quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Poema Musicado II

Orientação - entenda melhor:
Parte feminina em ROSA
Parte masculina em AZUL

Thum Thum... 
Quem é? 
Sou eu... 
O que é que você quer? 

Você!
É tarde... 
Por que?
Porque hoje sou eu que não quero mais você! 


MAS 


Tenho, um mundo de sensações,
Um mundo de vibrações que posso te oferecer
Tenho, ternura para brindar-te
Carícias para empregar-te, meu corpo pra te aquecer



NÃO CAIO NESSA...

Safado, cachorro, sem-vergonha
Eu dou duro o dia inteiro
E você colchão e fronha 


JURO... 

Quando a gente ama
E não vive junto da mulher amada
Qualquer coisa à toa
É um bom motivo pra gente chorar


É...

Bem que se quis
Depois de tudo ainda ser feliz
Mas já não há caminhos pra voltar
O quê que a vida fez da nossa vida
O quê que a gente não faz por amor 


AINDA... 

Quero vê-la sorrir
Quero vê-la cantar
Quero ver o teu corpo dançar sem parar
(...) O seu olhar desperta em mim uma vontade
de enlouquecer de me perder de me entregar


EU SEI... 

Você não vale nada,
Mas eu gosto de você!
Você não vale nada,
Mas eu gosto de você!
Tudo que eu queria
era saber Porquê?!? 


SABE POR QUÊ? 

Por você eu bebo o mar de Canudinho,
E atravesso o Pólo Norte de Shortinho
Entro descalço num vulcão em Erupção,
Faço de tudo pra ganhar seu Coração. 


A VERDADE É QUE... 

Se um dia a gente briga, no outro a gente chora
Com a força do amor, a raiva vai embora.
Se um dia a gente xinga, no outro a gente ofende
Com a força do amor, a gente se arrepende.



Músicas Usadas
Pimpinela – Siga seu rumo
Sidney Magal – Tenho
Babado Novo – Safado, cachorro, sem vergonha
Chitãozinho e Xororó – Fio de Cabelo
Marisa Monte – Bem que se quis
Sidney Magal – Sandra Rosa Madalena
Aviões do Forró – Você não vale nada
Garota Safada - Coração sem noção
Aviões do Forró – Com a força do Amor
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A escolha de Sofia


Publicado em 1979, com 3 milhões de exemplares vendidos inicialmente nos Estados Unidos, 47 semanas na lista dos best-sellers do The New York Times, A escolha de Sofia é um clássico da literatura moderna, rico em detalhes e surpresas, uma trama abaladora.
A personagem título é Sofia Zawistowka, uma polonesa sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz. Curiosamente, ela não é judia, nem cigana. Por que então estava em um campo de concentração? Este é um dos segredos a serem revelados no decorrer da narrativa.
Após o fim da segunda guerra, Sofia muda-se para os Estados Unidos. No turbilhão de Nova York, sua carência e solidão a une neuroticamente e apaixonadamente a Nathan Landau, um homem lindo, envolvente, misterioso, cruel e desequilibrado. Algum tempo depois, Sofia conhece Stingo, um jovem idealista, ingênuo e aspirante a escritor. Os dois desenvolvem uma amizade cheia de cumplicidade, envolta em confidências e segredos. Através das conversas entre os amigos e das perspectivas de Stingo e Sofia, vamos descobrindo o intrincado e cruel passado da moça. Que segredos essa mulher subvertida pelo destino esconde?
A expressão "escolha de Sofia" é muito conhecida e indica quando se deve optar entre duas alternativas igualmente insuportáveis. Sendo sabedor disso, o leitor passa capítulo após capítulo até descobrir qual foi a tal escolha. Somente no final do livro temos conhecimento de seu conteúdo. Eu não vou contar...Todos os personagens do enredo se tornam extremamente reais devido à abundância de detalhes, das descrições de suas reflexões, fantasias e emoções. Descobrir aos poucos a trágica história de Sofia, transforma a leitura em uma espécie de thriller psicológico, que nos instiga a ler, ler e ler em busca de respostas.
Ao final fica ainda uma pergunta: Como é possível um ser humano passar por tantos traumas e ainda assim ter forças para se levantar a cada dia?
Ao fechar o livro, eu ainda podia sentir o sofrimento e a perseverança de Sofia.
Considerado um dos melhores e mais polêmicos romances do século XX, "A escolha de Sofia" é um livro para ser saboreado aos poucos, dando um tempo de reflexão após cada passagem. Seu sucesso levou-o às telas do cinema, tendo a atriz Meryl Streep como Sofia. Este papel rendeu à atriz o segundo Oscar de sua carreira. Vale também conferir a atuação de Kevin Kline no papel de Nathan Landau.
Confira os trechos:
- Lembro-me de suas palavras exatas – contou-me Sofia – Ele disse: “Vocês estão entrando num campo de concentração, não num sanatório, e só há um meio de sair por aqui – pela chaminé” E disse mais: “Quem não gostar, pode tentar se enforcar nos arames farpados. Se houver judeus neste grupo, fiquem sabendo que não têm o direito de viver mais de duas semanas.” Depois ele perguntou: “ Há alguma freira aqui? Da mesma forma que os padres, as freiras só tem um mês de vida. Os demais têm três meses.”

Sentados, sob aquela luz pálida, acho que eu e Sofia sentíamos que os nossos nervos estavam a ponto de rebentar, devido ao lento acúmulo de tanta coisa insuportável. Uma espécie de pânico me invadiu, eu me nega a ouvir falar mais sobre Auschwitz, nem uma única palavra que fosse. No entanto, um resto do impulso a que me referi permanecia ainda em Sofia (embora fosse evidente que também ela não aguentava mais) e ela teve que me contar como se despedira do Comandante de Auschwitz.”

Sobre o Autor


William Styron nasceu em 1925, na Virgínia. Já quase no final da Segunda Guerra Mundial, Styron alistou-se nos Marines, mas a rendição do Japão fez com que nem sequer chegasse a sair de São Francisco. Depois de se formar em 1947, foi trabalhar como editor em Nova Iorque. O seu primeiro romance, publicado em 1951, trouxe-lhe a aceitação da crítica e o primeiro de muitos prémios literários. 
Em 1967, a publicação deste As Confissões de Nat Turner fez com que fosse alvo de violentas críticas por parte de intelectuais negros e acusado de racismo, o que não o impediu de receber o prémio Pulitzer de Ficção no ano seguinte. Mais tarde viria a escrever A Escolha de Sofia, vencedor do National Book Award em 1980. Morreu em 2006, vítima de pneumonia.
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