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300 milhões de chineses abandonam o comunismo

Enquanto jovens brasileiros são doutrinados em universidades por professores esquerdistas, comunistas e socialistas, os chineses estão despertando dessa ilusão.
O caminho foi longo e os desafios árduos, mas afinal podem-se ver os seus efeitos.
Tudo começou em 2004 quando a edição chinesa do site Epoch Time publicou uma série editorial chamada Nove Comentários sobre o Partido Comunista Chinês. A série dissecou as origens do Partido, sua natureza essencial e histórica, seus crimes e desmandos. Os textos inspiraram muitos a renunciar a seus laços anteriores ou atuais com as organizações do Partido. Esse movimento foi chamado de “Tuidang” em chinês, que significa “renúncia ao Partido”. 
O movimento global do povo chinês renunciando seus vínculos com Partido Comunista Chinês alcançou números muito expressivos em março passado: 300 milhões de chineses  revogaram publicamente sua participação no Partido Comunista ou em suas organizações afiliadas. Isso acabou deixando o Partido Comunista Chinês com cerca de 90 milhões de membros.

Abaixo estão as histórias de dois chineses e a jornada que os levou a deixar o partido e condenar o comunismo.
Liu Jianguo, ex-membro do Partido Comunista
Chinês, renunciou ao Partido uma semana antes
de chegar aos Estados Unidos
(Han Rui/The Epoch Times)

Liu Jianguo era o diretor do Departamento de Assuntos Civis de Pequim, um escritório da burocracia municipal. Ele também foi o motorista de uma figura muito importante, Xu Qinxian, o 38º comandante do Exército da Libertação Popular (ELP) que escolheu não seguir as ordens da liderança do Partido para reprimir os manifestantes estudantis no infame Massacre da Praça da Paz Celestial em 4 de junho de 1989. Ele se recusou a liderar suas tropas em Pequim para fuzilar os manifestantes e por isso foi imediatamente colocado em prisão domiciliar. Após isso, o ex-comandante foi removido de seu posto, preso e sentenciado a cinco anos de prisão. Como motorista de Xu, Liu Jianguo também foi implicado. Ele disse ao Epoch Times que durante sua detenção, foi suspenso ou dependurado no ar por sete dias. "O Partido Comunista está destruindo mentalmente as pessoas. Isso priva uma pessoa da sua dignidade e faz com que você deseje morrer ao invés de querer viver”, disse Liu Jianguo.

Apenas uma semana depois que Liu Jianguo e sua família chegaram aos Estados Unidos, em outubro de 2017, ele encontrou voluntários do Tuidang num bairro local e  decidiu abandonar o Partido Comunista, do qual era membro há 32 anos. Liu escolheu fazê-lo com seu nome verdadeiro, não temendo as represálias das autoridades do regime.

Durante sua entrevista ao site Epoch Times, Liu Jianguo falou sobre os momentos históricos que testemunhou e que o levaram a se desencantar com o Partido Comunista.
Na noite de 3 de junho de 1989, os cidadãos de Pequim tentaram impedir que o exército avançasse em direção à Praça da Paz Celestial para reprimir os estudantes. Mas esse não foi o único ato de violência e perseguição presenciado por Liu enquanto vivia sob o regime comunista chinês.  Dez anos depois, em 25 de abril de 1999, ele testemunhou o apelo pacífico de 10 mil praticantes do Falun Gong nos arredores de Zhongnanhai, o complexo da
Jovens praticantes da disciplina espiritual do
Falun Gong realizam uma vigília de velas
perto do consulado chinês em Nova York
em protesto contra a brutal repressão e perseguição
do regime chinês contra os adeptos na China;
em 23 de abril de 2017
(Samira Bouaou/The Epoch Times)
liderança do Partido Comunista Chinês, em Pequim.
O Falun Gong, também conhecido como Falun Dafa, é uma prática de meditação baseada nos princípios da verdade, compaixão e tolerância. Em 1999, o ex-líder chinês Jiang Zemin lançou uma perseguição nacional contra os adeptos do Falun Gong, acreditando que a popularidade do grupo – em 1999, havia entre 70 e 100 milhões de adeptos, segundo dados oficiais do regime – minaria a autoridade do Partido, afinal a religião sempre foi vista pelo comunismo como uma inimiga a ser ferrenhamente combatida. Jiang Zemin mobilizou o aparato de segurança do Estado para deter e prender os praticantes. De acordo com o Centro de Informações do Falun Dafa, mais de 4.000 adeptos tiveram suas mortes confirmadas como resultado de torturas e abusos enquanto estavam em custódia das autoridades do regime, embora se acredite que o número real seja muito maior, devido à dificuldade de se obter informações da China. Além disso, de acordo com pesquisadores independentes, um grande número de praticantes do Falun Gong foi morto por seus órgãos, ou seja, executados sob demanda para abastecer ​a indústria chinesa de transplante de órgãos.
Liu Jianguo viu em primeira mão os praticantes do Falun Gong que se reuniram em Pequim em abril de 1999, buscando a libertação de vários praticantes que haviam sido presos e encarcerados arbitrária e injustamente.
“Eu passei por Zhongnanhai. Eu dirigi devagar e apenas me perguntei como essas pessoas poderiam ser tão asseadas e tranquilas. O chão também estava perfeitamente limpo. Mas eu não vi qualquer organizador ou alguém mantendo a ordem”, disse ele. “Somente à noite eu soube que eles eram praticantes do Falun Gong apelando [ao governo]. Havia tantas pessoas lá, mas elas ainda assim foram totalmente ordeiras. Eu os admirei grandemente.”
“Sem o Partido Comunista, a China será muito melhor”, disse ele. Sua filha, Liu Yangyuan, que também trabalhou no Departamento de Assuntos Civis de Pequim, também escolheu deixar a Liga da Juventude Comunista usando seu nome verdadeiro.
Outro indivíduo que escolheu renunciar ao partido é Bai Jimin. Homem de negócios, Bai frequentemente viajava para o exterior. Como resultado, ele foi suspeito de ser um espião, que usava seu casamento, sua esposa era uma oficial militar na Força Aérea da China, para obter informações privilegiadas e as vendia a países estrangeiros.
Bai Jimin, um ex-empresário na China,
participa de um jantar comemorativo organizado
pelo Centro Global Tuidang na cidade de Nova York
para celebrar as 300 milhões de renúncias ao
Partido Comunista Chinês;
durante do Ano Novo Chinês em 2018
(Lin Dan/The Epoch Times)
Bai Jimin revelou que os funcionários do Partido Comunista tentaram incriminá-lo forjando  “provas”, bem como tentaram destruir seu casamento. Eles começaram a rastreá-lo e monitorá-lo, grampearam seu telefone, roubaram sua pasta de trabalho, contrataram gangues para intimidá-lo e inclusive tentaram envenená-lo. Ele imigrou para os Estados Unidos, fugindo do regime comunista, forçado a deixar sua mãe idosa, esposa e filhos para salvar a própria vida. 
Bai Jimin disse que viu claramente o quão corrupto é o aparato de segurança do Partido Comunista. “Eles te perseguem, mas ainda o forçam a dizer que são bons. Eles próprios são ladrões, mas desviam a atenção de seus crimes alegando que há ladrões em outros lugares”, disse ele. “A maior organização terrorista do mundo é o Partido Comunista Chinês.”
Bai Jimin disse que, enquanto tentava apelar pelo seu caso junto às autoridades locais, ele conheceu alguns praticantes do Falun Gong e testemunhou seus maus-tratos pelo regime comunista chinês. “O Partido Comunista trata esses praticantes de bom coração do Falun Gong como vilões. Na intensa supressão, o Partido tenta marginalizá-los e isolá-los de seus parentes, colegas de trabalho e vizinhos”, disse ele.
Bai Jimin disse que com os 300 milhões de chineses abandonando o comunismo por meio da renúncia ao Partido Comunista e suas organizações afiliadas, fica claro que mais e mais chineses estão despertando para a verdade sobre o Partido Comunista Chinês.
Enquanto os chineses acordam desse pesadelo chamado comunismo, jovens brasileiros continuam sendo aliciados nos bancos das universidades e escolas do país. Não podemos deixar que professores continuem pregando mentiras sobre um regime genocida como o comunismo. Devemos fazer como a Polônia, Ucrânia, Lituânia, Moldávia, Geórgia e exigir dos nossos parlamentares aprovação de lei que criminalize o comunismo em nosso país e varrer de vez essa praga da nossa pátria.

Links

Link para reportagem da Epoch Times
https://www.epochtimes.com.br/as-vesperas-de-alcancar-300-milhoes-de-renuncias-chineses-explicam-porque-deixaram-partido-comunista/

Link sobre proibição do Comunismo na Lituânia
http://www.communistcrimes.org/pt/Banco-de-Dados/Lituania/Introducao

Link sobre proibição do Comunismo na Moldávia
https://exame.abril.com.br/mundo/parlamento-da-moldavia-proibe-foice-e-martelo-de-comunistas/

Link sobre proibição do Comunismo na Geórgia
http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/proibicao-de-simbolos-nazistas-e-comunistas-na-georgia

Link sobre proibição do Comunismo na Polônia
https://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=3621:-proibem-simbologia-comunista-na-polonia-&catid=99:batalha-de-ideias&Itemid=113

Link sobre proibição do Comunismo na Ucrânia
http://portalconservador.com/ucrania-proibe-comunismo-e-nazismo-no-pais/

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Posso Falar?

Tolerância é uma das palavras mais familiares nos dias atuais. Por definição, pode ser tanto uma virtude, como um vício, dependendo do contexto. Em nossas vidas privadas, nossa tolerância pode estar estreitamente alinhada com nossos gostos e desgostos. Em nossas vidas públicas, ela deve ser moldada por regras normativas e valores que regem nossa ordem social. 
Entre os valores humanos mais fundamentais devemos destacar a liberdade de expressão. Ela é uma “condição indispensável” a todos. Porém, hoje vamos nos ater apenas ao seu emprego e uso em ambientes acadêmicos. Estudantes universitários, especificamente, necessitam que essa prerrogativa indispensável seja respeitada, especialmente no tocante ao desenvolvimento de espaço para o debate, discussão e a colaboração, inerentes e essenciais à ideia de um ambiente universitário. Porém, não é isso que acontece dentro dos portões das universidades brasileiras. 
A liberdade de expressão está sob ataque em nossas universidades - um ataque deliberado e organizado, que culmina num acúmulo de episódios que diminuem seu significado em comparação a outras considerações. Além disso, o conceito de universidade como espaço intelectual também está sendo subvertido. Isto decorre da preguiça intelectual, da restrição de debates de ideias, enraizamento de ideologias que visam apenas a doutrinação ideológica. Na grande maioria das vezes, o resultado não é uma competição de idéias ou uma busca por pluralidade de pensamentos, é uma luta pelo poder.
No final do mês passado, ocorreu no Pará mais um caso que ilustra bem a situação de nossas universidades. Uma discente do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPA, Dienny Riker, orientada pelo Prof. Dr. Victor Sales Pinheiro, preparou uma dissertação de mestrado intitulada: “Casamento: Sua natureza conjugal e relevância para o bem comum”. Nela a candidata debate as ideias do casamento à luz de diversos teóricos, mas com especial foco no pensamento do filósofo australiano John Finnis, professor Emérito de Oxford (UK), um dos mais importantes e influentes filósofos jusnaturalistas da atualidade. Em meios acadêmicos dignos, ele é um interlocutor central e poderoso para qualquer discussão a cerca dos inúmeros temas sobre os quais já escreveu: aborto, eutanásia, casamento...
Justamente por ele não ser um autor panfletário, superficial, satírico ou mero apologista que as suas ideias têm merecido enorme respeito, não apenas entre aqueles que concordam com elas, mas também de muitos de seus mais duros inimigos teóricos, como os liberais progressistas Joseph Raz, Ronald Dworkin, Jeremy Waldron, utilitaristas como Peter Singer, ou pensadores de esquerda ligados aos Critical Legal Studies como Mark Tushnet e tantos outros.
John Finnis
Aberto esse paralelo explicativo, vamos agora ao ponto crucial de tudo isso: a censura declarada que sofrem os estudantes universitários que tentam criticizar, de forma mais ampla e fundamentada, o pensamento acadêmico.
A publicação antecipada do conteúdo da tese da mestranda Dienny provocou, sem surpresas, a reação política do movimento LGBT em redes sociais e também de associações estudantis. 
Mas por quê?
A mestranda abordou em sua tese a questão do casamento homoafetivo, aplicando ao seu conceito as ideias criticas de John Finnis. Nenhum pecado, nenhum crime, nada mais natural do que a busca de estabelecimento de contrapontos teóricos no meio acadêmico. Até porque homossexuais também já produziram teses sobre o casamento heterossexual. Isso não é discurso de ódio, preconceito ou discriminação.
Ah... Mas aqui no Brasil, não é assim que a banda toca. 
Liberdade de expressão só existe para uns. Para outros, aqueles que tentam lançar novas visões aos antigos debates, resta apenas um rótulo: preconceituoso. Estamos realmente vivendo o que cantou Humberto Gessinger na música "Ninguém é igual a ninguém": Todos iguais, todos iguais / Mas uns mais iguais que os outros.
Humberto Gessinger - cantor e compositor
Numa nota pública, o DCE-UFPA repudiou com veemência o conteúdo da tese da mestranda por entendê-lo preconceituoso (olha a palavrinha aí) e sem os devidos méritos acadêmicos. Bom, quem transita em ambiente acadêmico sabe que nada daquilo que conta como pesquisa e fundamentação de tese pode ser embasado em senso comum ou opinião pessoal, tudo tem que demonstrar sustentáculo e argumentação referenciada por teses de mestres, doutores, pós-doutores e PHD´s experientes e renomados, possuidores de status quo na esfera intelectual. O texto do DCE diz que a mestranda baseou sua tese em São Tomás de Aquino, um grande pensador e teórico, porém em nenhum outro momento, a narrativa do diretório estudantil faz referência aos outros teóricos nos quais a tese se apoiou, como no caso John Finnes. Talvez porque essa estratégia já seja uma forma de lançar a dissertação de Dienny ao tipo de limbo em que o meio acadêmico constantemente lança discussões as quais classificam meramente como de cunho religioso (leia-se cristão), como se elas fossem indignas de abordagem em meios universitários. Já estamos acostumados à isso, afinal tendo em vista tudo que vem ocorrendo dentro das paredes das universidades brasileiras (oficinas de siririca, trabalhos sobre boquete em banheiros públicos e por aí vai) não é exagero nenhum dizermos que chegará o dia que ser cristão se tornará prerrogativa para a eliminação de candidatos, antes mesmo da prova do ENEM. 
O que impera no meio acadêmico é a tríade: ânus, aborto e drogas. Esses são os "velocinos de ouro" das universidades, principalmente as públicas, e movimentos sociais. Ir contra qualquer um desses itens, tentar abrir o debate sobre esses pontos, é certeza de que o aluno será perseguido e sofrerá sanções bastantes contundentes, como o ocorrido à mestranda Dienny.
E é justamente aqui que entra uma preocupação muito séria: Como garantir a isonomia e pluralidade de opiniões num debate acadêmico onde a censura imposta proíbe a flexibilidade de abordagem de determinadas temáticas?
Difícil, muito difícil.
Qualquer um que tenha trabalhado por algum tempo em uma ou mais de nossas universidades pode atestar que o exemplo da mestranda Dienny não é excepcional ou incomum. Ele faz parte do rol de atitudes e comportamentos que minam a liberdade de expressão nos campus universitários. Essa liberdade é vista por muitos como um entre os valores concorrentes e não como a "condição indispensável de qualquer outra liberdade" como esclareceu sabiamente o outrora Presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, Michael McLaughlin.
Isso não interfere apenas na formação do alunado. O conceito de universidades como espaços intelectuais também sofreu profundas alterações a partir do momento em que passou-se a interferir, de maneira quase que ditatorial, na liberdade de expressão.
O trabalho intelectual é um trabalho árduo, e aqueles que estão comprometidos com ele devem dedicar tempo para se informar cuidadosamente, para pensar em questões complicadas e para testar seu pensamento no mercado de ideias. Isso requer um esforço disciplinado e paciente, além da determinação de envolver e ouvir os outros. Esquecer-se da necessidade de contraponto é a certeza de que estão construindo dogmas e não conhecimento. O caminho de menor resistência é um caminho mais fácil. Possui emoção sobre o intelecto e denúncia em vez de argumentação. Foi bem isso que vimos no caso aqui exposto. 
É isso que, infelizmente, se tornou o padrão nas universidades brasileiras.
Por conta do predomínio de ideias socialistas, comunistas e liberais na academia, na mídia e na indústria do entretenimento, outras formas de pensar, especialmente o pensamento conservador, são ativamente reprimidas na esfera pública. Epítetos são usados ​​para descrever pessoas com as quais os esquerdistas não concordam (“racista”, “intolerante”, “xenófobo”, "homofóbico", "machista", "coxinha"...), fechando assim todo o debate e criando um ambiente hostil para abrir o pensamento e a expressão. É de fato uma circunstância orwelliana o que está acontecendo, e é quase certamente letal para a democracia.
Apesar de alegações de tolerância a ideias variadas, os intelectuais acadêmicos - especialmente os esquerdistas, tem se mostrado fortemente intolerantes no debate do contraditório. Esses mestres e doutores são abertamente hostis a estudantes que se oponham aos ideais por eles defendidos.

Em um campus universitário em particular, liberdade de expressão significa permitir que uma variedade de palestrantes, mestres, doutores, pós-doutores, PHD´s compartilhem suas opiniões e se engaje em discussões e debates sobre os mais variados temas e suas vertentes e desdobramentos. Mostrar para o alunado apenas uma vertente intelectual é no mínimo, falta de empenho profissional, para não falar em falta de caráter e no teor e gravidade da ação de manipulação e doutrinação ideológica.

Mas o que aconteceu à mestranda Dienny? 
Até o facheamento dessa edição, a informação da qual dispomos é que a apresentação de sua tese de mestrado à Banca Examinadora foi suspensa. Deveria ter ocorrido hoje, dia 04 de abril. 
Aguardamos o desfecho dessa história, torcendo para que a falsa tolerância apregoada pelos movimentos sociais e meios acadêmicos, seja suplantada pela verdadeira tolerância, aquela que está sempre disposta a ouvir sem prejulgar.



Links

Link para resumo de Ideias de John Finnis
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Finnis

Link para notícia sobre oficina de Siririca em Universidade do Amapá
https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/no-amapa-dinheiro-publico-financia-oficina-de-siririca-e-chuca/

Link para Tese sobre Boquete em Banheiro Público
http://www.academia.edu/8044229/FAZER_BANHEIR%C3%83O_AS_DIN%C3%82MICAS_DAS_INTERA%C3%87%C3%95ES_HOMOER%C3%93TICAS_NOS_SANIT%C3%81RIOS_P%C3%9ABLICOS_DA_ESTA%C3%87%C3%83O_DA_LAPA_E_ADJAC%C3%8ANCIAS

Link para Nota de Repúdio do DCE UFPA
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1955848284485270&id=228212157248900


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