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segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Marcha em prol da zoofilia ganha ruas da Alemanha


Na Alemanha a descriminalização da zoofilia vem ganhando cada vez mais espaço. Na semana passada, manifestantes foram às ruas do país defendendo a legalização da prática de sexo entre humanos e animais.

Zoófilos acreditam que é aceitável ter intimidade sexual com um animal e querem que o movimento "arco-íris" LGTBQ+ adicione um Z ao seu nome.

Não, você não leu errado.

Em 2013, a Alemanha aprovou uma lei que proibiu a zoofilia no país, estabelecendo multa de quase 25 mil euros para esse tipo de crime. Na ocasião, o governo alemão apresentou um levantamento, em que afirma que cerca de 500 mil animais eram mortos por ano após sofrerem abusos sexuais. Naquela mesmo ano, um membro do Zeta (Engajamento Zoófilo para a Tolerância e a Informação, na sigla em alemão), afirmou que cerca de 100 mil alemães praticavam zoofilia.

Em 2016, a Suprema Corte Alemã negou o pedido de dois cidadãos que questionaram a lei estabelecida em 2013. Em sua solicitação à justiça, os dois alemãs argumentaram que as normas existentes, que os proibiam de praticar seus desejos, eram inconstitucionais, pois violavam seu "direito à autodeterminação sexual". O tribunal, sediado na cidade de Karlsruhe, negou o pedido afirmando que a proibição determinada pela legislação era justificada. Segundo a corte, proteger o bem-estar dos animais, o que inclui evitar que eles sejam vítimas de ataques sexuais, é um fim legítimo da lei – que, assim, não sofreu alterações.

Mas os defensores da zoofilia não se deram por vencidos. O resultado vimos na última semana nas ruas da Alemanha.

Os organizadores da Marcha do Orgulho da Zoofilia declararam que estão avançando na pressão ao governo alemão para mudar a lei, ganhando o apoio da grande maioria.

Durante a marcha, em entrevista divulgada pelo site RUPTLY, um dos manifestantes pró-zoofilia defendeu o conceito de relações sexuais com animais. De acordo com o manifestante, o sexo com animais deve ser descriminalizado porque “é muito mais fácil construir um relacionamento com animais do que com humanos”.

A militância pró-zoofilia está espalhada por todo o mundo.

Em 2016, o Canadá legalizou parcialmente a prática da zoofilia, após um conturbado julgamento, envolvendo um molestador sexual, acusado de abusar de de suas próprias enteadas. Uma decisão que chocou a comunidade que luta em defesa da proteção e dos direitos dos animais.

A questão envolvendo a prática da zoofilia é muito mais profunda. Estudos demonstram que criminosos sexuais que abusam de animais, frequentemente também abusam de crianças. Exatamente como aconteceu no caso do julgamento no Canadá. Um estudo realizado em 1983 pelos pesquisadores DeViney, Dickert e Lockwood detectou que 88% dos casos de abusos contra animais ocorreram em famílias onde também houveram registro de abusos contra crianças.

Desta forma, alguns estados norte-americanos (Flórida, Virgínia, Arizona, Carolina do Sul e Massachusetts) introduziram leis que obrigam o estudo em conjunto de denúncias de crueldade contra animais e denúncias envolvendo crianças atendidas pelos serviços de proteção infantil.

Vale também ressaltar que o ativismo pró-pedofilia também vem ganhando espaço,através de ações de normatização da prática sexual entre adultos e crianças.

"A ⁠tolerância é a última virtude de uma sociedade depravada". Quando uma sociedade imoral violou descaradamente e orgulhosamente todos os mandamentos, ela insiste em uma última virtude, a tolerância com sua imoralidade. Não tolerará condenação de suas perversões. HUTTON GIBSON



Link para matéria sobre legalização da zoofilia no Canadá

http://www.ideiasbarbaras.com/2016/06/sinal-verde-para-zooflia-sinal-amarelo.html

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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

CCJ aprova texto que torna Pedofilia crime hediondo

Há dois anos, por ocasião do cruel assassinato do pequeno Rhuan Maycon, lançamos uma ideia legislativa que justamente tornava hediondos todos os crimes cometidos contra crianças, estupro, abuso, pedofilia. É com grande alegria que a equipe do IDEIAS BARBARA'S recebeu essa notícia hoje: Em votação simbólica, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (18), o projeto de lei 1776/2015.


O texto tipifica o crime de pedofilia como hediondo. E, a partir de agora, a medida segue para apreciação no Plenário da Casa.


Elaborado pelo deputado Léo Moraes (Podemos-RO), o relatório aponta como hediondo os crimes de aliciamento de menores, exposição, produção, venda ou publicação de material pornográfico, além de defender o agravamento das penas para esses crimes no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


O texto firma ainda o agravante de um terço da pena para todo aquele que distribuir, publicar, armazenar ou ainda, por meio de montagem fotográfica ou de vídeo, divulgar imagem de menores na chamada deep web, um ambiente considerado ‘oculto’ da internet.


O relator passou a incluir uma proposta que modifica a Lei de Execução Penal para garantir que, em caso de saída temporária ou a modificação de pena para prisão domiciliar, todo condenado pela prática de crime relacionado à pedofilia seja monitorado por dispositivos eletrônicos obrigatórios, além de ficar proibido de se aproximar de instituições de ensino, creches e outros locais destinados à presença de crianças.


Como falamos no início do artigo, o combate à violência e abuso sexual contra a criança sempre foi pauta defendida pelo IDEIAS BARBARA'S. Além da ideia legislativa, também publicamos um artigo onde abordamos um amplo debate sobre a adoção da pena se morte para crimes cometidos contra crianças. Os links seguem abaixo.


Click Aqui e acesse o Link para Texto da Ideia Legislativa sobre tornar hediondos os crimes contra crianças.


Click Aqui  e acesse o Link para artigo sobre pena de morte para crimes contra crianças

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sexta-feira, 29 de março de 2019

STF decide que sacrifício de animais em cultos religiosos é constitucional

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou ontem (28 de março de 2019) a constitucionalidade do sacrifício de animais na realização de cultos de religiões de matrizes africanas. No julgamento, que começou no ano passado, os ministros entenderam que a crueldade contra os animais não faz parte do ritual de culto das religiões de origem africana. Além disso, a Constituição garante a liberdade de culto religioso a todos os cidadãos.

A questão foi definida por meio de um recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul contra uma decisão do judiciário local que definiu que o sacrifício dos animais não viola do Código Estadual de Proteção aos animais. A norma local definiu que os rituais de sacrifício nas religiões africanas não são inconstitucionais, “desde que sem excessos ou crueldade”. 
Votaram sobre a questão os ministros Marco Aurélio, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, Cármen Lúcia e o presidente, Dias Toffoli.

Durante o julgamento, Barroso entendeu que a lei local deu proteção especial às religiões de matriz africana em razão do histórico de discriminação. “A liberdade religiosa é um direito fundamental das pessoas, é um direito que está associado às escolhas mais essenciais e mais íntimas que uma pessoa pode fazer na vida”, disse.

Fux também destacou que todas as religiões devem ter suas liturgias respeitadas e citou casos de incêndios provocados contra locais de culto de religiões africanas em todo o país. “É o momento próprio para que o Direito diga em favor das religiões de matriz africana que não há nenhuma ilegalidade no culto de professam e nas liturgias que praticam”, afirmou.

Como vimos, pouco se debateu em relação aos direitos dos animais, tendo os ministros se atido apenas à questão da discriminação religiosa. 
Será que apenas o sacrifício de animais é o fator gerador dessa discriminação? 
Será que ao dar salvo conduto para a matança de animais em ritos religiosos, os ministros estarão pondo um ponto final na discriminação religiosa?
Necessário se faz esclarecermos que não somente as religiões de matrizes africanas promovem rituais com matança de animais. Tais ritos estão presentes também em cerimônias judaicas e muçulmanas, tendo gerado debates semelhantes ao do Brasil, em vários países europeus.

Voltemos à análise central da conclusão a que chegaram os ministros do supremo: "os rituais de sacrifício nas religiões africanas não são inconstitucionais, desde que sem excessos ou crueldade."
O ponto crucial disso tudo é: o que são excessos de crueldade? 
Como mensurar a dor de um animal degolado, estrangulado ou esfaqueado?
Quem fiscalizaria e que parâmetros seriam utilizados para julgar se o animal estava sendo abatido em um rito "sem excessos de crueldade"?
Constituição à parte, o que se questiona aqui é mais do que um mero ponto de interpretação da lei ou a garantia de cumprimento de dispositivos asseguradores da independência religiosa. O que se questiona é a necessidade humana de sobrepor seu domínio sobre outra vida, sobre outra espécie, sem que isso seja indispensável a sua própria sobrevivência.
Um estudo da Universidade de Wageningen (leste da Holanda) concluiu que o sacrifício em rituais religiosos causa mais dor do que os métodos tradicionais de abate para consumo de carne animal pois, tais métodos deixam o animal inconsciente antes de matá-lo. Essa pesquisa acadêmica foi de grande importância para que vários países europeus, entre eles Holanda, Bélgica, Suécia, Noruega, Áustria, Estônia e Suíça, proibissem o sacrifício de animais em rituais religiosos. Já outros países, como a Espanha, legitimaram os sacrifícios ritualísticos, desde que tais atos cumpram o preceito de atordoar o animal antes de sua morte.


O Fórum Nacional de Proteção de Defesa Animal sustentou que nenhum dogma pode se legitimar pela crueldade. O primeiro passo para degradação de uma sociedade é sempre a dessensibilização da humanidade em relação aos animais e às crianças. Ainda que uma religião cometa sacrifícios em nome da fé, isso não justifica o fato do emprego da crueldade contra os animais. Esperamos que o Fórum Nacional de Proteção de Defesa Animal continue seu trabalho de resistência e persistência na luta contra os maus tratos e atrocidades contra animais.
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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Ativismo pedófilo: uma praga que precisa ser combatida

A segunda-feira amanheceu negra nas Redes Sociais. Um youtuber de 23 anos, acusado de abuso sexual infantil, chamado Mallone Moraes, publicou em seu canal um vídeo onde ensina como e porque os pais devem estuprar as próprias filhas. Segundo Mallone, os pais deveriam ter o direito de transar com suas filhas, como uma forma de educá-las, iniciando-as sexualmente. Optei por não reproduzir o famigerado vídeo nessa postagem por se tratar de material de cunho inclassificável.
Toda polêmica gerada pelo citado vídeo, serviu para reacender o debate sobre a legitimidade ou não da pedofilia como prática sexual.
A grande maioria das pessoas nunca leu, ouviu falar ou assistiu nada que expusesse de forma clara e objetiva, o ativismo de grupos organizados, em todo o mundo, que lutam pela legalização da pedofilia.

Entre 1974 e 1984, a Inglaterra foi o palco de um movimento de pedófilos chamado PIE (Pedophile Information Exchange), que entre outras coisas lutava no congresso para diminuir a idade de consentimento para relações sexuais. Eles utilizavam-se de um discurso velado, que propagava a ideia de que era apenas uma espécie de militância pela “maioridade sexual”. Oculto sob esse ardil, o movimento recebia dinheiro do próprio governo britânico, por meio de verbas do Serviço de Voluntários do Ministério do Interior. Mas, na década de 80, investigações sobre pedofilia acabaram levando aos membros do movimento, que acabou sendo fechado, sob uma tempestade de escândalos e denúncias. 

Entre as ações empreendidas pelo PIE durante sua atividade, esteve a luta pela redução da idade de consentimento para QUATRO anos de idade, isso mesmo, você não leu errado: QUATRO ANOS! Este foi o estopim que levou a sociedade britânica à indignação. Enquanto a sociedade se rebelava contra essas aberrações, o governo resistia em promover qualquer ato de intervenção pois a atividade do movimento estava abrigada pelo Conselho Nacional para Liberdades Civis. Isso mesmo! Liberdade Civil! Como se crianças de QUATRO anos fossem maduras metal, física e emocionalmente estruturadas para praticarem sexo.

Harriot Harmon (esquerda) é hoje vice-líder do
Partido Trabalhista britânico e integrante
 do Conselho Para o Bem Estar da
Criança. Na década de 1970, era
ativista pela pedofilia no movimento PIE.

Na época, ficou claro que nenhuma iniciativa pedófila teria êxito enquanto a prática mantivesse um estigma negativo na sociedade, isto é, contrária a valores tradicionais ainda em voga.

Do outro lado do atlântico, o Estados Unidos se tornou palco de outra investida do ativismo pedófilo.

Em 1978, os americanos assistiram o surgimento da NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos), possuidora dos mesmos objetivos da sua parceira britânica, a PIE. Hoje, a NAMBLA é considerada a organização mais importante do ativismo pedófilo.

Estava plantada a semente da luta pela legalização da pedofilia.

Em 1981, a famosa revista americana “Time” noticiou que argumentos pró-pedofilia estavam ganhando popularidade entre conselheiros sexuais. Larry Constantine, um terapeuta de família, proclamou que as crianças “têm o direito de expressar-se sexualmente, o que significa que podem ter ou não ter contatos sexuais com pessoas mais velhas”. 
O trabalho do ativismo pedófilo passava a ser visto nas páginas dos grandes veículos de comunicação, ganhando assim voz para sua causa e mais adeptos e simpatizantes.
Aproveitando o espaço e a exposição gerada naquela ocasião, Wardell Pomeroy, um dos autores do famigerado Relatório Kinsey - famoso estudo norte americano sobre sexualidade, declara que: "O incesto pode às vezes ser benéfico".
Em meio a tudo isso, a NAMBLA crescia.
Entre 1984 e 1994, ela era uma das entidades associadas à ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), mas foi expulsa, depois de uma delicada questão envolvendo a ILGA e a ONU. Revoltados por terem sido descredenciados e desligados do movimento LGBT, os ativista pró-pedofilia alegam que a expulsão da ILGA, não passou de um ardil, arquitetado apenas para que o movimento LGBT internacional conseguisse um status consultivo como ONG nas Organização das Nações Unidas. Assim sendo, eles alegam que o rompimento da parceria teria ocorrido apenas por motivos políticos e não por diferenças ideológicas.
Ponto chave em toda essa celeuma, a ONU chegou a conceder o status consultivo à ILGA em 1993, ainda que a NAMBLA fosse associada. Tudo assim, bem quietinho, feito por debaixo dos panos. Mas não demorou muito para que esse segredinho sujo da ONU vazasse. Desmascarada pelos Estados Unidos, a ONU acabou pressionando a ILGA a desvincular-se da NAMBLA, pois o governo norte-americano ameaçou cortar financiamentos às Nações Unidas enquanto ela abrigasse movimentos pedófilos. 
A ILGA é um dos principais promotores da Ideologia de Gênero na ONU, por meio da UNESCO, embora haja hoje centenas de outros movimentos e ONGs LGBTs e feministas empenhadas na causa da educação sexual para idades cada vez menores. 
Ah, você percebeu a palavra FEMINISTA e achou estranho?
Mas é isso mesmo!

Judith Levine

Organizações feministas ajudam a desarmar as crianças contra os pedófilos e armá-las contra a família, divulgando teorias tortuosas e altamente questionáveis. Um bom exemplo disso é a declaração feita pela escritora e jornalista norte-americana Judith Levine em seu mais famoso livro  Harmful to Minors (2002), no qual solicita o reconhecimento dos menores como seres sexuados, a liberalização das leis americanas sobre idade de consentimento, o abrandamento das leis americanas sobre possessão de pornografia infantil e o acesso dos menores ao aborto. De acordo com ela, "Os pedófilos são inofensivos e a relação sexual de um menino com um sacerdote pode ser até uma coisa benéfica." E não para por aí. Perigosos mesmo, diz Levine, são os pais, que projetam seus medos e seu próprio desejo de carne infantil no mítico molestador de crianças”.

Atualmente, no Brasil, por meio do Ministério da Educação e Cultura, rios de dinheiro são investidos na elaboração de programas educacionais que levam a temática da Ideologia de Gênero para ser ensinada em escolas e creches de todo o país. Essa ideologia, a pretexto de combater a discriminação, oferece às crianças um leque de opções sexuais e orientações possíveis, as quais são denominadas de gêneros.

Esse foi o pulo do gato. Ou melhor dizendo, o grande pulo do gato. A maneira mais inteligente e sagaz para sanar um problema a muito enxergado pelos pedófilos: como superar o estigma negativo que a pedofilia representa para a sociedade. 

A mudança de estratégia surtiu efeito. Em 2013, um anúncio chocante feito pela APA - Associação de Psicologia Americana em sua mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais causou muita revolta: a pedofilia deixou de ser desordem mental para se tornar orientação ou preferência sexual. Isso mesmo! De um transtorno, passou a ser uma orientação ou preferência sexual.

Na 5ª edição (DSM-V) - do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - a pedofilia é definida como “uma orientação sexual ou preferência sexual desprovido de consumação", enquanto o ‘distúrbio pedófilo’ é definido como uma compulsão e usado para caracterizar os indivíduos que usam assim a sua sexualidade”. O referencial são crianças com menos de 13 anos de idade.

Mas engana-se quem pensa que essa foi a primeira vez que a APA publicou em seus anais algo em defesa do ativismo pedófilo. Em seu boletim 124, publicado em 1998, a entidade reproduziu um artigo, originalmente publicado em 1997 no The Journal of Sex Research, o qual trazia os resultados de uma pesquisa feita por dois estudiosos: o psicólogo Bruce Rind, da Universidade de Temple e o doutorando Philip Tromovitch, da Universidade da Pensilvânia. De acordo com eles, os abusos sexuais na infância “não causam dano intenso de maneira pervasiva”, e ainda recomendam que o termo pedofilia, “carregado de conotações negativas”, seja trocado para “intimidade intergeracional”. Essa pesquisa foi no mínimo interessante, para não dizer tendenciosa e proposital. Pressionada e massacrada pela opinião pública, a APA voltou atrás. Em um comunicado oficial à impressa, a entidade afirmou que o abuso sexual de crianças era prejudicial e errado, mas ainda assim não descartou totalmente o estudo em questão, afirmando que ele não era uma forma de endosso à pedofilia. Não foi suficiente. Aproveitando a onda e o burburinho criado pela mídia, várias entidades de defesa da pedofilia propagaram aos quatro ventos a legitimidade do estudo, utilizando-o como ferramenta da causa. O episódio provocou a reação de vários congressistas americanos. Mas somente em 1999, a APA decidiu rever sua posição sobre o assunto e implementou uma série de ações para que o estudo não fosse utilizado como instrumento de defesa forense em casos de pedofilia.
Mas o mal já havia sido feito.

Retornando a 2013, um Tribunal Federal da Holanda aprovou a existência da Associação Martijn, defensora do sexo consensual entre crianças e adultos. O veredito oficial reconhece que o trabalho da associação é “contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade”.

A pedofilia ascendeu como articuladora da quebra de mais um tabu social, que segundo seus defensores é algo moralmente constituído e retrógrado. 

Outro argumento muito escorregadio utilizado na defesa do ativismo pedófilo é a utilização de caracterização distinta para pedófilos e abusadores sexuais. Explicando melhor. Os caros ativistas propagam a arbitrária ideia de que existe o pedófilo inofensivo, que somente sente atração sexual por crianças, mas não a pratica e, do outro lado dessa macabra equação, estariam aos abusadores sexuais, esses sim passíveis de condenação penal. Ao pobre e inofensivo pedófilo caberia tratamento, ajuda e toda a compreensão, incluindo quem sabe, uma campanha de combate à discriminação contra ele.

Depois de tudo que vimos, não é de se admirar que o novo movimento pedófilo esteja hoje infiltrado nos movimentos LGBT por meio de algo que conhecemos por “combate ao preconceito nas escolas”. Esbarramos aqui em algo defendido com unhas e dentes por aqueles que rezam a cartilha do politicamente correto: a ideologia de gênero.

Judith Butler

A mais conhecida teórica da Ideologia de Gênero, Judith Butler, afirma que “gênero é o seu comportamento”, ou indo um pouco mais além, "Biologia não é determinação, gênero resulta de uma combinação única em cada um de nós”. Acabando por fazer do gênero um tipo de cultura, revolução comportamental ou, de uma maneira mais simplista, uma peça de roupa que você tira ou bota ao seu bel prazer. Ora, segundo ela, não há homens ou mulheres, mas simplesmente pessoas. A consequência lógica deste pensamento impõe que não exista nem mesmo preconceito, pois nos tornamos todos iguais. É este o conceito que vem sendo utilizado como justificativa para ensinar as crianças, a partir dos 4 anos, a explorarem seus corpos e os de seus colegas em busca de prazeres sexuais para, assim, definirem seu “gênero”.

A conceituação de Butler, se bem compreendida, demonstra que não é o problema do preconceito que desejam resolver. A coisa vai muito mais além. É muito mais séria. Se você acha que a ideologia de gênero tem por objetivo apenas combater o preconceito, está redondamente enganado. Mas não se desespere, 99% das pessoas que defendem essa ideologia também pensam assim.

A mudança da mentalidade é o alvo principal, fazendo de crianças e adolescentes militantes eficientes pela destruição de todos os padrões morais, familiares, emotivos, legitimando, por tabela, estigmas negativos como a pedofilia, a zoofilia e o incesto. O real objetivo da ideologia de gênero é transformar todas as crianças e adolescentes em órfãos, ao destruir o conceito de família, tornando-os incapazes de perceber a realidade justamente porque ela lhes é apresentada de forma fluída, sempre adequada às ideologias imperantes do momento.
Levando adiante a causa pedófila, ativistas continuam a batalhar para mudar o foco de toda a discussão a respeito do tema, saindo do “não é permitido” para “quando isto pode ser permitido.”, através do simples artifício de alteração da faixa etária para consentimento de relações sexuais. Tal alteração seria a porta de entrada para a legalização. Uma verdadeira jogada de mestre colocada em prática a décadas e que possui defensores até mesmo na suprema corte americana.

Ruth Bader Ginsberg

Em 1977, a então advogada e ativista dos direitos das mulheres, Ruth Bader Ginsberg escreveu o Sex Bias in the U.S. Code: a report to United States, um relatório para a Comissão dos Direitos Civis Norte Americana. Em seu texto, Ginsberg defendeu a redução da idade de consentimento de 16 para 12 anos de idade. Ela escreve:

“Elimine a frase “conhecimento carnal de qualquer mulher, com exceção da esposa, que não completou os 16 anos de idade” e substitua a definição federal da ofensa por uma definição sexual neutra. (…) Uma pessoa é culpada por uma ofensa se ela consumar ato sexual com outra pessoa. (…) [e] a outra pessoa tem, de fato, menos de 12 anos de idade.”

Advogada da ACLU - American Civil Liberties Union (União Americana pelas Liberdades Civis) na época, e mais tarde indicada para a Suprema Corte pelo presidente Bill Clinton, Ruth Bader Ginsberg permanece no mais alto cargo da magistratura norte americana até hoje.

E por falar em ACLU, este não foi o único e último episódio em que essa entidade esteve ligada ao ativismo pedófilo.

Em 1982, a American Civil Liberties Union chocou a opinião pública ao defender na Suprema Corte a legalização da venda e distribuição de pornografia infantil. No processo judicial, conhecido como Nova York vs Ferber (processo no qual Paul Ira Ferber, proprietário de uma livraria, era acusado de vender filmes que envolviam crianças em atividade sexual a dois agentes secretos do governo americano) a ACLU lutou para tornar a venda e distribuição de pornografia infantil protegida pela Primeira Emenda. 

Como conselheiro jurídico da ACLU, em 1985, Barry Lynn declarou na Comissão Americana sobre Pornografia, que a pornografia infantil foi protegida pela Primeira Emenda. Enquanto a produção de pornografia infantil pode ser prevenida por lei, segundo ele, a sua distribuição não poderia ser. Alguns anos mais tarde (1988), Lynn disse ao Comitê Judiciário do Senado, que era absurdo e inadmissível até mesmo exigir dos produtores de pornografia a guarda dos registros de idade de seus artistas. E emendou:

"Se não houver nenhuma exigência federal de manutenção de registros para as pessoas retratadas em Road and Track ou Star Wars, não pode haver tal exigência para Hustler ou Debbie Does Dallas."

Uma declaração tão estapafúrdia quanto os argumentos usados pelos pedófilos para defesa de seus objetivos.
Tendo em vista todo esse aparato, movido em prol da legalização da pedofilia, entendemos de maneira mais clara, o comportamento de elementos como Mallone Morais, personagem real citado no inicio do texto, que ao ser preso, debochou dos policiais e do nosso sistema judiciário. Com tantos  defensores ocultos, os pedófilos que chegam a ser identificados, acusados, julgados e condenados, sentem-se como mártires da própria causa. Passam a ser cultuados por seus asseclas, como ícones de uma ideologia que um dia poderá vir a ser uma coisa normal, algo banal. Por isso, antes de reproduzir mecanicamente ideais e conceitos supostamente libertários, revolucionários e modernos, reflita sobre todos os aspectos que podem estar envolvidos por trás de tudo aquilo que se autodenomina POLITICAMENTE CORRETO.
Agendas como a legalização da pedofilia, da zoofilia e do incesto estão intimamente ligadas.
Fique atento a legalização de leis sobre  estes temas.
A perda de sentimentos e instintos protetores em relação às crianças e aos animais é o começo da perda da nossa própria humanidade. É o inicio do fim.


LINK

Link para Rind et al. controversy - artigo defensor da ideia de que abuso sexual na infância não causa danos
https://en.wikipedia.org/wiki/Rind_et_al._controversy

Link para Boletim 124, de 1998 da APA - American Psychological Association
http://psycnet.apa.org/journals/bul/124/1/

Link para reportagem da BBC sobre a PIE - Pedophile Information Exchange
Este link também disponibiliza um vídeo onde o jornalista John Tusa entrevista dois membros da PIE em 1983
http://www.bbc.com/news/magazine-26352378 

Link para lista de organizações do ativismo pedófilo em todo o mundo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_organiza%C3%A7%C3%B5es_do_ativismo_ped%C3%B3filo

Link para história de Mallone Morais
http://noticias.r7.com/balanco-geral-manha/fotos/pedofilo-debocha-de-autoridades-e-diz-que-nao-vai-ser-preso-13012016

Link para Sex Bias in the U.S. Code: a report to United States
https://www.law.umaryland.edu/marshall/usccr/documents/cr12se9.pdf

Link sobre o caso Nova York vs Ferber
http://www.nytimes.com/1981/11/17/nyregion/supreme-court-to-rule-on-films-showing-sexual-activity-of-children.html
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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Sinal verde para Zoofilia: Sinal amarelo para Pedofilia



A Suprema Corte do Canadá decidiu que praticar atos sexuais com um animal de estimação é legal, desde que não envolva penetração e que o bicho não sofra nenhum tipo de lesão. 

Isso mesmo, não é piada.

O caso envolveu um homem, identificado apenas como DLW, que havia sido condenado por abusar sexualmente de duas de suas enteadas. Não satisfeito em ser condenado como pedófilo, ele tentou fazer o cão se envolver em atividades sexuais com uma outra menor.

Em uma surpreendente reviravolta, o criminoso sexual foi absolvido pela Suprema Corte Canadense, da condenação por abuso sexual de animais, depois de ter sido considerado culpado por Tribunais de Primeira Instância.

Mas o que levou a Suprema Corte a ir de encontro à decisão dos tribunais de primeira instância?

A resposta é simples: a interpretação estrita de uma lei, que data de 1861! De acordo com esta regulamentação, delitos dessa natureza só podem ser levados ao tribunal e se tornarem passíveis de condenação, quando houver a penetração para comprovação de bestialidade.

Entidades de defesa de direitos dos animais já articulam ações para obrigar o parlamento a rever as leis antiguadas e retrogradas.
Aqui no Brasil, a lei 9605 de Crimes Ambientais, não tipifica especificamente a zoofilia como crime. Mas no artigo 32 pode-se subentender isso: 

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. 

Os verbos abusar, maltratar e ferir definem bem a zoofilia, porém, como tudo em nossa legislação pífia, é passível de interpretação, livrando assim a cara dos criminosos praticantes dessa barbárie. 

Alguns estudos comprovam que criminosos sexuais que abusam de animais, frequentemente também abusam de crianças, exatamente como aconteceu neste caso no Canadá.
Em 1983, por exemplo, os pesquisadores DeViney, Dickert & Lockwood detectaram abusos contra animais em 88% das famílias nas quais ocorreram casos de abusos físicos contra crianças.

A HSUS (Sociedade Humanitária dos Estados Unidos) desenvolveu há oito anos um estudo constatando o número extremamente alto de casos de crueldade intencional contra animais envolvendo algum tipo de violência familiar, que vão de chantagem emocional a abuso sexual, passando por espancamento de mulheres. Com isso, cinco estados - Flórida, Virgínia, Arizona, Carolina do Sul e Massachusetts - introduziram leis que tornaram obrigatório o estudo em conjunto das denúncias de crueldade contra animais com as denúncias envolvendo crianças atendidas pelos serviços especializados de proteção.

Por tudo isso, outras entidades internacionais preocupam-se com os precedentes que podem ser abertos a partir da decisão da Suprema Corte Canadense, principalmente ao que diz respeito a legalização da pedofilia (prática de ato sexual com crianças), um movimento que nos últimos anos vem tomando força em vários países do mundo. 





Em 1993, após várias denúncias envolvendo ligações com grupos que promovem a pedofilia, a IGLA, uma organização não-governamental que luta por direitos de homossexuais, perdeu seu credenciamento na ONU, mas o recuperou quando se dissociou da NAMBLA, entidade internacional que luta pelos direitos dos pedófilos*. O assunto permaneceu pouco tempo nas manchetes. Mas em 2014, a discussão voltou à tona quando a ONU credenciou o Instituto Kinsey, uma organização que responde a sérias acusações envolvendo pesquisas sexuais que utilizaram o estupro de crianças entre 5 meses e 14 anos, buscando estudar o orgasmo infantil. O infame Relatório Kinsey foi a base para afrouxar atitudes e penas para crimes sexuais contra mulheres e crianças, e para promoção abrangente da educação sexual infantil.
Precisamos esclarecer a população sobre as barbaridades que caminham para a normalidade.
A cada dia somos mais expostos a situações atrozes que são frequentemente maquiadas como luta por direitos ou evoluções sociais.
Não podemos permanecer calados, aceitando tudo que nos é imposto como pseudo politicamente correto, por medo de sermos considerados conversadores, retrógrados ou ultrapassados. Pois é justamente a derrocada dos valores sociais, morais e familiares que tornará possível a aceitação de aberrações como a pedofilia e a zoofilia como coisas cotidianas e corriqueiras.


* Entenda melhor a história do caso envolvendo a IGLA, a ONU e a NAMBLA

Nos EUA, em 1978, foi criada a NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos), considerada a organização mais importante do ativismo pedófilo da atualidade.

Entre 1984 e 1994, a NAMBLA era associada à ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), mas foi expulsa. O movimento pedófilo alega que a expulsão da ILGA foi devido ao objetivo do movimento internacional de conseguir um status consultivo como ONG nas Organização das Nações Unidas, mas especificativamente na UNESCO.
A ONU chegou a dar esse status à ILGA em 1993, apesar de sua associação com a NAMBLA. Mas com a ameaça do governo dos EUA de cortar financiamento às Nações Unidas enquanto abrigasse movimentos pedófilos, a ILGA decidiu pela dissociação da NAMBLA, sendo então admitida pela ONU no ano seguinte.


Link para matéria sobre legalização da zoofilia no Canadá
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3634998/Sex-acts-pets-OK-Canadian-Supreme-Court-long-doesn-t-involve-penetration.html

Link para artigo sobre a pesquisa do Instituto Kinsey
http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/11573-o-monstro-conhecido-como-kinsey.html

Link para artigo sobre credenciamento do Instituto Kinsey

http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/14883-pedofilia-onu-concede-credencial-ao-instituto-kinsey.html


Link para artigo sobre História do Ativismo Pedófilo
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