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Pesquisa, salários e chulapada em rede nacional

Por conta da “chulapada” que Bolsonaro deu ontem na Renata Vasconcellos, durante a entrevista no Jornal Nacional, resolvi esclarecer de vez a raiz dessa polêmica falácia sobre diferença salarial entre homens e mulheres. 
Segundo muitos “intelectuais”, “jornalistas” e “formadores de opinião”, mulheres ganham menos apenas pelo fato de serem mulheres. Isso é amplamente divulgado em bancos de universidades, escolas, nas ruas, em livros, internet, TV.... 
Então me dei ao trabalho de analisar o site do IBGE para ver se realmente existe essa disparidade salarial entre homens e mulheres. Se todos que dizem acreditar nisso, afirmam que a base das suas certezas é o IBGE, então vamos direito à fonte.
Fui apenas para conferir se os números batiam com o que foi dito em entrevista, e repetido demasiadamente nas redes sociais, mas descobri outra coisa… 
A pesquisa não diz que a mulher na mesma função ganha menos que o homem. 
Pasmem! 
O impressionante não foi tal descoberta, e sim, saber que todos os partidos de esquerda, as feministas, a imprensa e até um programa de TV como o Jornal Nacional, vem repetindo essa ladainha a vida toda! 
E nós? 
Nós ficamos muito tempo calados, obviamente sem argumentos para contestar o absurdo de um ser humano ganhar menos apenas por ser do sexo feminino. 
Mas tudo isso é mentira!
A pesquisa do IBGE mostrou que mesmo trabalhando mais horas, a mulher segue ganhando menos, por exercer cargos de menor relevância, tal como no caso do Bonner e da Renata, onde ambos são apresentadores, porém ele ainda desempenha a função de  editor-chefe. Isso justifica a diferença salarial de 800 mil (Bonner) para 200 mil (Renata)
De acordo com a pesquisa do IBGE:

"Em 2016 as mulheres ainda recebiam o equivalente a 76,5% dos rendimentos dos homens. Uma combinação de fatores pode explicar essa diferença. Por exemplo, apenas 39,1% dos cargos gerenciais eram ocupados por mulheres; essa diferença aumentava com a faixa etária, indo de 43,1% de mulheres em cargos de chefia no grupo até 29 anos de idade até 31,3% 31,8% no grupo de 60 anos ou mais".

Resumindo: mulher ganha menos que o homem, devido os homens exercerem mais os cargos de chefia do que as mulheres. 
Isso mesmo! 
Não é preconceito, não é opressão. Apenas estatística. 
Mas não acaba por aqui... 
Isso pode ser explicado também por outra descoberta do estudo: Mulheres trabalham mais horas que os homens. 
Não você não leu errado. 
Mulheres realmente trabalham mais do que homens, mas não em suas atividades remuneradas. Na verdade, elas têm dupla jornada. Mulheres sempre trabalham fora e em casa. Observem bem: EM CASA
Segundo a pesquisa do IBGE: 

“As mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas.” 

É justamente aqui que a esquerda e muitos movimentos sociais “empenam” as estatísticas para criar a tão propagada falácia de que a mulher ganha menos do que o homem e trabalha mais do que ele. Inescrupulosamente, somam as horas de atividades exercidas em casa às horas da jornada laboral no mercado de trabalho manipulando assim os reais índices. Misturam alhos com bugalhos.  Basta observar bem as últimas palavras da frase acima destacada: "... combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas.” 
Nesse campo mimado entre emprego e família, as mulheres vão se equilibrando numa corda bamba, acabando por se sujeitarem a um emprego mais flexível em relação ao tempo, o que acaba por acarretar um salário menor. É uma equação clara e simples, onde não existe espaço para a incógnita “preconceito”. 
Logo conclui-se que os inflamados discursos sobre desigualdade salarial escondem dados muito relevantes. A mulher não ganha menos que o homem quando desempenha a mesma atividade laboral no mesmo cargo e função, em igual período de horas trabalhadas. Tanto é verdade, que caso isso acontecesse o Ministério Público do Trabalho poderia ser tido como um órgão inoperante e que se quer cumpre a CLT e a Constituição. 
Mas não precisa acreditar em nada disso. Afinal, em tempos de fakenews, temos que “matar a cobra e mostrar o pau” 

Então segue o link da pesquisa do IBGE. 
Mas antes, só mais umas coisinhas: 
Não deixe que os outros pensem por você. 
Não reproduza pacotes fechados. 
Combata a preguiça de pesquisar e/ou ler. 
Só assim você terá sua própria opinião. 

Beijos de Luz 

Agora, vamos ao link...

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/20234-mulher-estuda-mais-trabalha-mais-e-ganha-menos-do-que-o-homem.html

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©2007 '' Por Elke di Barros