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terça-feira, 25 de agosto de 2020

Escola Sem Partido ainda tem "bala na agulha"

Fundador do Escola Sem Partido, o advogado Miguel Nagib, explica o que o movimento defende

Nos últimos anos, o debate acerca da doutrinação ideológica nas escolas do país cresceu de forma veloz não só entre profissionais e envolvidos no campo da educação, como também na sociedade em geral. 

O principal agente para o crescimento dessa discussão, responsável pelo combate à Doutrinação Ideológica, foi o Escola Sem Partido (ESP), movimento que existe desde 2004 e cuja visibilidade aumentou com a tramitação de projetos de lei sobre o tema na Câmara dos Deputados e em alguns estados e municípios. O movimento ESP tem por objetivo coibir a prática da doutrinação ideológica perpetrada por professores e professoras. 

Mas o que é Doutrinação Ideológica? 

Doutrinar é um ato de catequese, trata-se de incutir uma doutrina ou conjunto de valores fechados, na mente de outro ser humano. 

Quando José Dirceu afirmou que a maior ameaça contra a esquerda brasileira era o projeto Escola sem Partido, ele não estava mentindo. 

Os esquerdistas sabem que 99,99% de toda a doutrinação ideológica que acontece nas escolas é promovida por professores de esquerda, em benefício de temáticas e organizações também de esquerda. 

Tudo isso não é nenhuma novidade, ainda mais para aqueles que sentam em bancos de escolas e universidades públicas. Porém, apesar da prática ser comum, admitir que se estabeleça em sala de aula uma militância política ou partidária configura-se um desvio de finalidade da proposta educacional. Uma vez que a transmissão de conhecimento intelectual é deixada em segundo plano, tendo em vista a ideia central de arregimentar mais seguidores para causas políticas da esquerda, configura-se a doutrinação ideológica. 

É justamente contra isso que o Escola sem Partido vem lutando. 

Na semana passada o ESP sofreu seu pior revés.

Por nove votos a um, o Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional uma lei alagoana do Escola Sem Partido (Lei 7.800/2016). A ação (ADI 5537) foi movida pela Contee – Confederação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino, entidade que representa sindicatos e federações de professores e trabalhadores não docentes do ensino privado O julgamento, em sessão virtual, foi encerrado no final de sexta-feira, dia 22. 

O julgamento aglutinou também outras duas ações que questionavam a mesma lei e por isso foram apensadas ao processo principal (ADI 5580 e ADI 6038). 

Desde 2014, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais de todo o país propuseram projetos de lei que se baseavam no Escola sem Partido. A Lei alagoana foi a primeira a ser aprovada, ainda em 2016, mas encontrava-se suspensa desde 2017. Agora será definitivamente enterrada. Essa atitude demonstra que o Supremo tem feito um cerco contra leis que abordem temáticas como “ideologia de gênero” ou “doutrinação ideológica”. 

No primeiro semestre o STF anulou quatro leis municipais que vedavam a abordagem de gênero e agora declara a lei 7.800/2016 integralmente inconstitucional. Ainda existem outras doze leis que precisam ser julgadas, mas diante do parecer dado pela corte na semana passada, é certo que elas tenham o mesmo destino da lei alagoana. 

Votaram contra a Lei do Escola Sem Partido os ministros Luís Roberto Barroso (relator), Luíz Fux, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Carmém Lúcia, Ricardo Lewandowiski, Edson Fachin, Dias Tofolli e Alexande de Moraes. O único voto favorável foi do ministro Marco Aurélio Mello. 

Mas enganam-se aqueles que pensam que o Escola sem Partido não tem mais nenhuma “bala na agulha”. 

Tendo em vista que a maior dificuldade do projeto é o fato de que existem grandes obstáculos para que se torne lei, vários colaboradores se empenharam em encontrar uma forma de sobrepujar esse entrave e uma luz se acendeu no fim do túnel: usar uma outra lei já aprovada para defender crianças e adolescentes contra a doutrinação ideológica nas escolas. 

A lei “curinga” é a Lei da Alienação Parental. 

Aprovada em 2010, essa lei tipifica o crime de alienação parental. 

Em seu art 2º, par. único, II, o texto declara ser ato de alienação parental “dificultar o exercício da autoridade parental”. 

E como isso se enquadra na luta contra a doutrinação ideológica? 

São comuns os relatos de casos em que uma criança ou adolescente, submetido à doutrinação ideológica na escola, passa a ter problemas de relacionamento familiar, especialmente em relação aos pais. 

Segundo a lei, “a prática de ato de alienação parental fere direito fundamental da criança ou do adolescente de convivência familiar saudável, prejudica a realização de afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar e constitui abuso moral contra a criança ou o adolescente”. 

Logo, podemos concluir que professores que cometem doutrinação podem responder na justiça pela prática de ato de alienação parental. Basta que atuem no sentido de “dificultar o exercício da autoridade parental” (art 2º, par. único, II, da Lei 12.318/2010). 

Sim, o Escola sem Partido não morreu. 

A luta continua! 

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Link Para Lei de Alienação Parental 

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domingo, 10 de novembro de 2019

Teatros no Reino Unido proíbem a expressão "Senhoras e Senhores"

Todos os dias somos testemunhas dos planos nocivos dos adeptos da ideologia de gênero. O alvo agora é o setor de entretenimento.

Seguindo as diretrizes dessa famigerada ideologia, os espetáculos e apresentações teatrais no Reino Unido não poderão mais utilizar expressões tidas como "opressivas", especialmente a famosa como "ladies and gentlemen" (Senhoras e Senhores). 

Ao mesmo tempo, a Equity, um sindicato de atores, desaconselhou fortemente quaisquer elogios baseados na aparência dirigidos aos artistas. 

Os proponentes da nova política argumentam que criarão um ambiente mais justo para os artistas LGBT e membros do público que não se consideram nem homens nem mulheres.

Ativistas LGBT afirmam que expressões como "senhoras e senhores", que têm sido usadas nos teatros há décadas, são opressivas e excluem indivíduos como o cantor Sam Smith, que se identifica como "não-binário".

O sindicato dos atores está pressionando todos os teatros no Reino Unido para que introduzam e defendam "uma terminologia neutra em termos de gênero para chamadas coletivas, tanto para o público como nos bastidores".

Além disso, o conjunto de novas diretrizes da Equity também aconselha que não se utilizem elogios para atores e nenhuma referência sobre "aparência, vestuário, voz, qualidade, identidade ou coragem".

O Teatro Nacional de Londres aderiu a  esta orientação, afirmando que, embora ainda utilizasse a expressão "Senhoras e Senhores" em alguns anúncios, seria uma prioridade eliminar gradualmente este tipo de vocativo.

A Royal Shakespeare Company também seguiu o exemplo, anunciando que iria "esforçar-se para criar ambientes que acolham e apoiem as pessoas trans e pessoas que identificam o seu gênero como fluido".

Para responder às novas diretrizes da ideologia de gênero, Nica Burns, co-proprietária do Nimax Theater, disse: "Ir ao teatro é uma experiência partilhada e comunitária num único auditório e queremos agradar ao nosso público e dar-lhe uma grande noite. Não queremos que ninguém se sinta ofendido ou aborrecido".

Apenas pela declaração acima, já vemos o nível de manipulação e de institucionalização de uma doutrinação nefasta, aplicada em abrangência coletiva. 

Mas a coisa não para por aí.

Em Outubro, o teatro Old Vic de Londres - um teatro que foi fundado em 1818 - substituiu os banheiros masculinos e femininos por banheiros neutros.

Este é o avanço da ideologia de gênero no mundo. A cada dia o politicamente correto deturpa conceitos, criando bizarras desculpas e subterfúgios para institucionalizar a ditadura do Gênero e políticas LGTB. Não podemos continuar reféns dessa manipulação. Devemos estar sempre alertas e não nos calarmos diante dessas imposições.

Links

https://voiceofeurope.com/2019/11/uk-theaters-to-ban-the-phrase-ladies-and-gentlemen-under-new-gender-neutral-guidelines/

https://www.dailymail.co.uk/news/article-7644549/Ladies-gentlemen-banned-theatre-actor-union-Equitys-new-gender-neutral-guide.html

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domingo, 10 de março de 2019

Resultado da Doutrinação Ideológica

Quando a doutrinação ideológica resulta na alienação na sociedade. O brasileiro precisa urgentemente se desvencilhar das garras da imprensa marron. Assistam o vídeo e descubram como as pessoas "acham" que sabem das coisas...


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domingo, 16 de setembro de 2018

Carreata voluntária Pró Bolsonaro faz história em Ilhéus

Concentração: Apoiadores de Bolsonaro
antes do inicio da carreata
Neste sábado - 15 de setembro, Ilhéus foi o palco de um evento que ficou para a história da cidade, do estado e do Brasil: A Carreata do Mito. 
Organizada pelo Comitê Voluntário Sul Bahia Bolsonaro Presidente, a manifestação voluntária de apoiadores da candidatura de Jair Messias Bolsonaro à presidência da república, levou às ruas um público record. Estima-se que mais de 1500 (Mil e quinhentos) veículos, entre carros, motos e bicicletas, seguiram pelas ruas e avenidas da cidade, cortando  município de norte a sul, marcando presença na Avenida Soares Lopes, Centro da cidade, Malhado, Parque Infantil, Avenida Esperança, Teotônio Vilela, Pontal, Nelson Costa e Urbis.
Puxados por um potente  paredão, sob o comando de Sérgio Rogério, os Bolsonarianos e Bolsonarianas mostraram a Ilhéus e à Bahia como homens e mulheres de bem, unidos podem mudar a triste história do nosso país. Todos os que compareceram, o fizeram voluntariamente, não recebendo nenhum tipo de pagamento. Foi um ato cívico em defesa da pátria e dos valores morais e cristãos. Um ato pela família e pelo Brasil.
Nem mesmo as fakes news divulgadas na intenção de sabotar o evento, conseguiram tirar o brilho e o sucesso da manifestação popular. Por onde a carreata passou recebeu o apoio da grande maioria das pessoas que assistia de janelas, sacadas e calçadas, aplaudindo, gritando e vibrando junto.
Apesar da magnitude do evento, a mídia local praticamente não cobriu, de forma isenta e justa, a manifestação dos ilheenses. Uma lástima para qualquer cidade é não ter uma mídia local isenta e imparcial. Mas se de um lado, grande parte da mídia local não cobriu o evento como deveria, diversas fanpages do Facebook, possuidoras de milhares de seguidores em todo o país, enviaram seus representantes: Conservadorismo e Verdade, Ideias Barbaras, Jovens de Direita e  Conservadoras. Todas marcaram presença na carreata, inclusive fazendo transmissões ao vivo, através de lives no FACEBOOK.
O Comitê Voluntário Sul Bahia Bolsonaro Presidente agradece a todos os voluntários presentes, a todos que colaboraram de alguma forma para que essa manifestação fosse realizada. 
Fica a aqui o nosso registro dessa linda manifestação de patriotismo, união e paz.
As imagens falam mais do que mil palavras. Elas não deixam dúvida alguma sobre o brilho e o sucesso desse evento.

Aproximadamente 1500 veículos participaram da Carreata do Mito
Mulheres com Bolsonaro: Desmistificando a ideia de 
que mulher não apoia Bolsonaro



Famíia Bolsonariana: Unidos e patriotas



Patriotismo e orgulho pelo nosso país



Todos unidos em oração para dar início à carreata

Motociclistas e Motoboys marcaram presença 
na Carreata do Mito

A Carreata do Mito teve registro de imagens feito por drone

Usando camisas e bandeiras os apoiadores de 
Bolsonaro  deram um show de voluntariado



A Direita mitou! MIto........

Carreata do Mito fazendo história em Ilhéus

Com as cores do país e o grito por mudança,
Bolsonaro é esperança


Comissão Organizadora confraterniza ao término da carreata: 
Nossa bandeira jamais será vermelha! Somos patriotas!




Vídeo da Carreta do Mito passando pela Avenida Esperança




















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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Vermelhos jamais!

Ontem surgiu na internet mais uma notícia que serve para despertar reflexões profundas sobre a doutrinação ideológica e os rumos da educação no Brasil: 


Aluno de doutorado é impedido de dar aulas em universidade da Alemanha por ser comunista
Kerem Schamberger

A reportagem contava, de maneira sucinta o "drama", se é que pode ser chamado assim,  de Kerem Schamberger, 30 anos, formado em comunicação e aluno de doutorado na Universidade Ludwig-Maximilian (LMU, sigla em alemão), em Munique (Alemanha), que está sendo impedido de lecionar na mesma instituição por ser comunista.
Interessante. Vamos aos fatos.
De acordo com um decreto de 1972, todos os funcionários do serviço público alemão devem passar por uma averiguação do Estado para evitar 'radicalismos', de modo que, para trabalhar no setor, membros de partidos precisam apresentar um pedido de aprovação para o serviço secreto alemão.
Shamberger, além de filiado, é o porta-voz em Munique do Partido Comunista Alemão, o DKP. Ele também já foi porta-voz da Juventude Trabalhadora Socialista Alemã, apoiou o grupo Juventude Vermelha e a Associação das Vítimas do Regime Nazista – Federação dos Antifascistas e das Antifascistas, todos vigiados pelo Departamento Federal de Proteção da Constituição, que os classifica como extremistas.
A LMU pediu em julho autorização para que Shamberger pudesse lecionar — exigência para todos os alunos de doutorado —, mas ainda não obteve resposta.
Vamos abrir aqui um parenteses para esclarecermos melhor do que se trata toda essa celeuma.
No dia 19 de setembro de 1950, o governo alemão decidiu remover do serviço público membros de organizações consideradas anticonstitucionais.
"O Cavalo de Troia está entre nós e precisamos nos defender." Esta foi a frase pronunciada pelo então ministro do Interior da Alemanha, Thomas Dehler, ao comentar a situação no país em 1950. A jovem República Federal da Alemanha sentia-se ameaçada pelos comunistas.
Foice e martelo: mais famoso símbolo comunista
Afinal, os russos já controlavam a outra parte do país dividido e cada um dos sistemas políticos imperantes, garantia ser o mais democrático.
O primeiro chanceler do pós-guerra, Konrad Adenauer, estava preocupado com o que chamou de "intensa campanha para desintegrar a Alemanha Ocidental". A fim de acabar com a ameaça de corrosão do sistema, em setembro de 1950 foi lançado o "Decreto contra os Inimigos da Constituição" que proibia o apoio e a filiação de funcionários e servidores públicos ao Partido Comunista e outras organizações de orientação socialista e esquerdista. No total, dez organizações da gama esquerdista e duas neonazistas foram declaradas inconstitucionais.
Na época, eram poucos os comunistas ligados ao serviço público. Por isso, o decreto teve, acima de tudo, um efeito simbólico. Um ano mais tarde, foi aprovada nova legislação pelo Parlamento alemão. Desta vez, quase todas as atividades dos comunistas passaram a ser puníveis. Em 1956, então, o Partido Comunista foi proibido.
O chamado “Decreto contra os Radicais” foi criado em 1972 durante o governo do chanceler Willy Brandt (1969 – 1974) e especifica que a fidelidade à ordem constitucional deve ser um requisito para trabalhar no setor público. A intenção, porém, quando o decreto foi criado, era principalmente acabar com a influência do comunismo na então Alemanha Ocidental.
Desde que a lei foi criada até 1991, cerca de 1,4 milhão de pessoas passaram pelo processo pelo qual Shamberger está passando agora. Só este ano, entre janeiro e agosto, 537 candidatos passaram por esta checagem.
O centro de toda essa polemica é barrar a doutrinação ideológica em escolas, universidades e órgãos públicos, uma vez é claramente evidente a influência que pessoas, executoras de determinadas funções, como professores por exemplo, exercem sobre aqueles aos quais estão ligados direitamente ao exercício de sua função laboral, alunos, por exemplo. No Brasil, observamos muito evidentemente o que a doutrinação ideológica pode causar, especialmente em jovens e crianças, vide os casos de ocupação de escolas por todo território nacional. Vários professores e funcionários públicos da área de educação são militantes comunistas, sendo muitos deles filiados a partidos ou entidades que defendem a ideologia socialista. Desta forma, fica transparente a parcialidade desses e como os mesmos se utilizam dos cargos que ocupam para propagar suas convicções pessoais. Lutar contra essa parcialidade é imperativo. 
O comunismo não é uma ideologia proibida apenas na Alemanha. Outros países também entenderam o quanto tal linha política é perigosa, destrutiva e amoral, sendo responsável por mais de 100 milhões de mortes em todo o mundo (de acordo com dados do Museu Global do Comunismo).

Polônia – Na Polônia não é mais possível os jovens andarem com camisetas de Che Guevara, pois em 8 de junho de 2010 entrou em vigor a lei que proíbe a exibição dos símbolos comunistas. O país foi um dos que mais sofreu com o Comunismo. Os historiadores Andrzej Paczkowski e Karel Bartosek afirmam que entre 1948 e 1956, a etapa mais dura da repressão comunista, dezenas de milhares de pessoas perderam a vida, foram presas, enviadas a campos de trabalho, ou para a URSS. A Polônia recuperou sua independência no ano de 1991.

Lituânia – Em 2008 a antiga república soviética da Lituânia, hoje membro da União Europeia, criminalizou a exibição pública de símbolos comunistas e nazistas. Em 1939, a Lituânia foi vítima do pacto Molotov-Ribbentrop, entre a Rússia Soviética e a Alemanha nazista, levando a ocupação e sua incorporação à União Soviética em 1940. A Lituânia perdeu 780 mil cidadãos como resultado da ocupação comunista, incluindo 275,697 deportados ou condenados aos gulags. O país restaurou a sua independência em 11 de Março de 1990.

Geórgia – O parlamento da Geórgia baniu em 2011 o uso de símbolos nazistas e comunistas no país. Durante o domínio soviético, 1500 igrejas foram destruídas, milhares de inocentes foram mortos na Geórgia ou enviados para os gulags, onde a maioria morreu. Entre essas pessoas estavam notáveis representantes da cultura georgiana, como o escritor M. Javakhishvili, os poetas T. Tabidze e P. Iashvili e o cientista-filólogo Gr. Tsereteli. A independência da Geórgia foi proclamada em 9 de abril de 1991, porém a data nacional é 26 de maio, quando foi eleito o primeiro presidente.

Moldávia – A Moldávia condenou em 2012 os crimes do regime que governou o país na época em que o território fazia parte da URSS e proibiu o uso de símbolos do comunismo. Em 1991 a Moldávia tornou-se um Estado independente, o que desencadeou conflitos militares. Na primeira metade, em 1992, fizeram mil mortos e 130 mil deslocados e refugiados, envolvendo as tropas russas que intervieram sob o pretexto de estarem a proteger a minoria russa. No ano seguinte, os moldavos recusam a proposta de reunificação com a Romênia.


Ucrânia - No ano passado, O governo da Ucrânia proibiu toda a atividade dos três partidos comunistas do país e sua participação nos processos eleitorais, uma vez que nem sua atividade, seu nome, seus símbolos, seu programa e estatutos cumpriam as exigências da lei sobre a condenação dos regimes totalitários comunistas e nacional-socialistas e a proibição de sua propaganda e sua simbologia. Além disso, todos os monumentos que glorificam os líderes soviéticos, incluídas as estátuas de Lênin, devem ser desmontados. As autoridades ucranianas também irão rebatizar cidades, ruas e entidades cujos nomes tenham referências soviéticas.


Deputado Eduardo Bolsonaro
Como se pode ver existe todo um movimento global contrário à prática do comunismo, por haver o entendimento sobre o quão danoso à humanidade ele o é. Aqui no Brasil, um deputado já propôs projeto de lei que prevê a criminalização da apologia ao comunismo. Pela proposta do deputado Eduardo Bolsonaro, os partidos que utilizam simbologias comunistas seriam proibidos de estampar o ícone em bandeiras, publicações e propagandas. Além disso, partidos que se declaram comunistas, como PCdoB por exemplo, seriam extintos. Uma causa mais do que coerente, se levarmos em conta a proibição de outra ideologia extremamente perigosa: o nazismo.
É certo proibir o nazismo  e permitir o comunismo?
Não, claro que não!
O Nazismo é um regime que executou cerca de 6 milhões de inocentes no Holocausto. O comunismo, só na União Soviética, matou cerca de 5 milhões de inocentes de fome em um cerco à Ucrânia. Na China, do ditador Mao Tse Tung, mais de 60 milhões morreram de fome ou foram executados. Na revolução cubana 3 mil pessoas foram executadas em paredões de fuzilamento. O ditador Pol Pot, no Camboja, praticou um dos maiores genocídios da humanidade. Isso tudo sem falar dos ditadores comunistas Africanos e sul-americanos. Até os dias de hoje, a Coreia do Norte põe em risco a paz mundial e comete graves agressões aos direitos humanos. Como um regime que matou centenas de milhões de inocentes, muito mais do que o nazismo, não é proibido no Brasil, enquanto o nazismo é? É algo totalmente discrepante, um erro que deve ser corrigido o mais rápido possível.
Agora fica mais compreensível a postura do governo alemão ao proibir comunistas de exercerem funções públicas, exatamente como o caso do rapaz exposto na reportagem no começo desse artigo. Devemos aprender com os países que sofreram com as atrocidades comunistas e nos juntarmos à vanguarda das nações que combatem essa brutal ideologia. 
A nossa bandeira jamais será vermelha!


Link para notícia Aluno de doutorado impedido de dar aulas
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/geral/45558/aluno+de+doutorado+e+impedido+de+dar+aulas+em+universidade+da+alemanha+por+ser+comunista.shtml

Link para notícia sobre a proibição dos partidos comunistas na Ucrânia
http://exame.abril.com.br/geral/ucrania-proibe-partidos-comunistas-no-pais/

Link para Museu Global do Comunismo
http://www.museumoncommunism.org/

Link para assinar a petição online que pede a criminalização da apologia ao comunismo no Brasil
https://secure.avaaz.org/po/petition/Senado_Federal_Criminalizar_apologia_ao_Comunismo/?pv=5

Link para Projeto de Lei que criminaliza a apologia ao comunismo no Brasil
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2085411



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