sexta-feira, 17 de abril de 2015

Salvando o seu Amado Jeans


Você sabia que é possível renovar os mais variados tecidos por meio do tingimento? 

A técnica, que apostou na tecnologia para criar cores, texturas e efeitos surpreendentes, não é mais usada somente pelas classes sociais menos abastadas, que precisavam utilizar-se do método para recuperar roupas.

“Hoje, somos procurados por quem ama sua roupa e não quer perdê-la; por quem quer customizar peças e sair com algo exclusivo e também por quem tem consciência ecológica e sabe que a tendência mundial é a de aproveitar bem os recursos que temos, incluindo as roupas”, comenta Denice Conrad, Diretora de Produção da rede Restaura Jeans.

O processo de tingimento da Restaura Jeans – rede que oferece tingimento, costura, customização de roupas, lavanderia, renovação e cuidados com peças de couro, presente nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, com mais de 200 lojas e pontos licenciados – é industrial, ou seja, o mesmo utilizado pelas confecções no tingimento de peças novas. São mais de 40 opções de cores e efeitos, sendo que há lançamentos o ano todo. “A indústria de pigmentos para tecidos está intimamente ligada à da Moda. Assim como nas coleções dos estilistas e confecções, o tingimento também tem suas coleções, que podem incluir detalhes – como bigodes (aqueles riscos horizontais nas calças jeans), desbotamento, aplicação de resinas e brilho”, explica.

Denice fala um pouco sobre o processo de tingimento:

Indicação – O tingimento pode ser feito em qualquer peça que tenha no mínimo 50% de algodão. Pode ter várias finalidades, como renovar a cor de uma peça descorada, mudar totalmente sua cor – por exemplo, pode-se tingir uma calça amarela de rosa ou de preto, mudar o tom de azul etc. –, ou simplesmente cobrir manchas. “É um procedimento indicado para quem gosta de reaproveitar suas peças, e quer uma maneira econômica de estar na moda ou simplesmente bem vestido”, salienta.
Tecidos – Podem-se tingir jeans, sarja, veludo, moleton, plush, cotton, crochê, toalhas e redes com no mínimo 50% de algodão em sua composição. Tecidos como lã acrílica, lã natural, poliéster, lycra, suplex e sintéticos em geral não suportam o processo de tingimento.

Peças – As mais variadas peças – de vestuário ou decoração – podem ser tingidas, desde as mais básicas vestimentas até tapetes, colchas, cortinas, redes de descanso, toalhas e roupões. “Peças de crochê, sejam de uso pessoal ou para decoração, ficam lindas com tingimento”, sugere Denice.

Encolhimento – Em geral, as peças de algodão, entre elas os jeans, não encolhem, porém um “ajustamento” pode ocorrer em casos isolados, e normalmente elas voltam ao tamanho original depois de vestidas. “Esse risco é maior em peças com fios de trama mais aberta e solta, ou que tenham poliéster em sua composição. Quando isso ocorre, na maioria dos casos o problema é solucionado com sua colocação sobre um manequim de ar quente que infla a peça, fazendo-a voltar ao tamanho original”, explica. 

Economia ecológica – Tingir uma peça – e consequentemente reaproveitar algo que já se tem – representa economia ecologicamente correta, pois para tingir usa-se menos matéria-prima do que na confecção de uma peça nova, além de a despesa ser bem menor. Ainda, toda a água usada no processo de tingimento é tratada antes de voltar ao meio ambiente. “Outra vantagem de tingir é a durabilidade da cor que, pelo processo totalmente industrial, pode ser igual ou superior a uma peça nova”, garante a Diretora de Produção da Restaura Jeans.
Quer saber se tem uma Restaura Jeans perto de vc?

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