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sábado, 19 de agosto de 2023

Surto de catapora pode acontecer em escolas baianas


Considerada uma doença endêmica, a catapora ou varicela como também é conhecida tem preocupado órgãos de saúde, especialistas e pais de crianças e adolescentes na Bahia.

Na última terça-feira, 16 de agosto, a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) emitiu um alerta sobre o aumento de casos da doença no estado.

Segundo o órgão, até o último dia 12 de agosto, foram contabilizados 443 casos da enfermidade na Bahia. A notificação chega após surtos em unidades escolares de algumas cidades baianas.

De acordo com alguns especialistas, um fator que tem contribuído para a proliferação da doença é o período de sazonalidade, já que foi entre agosto e setembro que os casos de catapora aumentaram. Justamente por isso, a Bahia pode registrar mais surtos da doença entre crianças e adolescentes nas instituições de ensino.

Outro fator que impacta no avanço da varicela é a baixa cobertura vacinal. Conforme estudos, o nível de cobertura da vacina adequada é em torno de 95%. Porém, no ano passado a Bahia obteve 73,3% do índice de pessoas vacinadas contra a doença. Já em 2023, a Bahia registrou somente 49,87% de pessoas com o imunizante até o mês de maio.

É por isso que a população tem que estar alerta sobre a necessidade de atualizar a vacinação das crianças de um a quatro anos. Desde 2015, a Bahia vem registrando a queda gradativa das coberturas vacinais.

Patologia mais comum em crianças, a catapora também acomete adultos, as vezes de forma até mesmo mais agressiva. Ser contaminado na vida adulta traz sintomas mais intensos, principalmente se não houver vacinação durante a infância, fazendo com que o adulto apresente uma maior quantidade de bolhas no corpo, em comparação às crianças.

Os estudos mostram que a varicela na criança tem uma evolução mais benigna. Quando acontece depois de 15 anos e na população adulta existe um risco maior de complicações, como pneumonia, varicela hemorrágica e infecção de pele.

Adultos podem ter ainda manchas vermelhas que evoluem para vesículas, coceira intensa e outras série de complicações. Além disso, uma pessoa infectada pela varicela, ainda que uma única vez, e mesmo sendo curada, pode ficar com o vírus latente no organismo.

Em idade mais avançada, a partir dos 50 anos, esse vírus pode ficar latente no organismo, se reativar e causar outra doença decorrente também da infecção pelos que é o Herpes Zoster.
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sábado, 29 de julho de 2023

Aspartame: o perigo está em chiclete, gelatina, sorvete, suco em pó e até pasta de dentes


O aspartame, classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “potencialmente cancerígeno”, não é utilizado apenas nos adoçantes para bebidas e refrigerantes sem açúcar. Assim como o sódio e os corantes, a substância artificialmente doce está na composição de muitos produtos industrializados consumidos principalmente por crianças, como chiclete, gelatina, sorvete e suco em pó. A recomendação de médicos e outros especialistas é monitorar a quantidade e dar preferência a alimentos naturais.

Especialistas ressaltam que a maioria dos produtos com sabores artificiais não tem especificações nos rótulos sobre a composição. Isso torna o controle de ingestão da substância extremamente difícil. No Brasil ainda não é obrigatório essa informação. Isso acaba por impossibilitar ao consumidor entender exatamente o quanto consome de aspartame em determinados produtos.

A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde (OMS), avaliou pela primeira vez o nível de perigo do aspartame e informou, no último dia 14 julho, que a substância é “possivelmente” cancerígena para os seres humanos, embora a dose diária considerada segura não tenha sido modificada. “Aconselhamos as empresas a não retirarem seus produtos nem recomendamos que os consumidores deixem de consumi-los completamente”, afirmou Francesco Branca, diretor do Departamento de Nutrição, Saúde e Desenvolvimento da OMS.

A posição do Inca foi ainda mais firme: o melhor é não consumir o aspartame. Além da relação com vários tipos de câncer, o instituto destaca que não há vantagem para quem está tentando perder peso. “Considerando também as evidências científicas que apontam que o consumo de bebidas adoçadas com adoçantes artificiais não colabora para o controle da obesidade, podendo ainda contribuir com o excesso de peso corporal e, por fim, considerando a associação direta do excesso de gordura corporal com pelo menos 15 tipos de câncer, o Inca aconselha à população geral evitar o consumo de qualquer tipo de adoçante artificial e adotar uma alimentação saudável, ou seja, baseada em alimentos in natura e minimamente processados e limitada em alimentos ultraprocessados”, informou por meio de nota oficial.

De acordo com especialistas, os limites seguros para ingestão do aspartame seriam 40 miligramas por quilograma de peso. Porém antes de se pensar na quantidade que se pode ingerir, as pessoas devem se questionar porque estão ingerindo. 

Em toda essa discussão, o uso do aspartame na a alimentação infantil é o que mais preocupa. O cálculo de 40 miligramas de aspartame por quilograma de peso acaba tendo foco no peso de um adulto de 70 quilos. Mas isso não se aplica às crianças. Fazendo uma simples simulação, usando o exemplo de uma criança de 15 quilos, veremos que esses produtos não devem estar na alimentação. Infelizmente, da mesma forma que observamos na dieta do adulto brasileiro que cada vez mais os sucos artificiais e refrigerantes estão presentes, também estão na alimentação infantil.

O mel é uma boa opção natural para adoçar chás e evitar os produtos artificiais. Já as frutas são ótimas alternativas para lanches rápidos e dão saciedade maior do que chicletes, balas e gelatinas, por exemplo. Também é importante ter atenção para não trocar o adoçante pelo açúcar refinado, que contribui potencialmente para a obesidade e outras doenças. A recomendação para quem quer manter a saúde contínua e uma dieta equilibrada é a preferência pelo consumo de alimentos in natura.

Fizemos uma pequena lista de produtos comuns nas prateleiras de supermercados brasileiros e mostramos a quantidade de aspartame em cada um. Confira!







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segunda-feira, 24 de julho de 2023

Brasil tem cerca de 2,5 milhões de crianças fora da creche


Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgados nesta sexta-feira, 21, cerca de 2,5 milhões de crianças brasileiras de 2 a 3 anos de idade estão fora das creches. 

Além disso, mais de 1,2 mil obras de creches e pré-escolas estão paradas no país. O estudo ainda mostra que, no ano passado, apenas 30% das crianças de até 3 anos estavam matriculadas em creches. 

De acordo com a pesquisa, tal índice é relativamente baixo, mas segue como o melhor resultado da série histórica, iniciada em 2010, quando menos de 13% das crianças desta faixa etária estavam matriculadas. 

O Plano Nacional de Educação estipula que municípios e Estados deveriam ter 50% destas crianças na escola, mas as unidades da federação têm tido problemas em cumprir esta meta.

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sexta-feira, 31 de março de 2023

Médico emociona levando crianças vestidas de super-heróis para cirurgias


Passar por um procedimento cirúrgico gera ansiedade e angústia em qualquer pessoa. Para diminuir a tensão e gerar confiança em crianças, o otorrinolaringologista Leandro Brandão Guimarães, de Divinópolis, na região Oeste de Minas Gerais, teve a ideia de fantasiar os pequenos de super-heróis para entrar na sala de cirurgia.  O objetivo é transformar o momento que antecede a cirurgia em uma brincadeira divertida, sem choro ou pais apreensivos. As crianças, vestidas de Batman, Mulher-Maravilha, Elsa, Flash e Patrulha-canina dão show de espontaneidade e alegria.

“Com a fantasia, a criança nem percebe que está no hospital ou que está entrando para uma cirurgia”, explicou o dr. Leandro.

Com 12 anos de carreira médica, fazendo cirurgia em crianças, o Dr. Leandro confessa que nem lembra como tudo começou.

“Sinceramente não sei de onde tirei essa ideia, mas procurei na internet onde comprar ou produzir as fantasias e comecei a fazer isso”, revelou o Dr. Leandro.

O médico contou que em todos os anos de trabalho sempre buscou formas lúdicas de tratar seus pequenos pacientes, para conseguir examiná-los e tratá-los de um jeito humanizado. Junto com sua equipe, o dr. Leandro foi testando as melhores formas de fazer com que as crianças permanecessem tranquilas e confiantes.

“Fica tudo mais leve e muda também o clima do bloco cirúrgico. Todo mundo abre o sorriso e fica tudo mais leve.” explicou o médico.

A ideia deu certo!

Os momentos de descontração e diversão de vários pacientes foram registrados pelo profissional e postados no Instagram. Ao som de "Sand By Me", é possível ver ele entrando com várias crianças com capas, como do Batman e da Mulher Maravilha.

Confiram!



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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Infância No Mundo

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