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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Motorista de aplicativo volta ao endereço após fim da viagem, invade casa e estupra vítima


Existem histórias diante das quais não cabe o silêncio, tampouco a indiferença.
Em Morro da Fumaça, no sul de Santa Catarina, um motorista de aplicativo, de 42 anos, foi preso preventivamente nesta quarta-feira (2), suspeito de invadir a residência de uma passageira e estuprar uma mulher enquanto ela dormia.

Segundo a investigação da Polícia Civil, o homem teria conhecido o endereço ao realizar uma corrida cujo ponto de partida era aquela residência. Depois de deixar o passageiro no destino, teria retornado ao local cerca de 40 minutos mais tarde.

A polícia aponta que, ao voltar, o suspeito teria invadido a casa e cometido o crime contra uma mulher que estava dormindo e, portanto, sem condições de oferecer resistência.

O caso é investigado como estupro de vulnerável. A vítima não teve a identidade nem a idade divulgadas.

Diante dos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva, que foi deferida pela Justiça. O suspeito foi localizado e preso, sendo posteriormente encaminhado ao Presídio de Criciúma, onde permanece à disposição da Justiça.

Que fique registrada uma reflexão incômoda, porém necessária: quando alguém utiliza uma informação obtida durante o exercício de seu trabalho para transformar um endereço em oportunidade de violência, não estamos diante apenas de uma quebra de confiança, estamos diante de um crime que exige rigor e responsabilização.

Toda mulher deveria poder dormir em sua própria casa sem que sua segurança fosse uma questão de sorte.

E talvez a pergunta mais importante seja justamente esta:

Até quando mulheres precisarão desconfiar até daqueles que deveriam apenas cumprir seu trabalho e levá-las, ou a seus familiares, com segurança ao destino?

Assinado, alguém que acredita que confiança não é convite para violência e que toda mulher merece ter o direito de se sentir segura, inclusive dentro da própria casa.

Fonte: G1
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segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Estupro coletivo no Pontal choca moradores de Ilhéus


Na madrugada desta segunda-feira, 18 de agosto, uma jovem de 26 anos foi brutalmente estuprada por três homens na Rua Castro Alves, bairro do Pontal.O crime, cometido com extrema violência, foi denunciado pela vítima no plantão da 7ª COORPIN.

Segundo o relato, ela foi agredida, sofreu mordidas, arranhões e fortes dores nas partes íntimas. Em meio ao terror, conseguiu escapar e pedir socorro. Vizinhos acionaram a Polícia Militar, que prestou apoio imediato e encaminhou a vítima à delegacia.

Agora, o caso está sob investigação e a vítima passará por exames no DPT. Os três suspeitos seguem foragidos e a polícia realiza diligências para localizá-los.

Esse episódio acontece dias após o feminicídio de três mulheres em Ilhéus e reforça a urgência de medidas concretas contra a violência que aterroriza a cidade.

É hora das autoridades agirem com firmeza para garantir justiça e segurança às mulheres de lhéus.

Nenhuma vida pode ser silenciada pela violência!
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terça-feira, 18 de junho de 2024

Estado dos EUA aprova pena de morte para condenados por estupro


O estado do Tennessee, nos Estados Unidos, aprovou uma lei que permite a pena de morte a condenados por estupro de crianças. O texto foi assinado pelo governador Bill Lee, do partido republicano, no mês de maio e entra em vigor no dia 1º de julho de 2024.

A nova lei autoriza o Estado a impor a pena de morte quando um adulto é condenado por estupro agravado de uma criança. De acordo com o G1, os condenados podem ser sentenciados à morte, à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional ou à prisão perpétua.

No entanto, o estado não poderá executar a lei por conta de uma decisão da Suprema Corte dos EUA de 2008, que proibiu a pena de morte em caso de estupro de crianças. Anteriormente o Tennessee permitia que condenados por este crime fossem condenados à morte, mas após a decisão da Suprema Corte, a lei tornou-se inconstitucional.

A lei de execução nos EUA determina que, para crimes serem elegíveis à pena de morte, eçes devem envolver a morte da vítima ou traição contra o governo.

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quinta-feira, 4 de abril de 2024

Justiça concede medida protetiva a favor de Natália Schincariol, ex-namorada do filho de Lula


O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o filho do presidente Lula (PT), Luís Cláudio Lula da Silva, não se aproxime de sua ex-namorada e deixe o apartamento em que vivia com ela.

A decisão consta em uma medida protetiva concedida pelo tribunal a favor de Natália Schincariol, que registrou um boletim de ocorrência contra o filho de Lula.

Na denúncia, registrada na Delegacia da Mulher, em São Paulo, a médica afirma ter sido vítima de violência física e psicológica.

À polícia, a vítima relatou ter sido atingida na barriga por um cotovelada durante uma discussão com Luís Cláudio, o que resultou em um afastamento do trabalho por um mês. Ela também disse ter sido coagida pelo filho do presidente a não formalizar a denúncia.

Ainda de acordo com Natália, as agressões teriam se tornaram mais frequentes e graves ao longo dos dois anos de relacionamento.

Em nota divulgada no X (ex-Twitter), a defesa de Luis Cláudio chamou de ‘fantasiosas declarações’ as denúncias feitas pela médica. Acrescentou ainda que serão tomadas medidas jurídicas e que as mentiras são enquadráveis nos tipos de delitos de calúnia, injúria e difamação, além de reparação por danos morais.
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quarta-feira, 3 de abril de 2024

Ex-namorada acusa filho de Lula de agressões



Uma médica de 29 anos registrou um boletim de ocorrência online acusando o filho mais novo do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Luís Cláudio Lula da Silva, de 39 anos, de agressões físicas e psicológicas. 

Segundo o documento, as acusações incluem violência doméstica, ameaça, vias de fato, violência psicológica contra a mulher e injúria. De acordo com o relato da vítima no documento registrado à Polícia Civil, as agressões teriam ocorrido ao longo dos últimos dois anos e se intensificado, colocando em risco sua integridade física e mental. A médica afirmou que não havia registrado ocorrência anteriormente devido a intimidações por parte de Luís Cláudio, que alegava impunidade por ser filho do presidente.

“De acordo com a narrativa, a vítima não registrou o boletim de ocorrência anteriormente, pois o autor a intimida, utilizando o fato de ser filho do presidente da República dizendo ‘meu pai vai me proteger e [você] vai sair perdendo, eu vou acabar com sua alma’ e ‘vou falar para todos que você é uma insana, ninguém irá acreditar em você'”, registrou a médica no documento, ao receber primeiro atendimento da Delegacia da Mulher da capital paulista.

A defesa de Luís Cláudio Lula da Silva classificou as declarações como “fantasiosas” e anunciou a intenção de buscar reparação por danos morais, alegando que as acusações se enquadram nos crimes de calúnia, injúria e difamação. 

A advogada da médica aguarda determinação para que Luís Cláudio mantenha distância da ex-namorada, seguindo medidas protetivas comuns nesses casos. 

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que o caso está sendo investigado pela 1ª Delegacia de Defesa da Mulher.

*Com informações do Estadão Conteúdo



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