Até lá os três serão obrigados a conviver com os mais diversos tipos de tutores. E justamente por isso, passarão por apertos inacreditáveis: trabalhar numa serraria, passar o inverno tomando sopas geladas, morar num barracão repleto de caranguejos...e por aí vai. 

Tudo isso é café pequeno ante a implacável perseguição que sofrem. Isso mesmo, o dinheiro da herança desperta a ambição do maléfico e inescrupuloso Conde Olaf, um ator cafona, ex-rico, em decadência total, e pior: único parente consanguíneo das crianças. 

Para enfrentar todos estes percalços só com muita imaginação. E isso com certeza não falta. Cada criança tem habilidades especiais. Violet é capaz de arquitetar os planos mais mirabolantes, para sair das situações mais apertadas.  Klaus memoriza todas as informações que lê em livros. E Sunny, bom, ela é um caso realmente interessante: pode morder qualquer coisa!! Isso mesmo, qualquer coisa, do ferro à madeira, do titânio à pedras. 

Para tornar ainda mais interessante essa história, há um narrador chamado Lemony Snicket, que se auto proclama autor da narrativa, e logo entendemos que ele não de um alter ego do próprio Daniel Handler. Um artifício que garante um encantador jogo de cena. Logo no começo ele avisa que quem gosta de história felizes não deve ler sobre o Baudelaire. Impossível é seguir este conselho. 

Daniel Handler - o autor
A coleção Desventuras em Série é um exemplo do que pode haver de melhor na literatura infanto-juvenil: livros divertidos que estimulam a leitura de outros livros. 

Se no mundo imaginário dos órfãos Baudelaire nem tudo são flores, na vida rela também não é diferente. Lançado na mesma época em que um certo bruxinho já se encontrava no topo dos best-seller internacionais, a coleção teve seu brilho ofuscado pela varinha de Harry Potter. Ainda assim conseguiu vender milhões de exemplares em todo o mundo. 

Com muita perspicácia e espirito esportivo, Handler exalta o papel da inteligência dos irmãos em sua sobrevivência, e cuida também de expandir o vocabulário de seus leitores. Utiliza palavras difíceis, explica seus significados, e depois as reutiliza nos mais diversos contextos. Fã de citações e trocadilhos, ele não deixa passar despercebida suas alfinetadas e predileções. A mais óbvia delas, o sobrenome dos órfãos, é uma referência mais que direta a Charles Baudelaire. Todos os livros trazem dedicatórias a uma certa Beatrice – como a musa do poeta italiano Dante Alighieri. O banqueiro que cuida da fortuna das crianças é o senhor Poe, um tributo ao escritor americano Edgar Allan Poe. Mais a frente, quando Snicket, o narrador, explica o poder da hipnose dizendo que na Londres dos anos 20, uma pessoa semi-analfabeta se tornou grande escritora ao ouvir a palavra “Bloomsbury”- uma farpa diretamente endereçada ao grupo Bloomsbury, cujo o membro mais ilustre era a escritora Virginia Wolf, e não por acaso, também é o nome da editora que publica as aventuras de Harry Potter. 

Com uma mistura mais que diversificada de ingredientes, Desventuras em série chamou a atenção de Hollywood e, em 2004, transformou-se em filme. Isso mesmo! Os três primeiros volumes foram contados em um só filme. Além disso, o filme traz a brilhante atuação de nada mais, nada menos do que Jim Carrey no papel do Conde Olaf, Meryl Streep, como a tia Josephine e Jude Law como Lemony Snicket. E se me permitem mais uma ironia, o ator Timothy Spall (interpreta o de Rabicho, na saga de Harry Potter) faz o papel do banqueiro, sr. Poe. Vale apena conferir. 

Se ficou curioso (a) aqui vai um trechinho de um dos livros... 

“Se vocês se interessam por histórias com final feliz, é melhor ler algum outro livro. (…) Momentos felizes não são o que mais encontramos na vida dos três jovens Baudelaire, cuja história está aqui contada. Violet, Klaus e Sunny Baudelaire eram crianças inteligentes, encantadoras e desembaraçadas, com feições bonitas, mas com uma falta de sorte fora do comum, que atraía toda espécie de infortúnio, sofrimento e desespero. Lamento dizer isso a vocês, mas o enredo é assim. Fazer o quê?” 

Trecho de Mau Começo – Primeiro volume da série. 

Os Treze Livros: 

Mau Começo 

A Sala dos Répteis 

O Lago das Sanguessugas 

Serraria Baixo-Astral 

Inferno do Colégio Interno 

O Elevador Ersatz 

A Cidade Sinistra dos Corvos 

O Hospital Hostil 

O Espetáculo Carnívoro 

O Escorregador de Gelo 

A Gruta Gorgônea 

O Penúltimo Perigo 

O Fim
LEIA MAIS

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Besteirinhas



Hoje, finalmente, desenrolei o fio do meu liquidificador. Sabe, ele é desses modelos que você empurra o fio para dentro da base. Há uns 5 anos que o pobre fio ficou preso nas engrenagens internas, restando-me apenas uns míseros 10 cm de cabo. 

Era uma novela para usá-lo. Mas impressionantemente, sempre tive preguiça de desenrolá-lo. Fiz mil malabarismos ao fazer suco ou bater vitaminas: usei extensões, levantei a bichinho na altura da tomada, colocava no chão e usava uma tomada bem baixinha.
A verdade da verdade: fui empurrando com a barriga, adiando a execução do realmente deveria ser feito. 

Mas hoje, ao acordar, fui até a cozinha e meus olhos caíram sobre ele. Tomei a decisão. Armada de chaves de fenda e outras ferramentas, sentei e, pacientemente, abri e retirei o fio.

Fiquei impressionada com o seu tamanho, afinal já fazia 5 anos que para mim, ele não passava de um fiozinho de nada.

A surpresa dessa descoberta me trouxe uma alegria maravilhosa. 

Assim é a nossa vida. 

Nos acostumamos a conviver com "besteirinhas" que podemos resolver. Coisas que deixamos sempre para depois, porquê temos certeza que são muito simples, e logo, não merecem que percamos tempo solucionando-as. 

Porém, chega o dia em que a “Montanha de Besteirinhas” pode nos sufocar. 

O perigo está em passarmos a pensar que tudo na vida pode ser deixado para depois. 

Vamos adiando, protelando, evitando. Talvez por um medo infundado de fracassar. Talvez por preguiça de enfrentar a vida.

Aliás, a grande metáfora da vida, seria dizermos que ela é um enorme liquidificador: mistura nossas emoções, tritura nossas tristezas, emulsifica nossos sentimentos, homogeneíza nossas vicissitudes. 

E se a vida é um enorme liquidificador, será que vale a pena deixarmos o seu fio enrolado? 

Bom, eu já desenrolei o meu. E você?
LEIA MAIS

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Mania?


Ah ah! Tá aí uma coisa que todo mundo tem: Mania. Algo muito inerente à nossa raça, espécie. Sou muito observadora e posso dizer que nesta minha curta existência já me deparei com manias dos mais variados tipos.
Gente que tem mania de dormir com os pés descobertos, de ensaboar primeiro o braço esquerdo ao tomar banho, de não mexer o Nescau quando coloca num copo de leite, de acordar no meio da noite e assaltar a geladeira. Apenas algumas manias inofensivas.
Tem aqueles com mania de colecionar: selos, figurinhas, papel de carta, canetas, colheres, pratos. Isso mesmo! Tenho uma amiga que coleciona pratos. Ah, e não usa, coloca pendurado na parede!
Sem falar naqueles que tem mania de guardar. Guardam tudo: papéis de rascunho, jornais velhos, panfletos que recebem na rua, embalagens de biscoito, contas de luz de mais de 10 anos!
Têm também os com mania de comer ou manias ao comer. Gente que sempre coloca o arroz no prato antes de qualquer outra coisa, o que só come se apimentar o rango, isso sem esquecer de quem tem mania de colocar Ketchup em tudo, até no feijão!

Eu também tenho minhas manias. É claro que não vou contar todas, mas lá vai: só costumo ler livros que sejam meus. Sinto uma angústia incrível se leio emprestado. E se gosto do livro, compro, mesmo já tendo lido, nem que seja pra ter em casa.Bom, mais ainda tem aqueles com manias “vestuais”. Quem só sai de casa às sextas-feiras vestido de branco ou só vai à Igreja de terno e gravata.
Porém, nada se compara a minha mania por sapatos. Tenho uma verdadeira loucura por eles. Nunca fico muito tempo sem comprar um novo par. Uma verdadeira obsessão, pois nem que eu fosse uma centopéia ia conseguir calçar tantos sapatos de uma só vez. O interessante é que ao contrário de outros colecionadores, não gosto de ganhar sapatos. Não confio muito no gosto alheio. Prefiro escolher, é mais seguro. Cheguei a pensar que isso era uma mania complicada, mas fiquei reconfortada ao descobrir que podia compartilhá-la com muita gente. Encontrei no Orkut uma comunidade que possui 7738 membros.Imagine! Irmãs Unidas! Amei!
Ah, não existe isso de não ter mania.
Todo mundo tem, não importa qual ou quais.
Quer ver?
Olha aí as manias dos famosos:
Leonardo de Caprio - Mania de perseguição.
Wood Allen - Checa sua pressão arterial de hora em hora.
Antônio Fagundes - Só usa cuecas vermelhas.
David Beckham - Mania de ordenar as coisas.
Mel Gibson - Não come frango de forma alguma.
Jennifer Lopez - Tudo em seus quartos de hotel tem que ser branco.
É, mania só muda de endereço.
E você, já identificou as suas?
LEIA MAIS

domingo, 26 de outubro de 2008

Duelo de Titãs




Tenho ouvido muito ti-ti-ti sobre EAD - Ensino/Educação à Distância, um falatório sem fim. Opiniões, estudos, debates. Mas o que é realmente discutível em relação a isso?
O X da questão é o crescimento do número de cursos no país. Aliás, não só de cursos, mas de opções de cursos. Isso cutucou muitas onças com vara curta. Entidades classistas tem se manifestado contra o Ensino à Distância; fazendo muito barulho por nada, pois quem realmente define os parâmetros educacionais é o MEC, que diga-se de passagem é mais do que competente para isso.
O que realmente se esconde por trás de tão atroz combate?
Bem simples. Havendo mais cursos haverão mais profissionais em formação, o que acaba por transformar o mercado de trabalho em algo cada vez mais competitivo. Os velhos abutres terão de sacudir a poeira e avançar seguindo a evolução. Já foi-se o tempo em que um “canudo” era sinônimo de emprego. A especialização bate À nossa porta, a Educação à Distância só está nos dando o empurrão que faltava. De nada adiantará espernear. Nem expor argumentos esdrúxulos como questionar sobre quem realmente faz os trabalhos de um aluno de EAD. Saibam pois, que qualquer um, aluno EAD ou não, pode pagar alguém para fazer um trabalho ou pedir como favor a um amigo. Na própria Internet encontramos milhares de sites e “gostwriter” dispostos a escrever as mais densas e espetaculares teses em troca de algumas “onçinhas”.
E só pra registrar, ao contrário do que muita gente imagina, aluno EAD faz prova, como qualquer outro estudante normal.
Então por favor, ponderem muito bem seus argumentos antes de expô-los de forma tão frágil e sem fundamento.
A educação a distância surgiu no século XIX, há mais de 150 anos, e tem a University of London como pioneira. Apenas esta universidade inglesa tem 40 mil alunos EAD em 180 países. Produziu cinco prêmios Nobel. O mais ilustre, o ex-presidente da África do sul, Nelson Mandella, fez o curso de Direito por correspondência na prisão.
Na Segunda Guerra Mundial, soldados americanos já estudavam a distância. Foi no pós-guerra, com a necessidade de formar profissionais rapidamente e reconstruir os países da Europa, que a educação a distância teve um grande impulso.
No Brasil, a educação a distância desembarcou no fim do século XIX. Acredite: aprendia-se datilografia por correspondência. Depois, aulas começaram a ser transmitidas pelo rádio.
Hoje já são mais de 2,5 milhões de estudantes de educação à distância. O avanço tecnológico foi o fermento dessa revolução e a Internet, a ferramenta crucial.
No ensino superior e na pós-graduação, a educação a distância no Brasil caminha a passos de gigante. A oferta de cursos superiores dentro do país cresceu 571% entre 2003 e 2006. Um outro levantamento, de 2007, mostra que o número de alunos avançou 356% em três anos. Segundo o MEC, 73% estão em escolas particulares.
Isso se reflete diretamente no mercado de trabalho. Muitas empresas estão utilizando o sistema EAD para treinar e aperfeiçoar seus funcionários. Hoje um em cada quatro reais investidos em educação corporativa no Brasil já é aplicado em cursos à distância. O último levantamento do setor também revela que os mais comuns são: tecnologia, finanças, vendas e gestão de negócios.
Em 2007, os números do Enade, o exame que avalia os estudantes de graduação, foram favoráveis aos alunos à distância. Na comparação com os presenciais, eles tiraram notas melhores em 7 das 13 áreas analisadas, entre elas Turismo, Ciências Sociais, Administração e Matemática. Isso tudo analisando apenas os alunos concluintes.Quando a análise é feita levando em conta os alunos que ainda estão na fase inicial do curso -o Enade permite separar o desempenho de ingressantes e concluintes-, o quadro é ainda mais favorável ao ensino à distância: em 9 das 13 áreas o resultado foi melhor.
Isso só vem demonstrar que devemos sim levar em conta todas as vantagens do EAD como facilitador do acesso ao 3º Grau.
Tenho muita admiração por que escolhe este caminho, pois ser mestre de si mesmo não é moleza. Implica muita disciplina e aplicação.
Ah, tem mais uma coisinha: não sou nem nunca fui aluna de EAD. Formei-me pelo ensino presencial!

* Este texto foi publicado na Revista Folha da Praia, Edição 126, de 2009, com autorização da Editora deste blog.
LEIA MAIS

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Picolé de Frutas


Outubro chegou e com ele a alegria do Dia das Crianças.
O Idéias de Bárbara não poderia ficar de fora dessa doce comemoração.
Então disponibilizamos para mamães e filhinhos uma receita super fácil e deliciosa de picolé.

O que você vai precisar:

  • 1 lata de suco concentrado - pode ser laranja, tangerina, maracujá, manga, acerola, ou outra a sua escolha.
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite

Como fazer:

  • Bata no liquidificador o leite condensado, mais a latinha de suco concentrado e o creme de leite
  • Despeje a mistura em forminhas de picolé, de gelo ou em saquinhos plásticos e coloque no freezer
  • Espere duas horas e estará pronto
LEIA MAIS

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

59 Votos


Política, uma coisa muito controversa. Uns gostam outros detestam. E ainda tem aqueles que nem ligam.
Francamente, não costumo me envolver muito com este assunto. Mas como as eleições estão aí, o tema fica meio à baila.
Falar sobre processo eleitoral desdobra-se sobre vários aspectos. Poderia tecer mil comentários, abordar várias facetas. Mas hoje vou discorrer sobre algo que até então não havia refletido muito: o resultado das eleições para vereador.
Fala sério, você alguma vez já se deparou com a listagem final que contém esses resultados? Eu já, mais de uma vez. Mas foi somente agora que atentei: além dos mais votados, há uma infinidade de candidatos que recebem pequena quantidade de votos, às vezes menos que 100.
Vendo os eleitos, com mais de 2 mil votos, pergunto quantos de seus eleitores realmente sabiam em quem votavam. Quantos conhecem o candidato ou seus projetos para a cidade. Quantos votaram por acreditar nas ideologias defendidas por seus eleitos. 
Sinceramente não sei estimar quantos. 
Tive a chance de entrevistar eleitores e questioná-los sobre as razões que são determinantes na escolha do candidato. Ouvi algumas respostas inimagináveis: 
  • Gente que vota só em quem está em primeiro lugar nas pesquisas porque o candidato será vencedor; 
  • Quem só vota em rico; 
  • Gente que vota naquele que distribui peixe na Semana Santa e frango no Natal; 
  • Quem trocou o voto por saco de cimento ou telhas de eternit;
  • Gente que nem sabia em quem votar e pegou um "santinho" qualquer na porta do local de votação;
  • Quem sempre vota no mesmo candidato;
  • E ainda há quem só vote em “Doutor”.

É justamente aqui que retomo a questão dos candidatos menos votados.
Quem vota nesses candidatos geralmente tem motivos muito palpáveis: conhecem bem o candidato, já conversaram sobre projetos e planos de trabalho. São eleitores mais próximos, que realmente acreditam em seus escolhidos.
Todos deveriam ser assim.
Democracia é para todos.
A política deveria aproximar o povo e os governantes, estabelecer uma relação co-participativa que direcionasse os interesses coletivos rumo à concretização próspera e igualitária de uma cidade melhor, um país melhor.
Vamos pensar melhor. 
Nos esforçarmos para criar uma nova consciência coletiva de responsabilidade social.
Sim, saber escolher nossos representantes é o primeiro passo para a estruturação de um futuro realmente democrático e livre de desigualdades.
Pare e pense: será que você realmente conhece o vereador em quem votou? 
Ou será que está esperando o peixe e o frango?
LEIA MAIS
Related Posts with Thumbnails