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terça-feira, 17 de outubro de 2023

Voluntários salvam animais deixados para trás em Israel


Não são apenas seres humanos que sofrem no conflito entre Israel e Hamas. Os animais também são atingidos pela guerra. Em meio ao conflito armado, voluntários correm para resgatar bichinhos que escaparam das bombas mas acabaram sendo deixados para trás por seus tutores durante fuga da região de bombardeio.

Entidades de proteção animal e veterinários fazem de tudo para ajudar pets que perderam suas famílias no sul de Israel e nas proximidades da Faixa de Gaza. É o caso da ONG Tnu L’Chayot L’Chiot (“Deixem os animais viver”) que partiu para Gaza com comida, veterinários e especialistas em resgate para ajudar o maior número possível de animais domésticos.

Eles começaram os trabalhos em Ashkelon. Depois, foram para a cidade fronteiriça de Sderot. A organização estabeleceu pontos de distribuição de comida para quem precisar.

Shay Weisberger, um dos organizadores da iniciativa, disse que “muitos animais ficaram para trás”, e que “seus tutores estão pedindo ajuda". Além de oferecer um novo lar a eles, os voluntários tentam reunir pessoas que escaparam dessas áreas com seus animais de estimação.



Um número de telefone foi estabelecido para que as pessoas forneçam detalhes que possibilitem a retirada dos animais das áreas de perigo. Além disso, também fizeram um apelo para quem esteja interessado em oferecer lar temporário aos pets resgatados.

É o caso de Tal (sobrenome mantido em sigilo) que disponibilizou sua casa no norte de Israel para abrigar os animais domésticos deixados para trás pelas famílias de sua aldeia.

Ao “The Times of Israel”, Tal disse que mora a oeste da Galileia, a pouco mais de quatro quilômetros do Líbano, região que é considerada área de risco.

“Muitas famílias tiveram que partir, e uma delas pediu que eu cuidasse de sua gata, Hazot, que precisou ser deixada para trás. Eu a visito todos os dias, dou comida e troco água duas vezes por dia”, afirmou Tal.

Tal também ficou responsável por um cão e um gato a pedido de outra pessoa. “Durante um dos bombardeios, o cão Malka estava tremendo e nervoso, e o gato Paspas mostrava muitos sinais de estresse”.

O voluntário contou também, que os animais buscam abrigo onde for possível, durante os bombardeios. “Eles tentam entrar nas casas das pessoas quando há mísseis ou bombardeios […] tentam encontrar algum lugar onde se sintam seguros”.

Muitas pessoas têm compartilhado fotos desses animais em grupos de WhatsApp na tentativa de encontrar seus tutores.



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quarta-feira, 20 de setembro de 2023

Morre Estopinha, cachorrinha que foi a primeira influenciadora pet do Brasil


Considerada a primeira influencer pet do Brasil, a cachorrinha Estopinha morreu nesta quarta-feira, 20 de setembro, aos 14 anos. A informação foi confirmada por Alexandre Rossi, tutor do pet, nas redes sociais. 

Em publicação feita para anunciar a morte da cachorra, Rossi disse que Estopinha morreu dormindo e sem dor. Além disso, o tutor agradeceu ao apoio que recebeu nos últimos dias, enquanto o pet estava internado. 


“Hoje, a nossa Estopinha descansou. Ela partiu do meu lado, dormindo comigo na cama, sem dor. Eu fiz essa escolha por ela e desejo que ela tenha ido em paz, sentindo todo o amor que todos nós temos por ela. Não consigo mensurar a dor que estou sentindo, mas não posso deixar de agradecer cada mensagem, cada oração, cada pensamento positivo, cada conselho. O que mais me conforta é saber que ela foi imensamente amada e ajudou a mudar tantas vidas, começando pela minha”, escreveu Alexandre Rossi. 

Rossi ainda disse que um memorial seria feito em São Bernardo entre as 16h e as 17h desta quarta para os fãs e seguidores que queiram homenagear Estopinha. O evento acontecerá no Pet Memorial, na Avenida Sadae Takagi, número 860.
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terça-feira, 11 de julho de 2023

Holanda consegue zerar o número de cachorros de rua no país


A Holanda conseguiu zerar o número de cachorros de rua - todos agora têm um lar. Atualmente o país também é conhecido por ser um dos mais “pet-friendly” - ou "amigáveis para pets" - do mundo. Lá é bem comum encontrar bares e restaurantes que aceitam animais.

A Holanda é o primeiro país do mundo a arranjar um lar para todos os cãezinhos de rua. São quase dois milhões em todo o país. É raríssimo encontrar um cachorro sem dono vagando pelas ruas.

Zerar o abandono foi uma longa história. A batalha para isso acontecer começou há mais de 100 anos, quando o governo holandês e instituições de proteção se uniram para implementar a primeira lei de direitos dos animais.

Antes disso, cães eram obrigados a ficar nas coleiras e usar focinheiras. E esquadrões da morte matavam cachorros de rua.

Essa lei de proteção aos pets foi passando por alterações cada vez mais rígidas. Hoje, quem maltratar ou negligenciar os animais pode pegar até cinco anos de prisão e pagar uma multa de 90 mil euros - quase meio milhão de reais.

A ligação entre cães e humanos é registrada também em um microchip, obrigatório para animais de estimação na Holanda. Ele fica instalado atrás da cabeça dos cães - então, caso algum cão se perca, a polícia pode ler as informações contidas no chip, como o telefone para contato e nome do dono. E assim os dois podem voltar a se encontrar.

Esperamos que o sucesso do caso da Holanda possa ser reproduzido por outros países.


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