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A Venezuela é na UESC

A coisa mais rara de se encontrar no Brasil é alguém de esquerda que defenda princípios em vez de partidos, valores em vez de tribos. Quando algo errado ocorre contra o seu “time”, a maioria sai em campo para protestar, chiar, espernear, agredir e ameaçar… Mas quando é a própria esquerda a cometer o deslize, o malfeito ou o crime, aí impera a lei do silêncio.
A Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC - tornou-se ontem o palco de mais um desses acontecimentos. Na noite de ontem, três estudantes, um rapaz e duas moças, tomavam café no restaurante universitário, quando foram surpreendidos por gritos, xingamentos e ameaças proferidas por um grande grupo de pessoas também presente no RU. O motivo: uma das moças usava uma camisa de Bolsonaro. Sob gritos de “Ele não” ,“Lula Livre”, ”Misóginos”, “Racistas”, “Homofóbicos”, “Facistas” (o que é crime contra a honra, com jurisprudência noBrasil) e de outras máximas apregoadas pelos “progressistas” de extrema-esquerda, os três estudantes de direita foram coagidos a deixarem o restaurante. 


A canalhice vem sempre da esquerda mesmo. Muitos já aproveitaram o caso para detonar Bolsonaro, acusá-lo de fascista, explorando politicamente o episódio, fazendo posts ameaçadores em redes sociais, conclamando outros da mesma iguala a agredir, humilhar e ameçar estudantes de direita, dentro do campus universitário. A pergunta que fica é: Onde estão as autoridades? Por que não aparecem na hora que socialistas abusam do poder para doutrinar alunos, intimidar adversários ou fazer campanha partidária nas escolas e universidades?
Para cada episódio como esse da UESC, há mais de mil que não chegam ao conhecimento público. Foi assim, empurrando os crimes praticados pela esquerda dentro do campus universitário pichação, depredação de patrimônio público...), que outro episódio também ocorrido na UESC, não veio a público. Há aproximadamente um ano, um aluno do curso de Geografia foi agredido a tapas e teve sua roupa totalmente rasgada por uma militante esquerdista, dentro da sala de aula, na presença de uma professora. Aberto processo, depois de quase um ano, veio o veredito: a estudante foi condenada a 15 dias de suspensão. Isso mesmo! Quinze dias de suspensão, os quais não a impediram de assistir aula na universidade e transitar livremente por suas dependências. O estudante agredido não consegue mais assistir às aulas, sente-se desamparado pela instituição o devia proteger. Essa leviandade na condenação de atos abomináveis nunca foi motivo de incômodo por parte da esquerda cínica e hipócrita. Os casos que evidenciamos aqui só demonstram quem são os verdadeiros intolerantes: os vermelhos. Para eles, essa intolerância é “do bem”, pois aplica-se apenas à quem é de direita, então não tem problema. É assim que pensam os canalhas.
Tudo muito bizarro! Tamanho grau de violência, abuso e intolerância é aceito quando vem da esquerda contra a direita. Aí, a grande imprensa se cala. As autoridades se calam. Os professores se calam. Os alunos, são cidadãos brasileiros com direitos assegurados pela constituição federal, são livres para usar a camisa do político que preferirem. Vivemos numa democracia.
Diante de tanto viés comunista em nossas instituições de ensino, de tanto abuso por parte dos esquerdistas, e de tantas agressões que a turma mais conservadora sofre, é fundamental que estudantes, pais, familiares, membros da sociedade e autoridades competentes, se unam em prol da garantia constitucional da livre expressão democrática. Não podemos mais fingir que não somos oprimidos, ameaçados e coagidos.
Não podemos mais fingir que não vivemos numa Venezuela.
Essa ditadura de esquerda já foi implantada no Brasil a muitas décadas, só não vê quem não quer.
Nos solidarizamos com todos os estudantes agredidos, atacados, humilhados e coagidos, por apenas terem tido a coragem de expressar seus pensamentos. A vocês, nosso respeito, estima e consideração.


Link sobre CHAMAR ALGUÉM DE FASCISTA É CRIME NO BRASIL

https://www.ideiasbarbaras.com/2018/09/chamar-alguem-de-fascista-e-crime.html

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Chamar alguém de fascista é crime!

O ato de chamar alguém de fascista é uma ofensa à honra e pode acarretar uma condenação na Justiça por danos morais. Foi o que ocorreu com a revista Carta Capital, que foi condenada a pagar R$ 15 mil reais ao jornalista Paulo Eduardo Martins, por ferir o inciso X do artigo quinto da Constituição. A decisão da 1ª. Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) foi publicada em 09 de outubro de 2017.
Mas vamos entender melhor...


Calúnia, difamação ou injúria: em qual ato ilícito o termo “fascista” se enquadra? 



Porque chamar uma pessoa de fascista é crime? 


E chamar o indivíduo de “comunista” também é considerado um delito? 

Ideias Barbara´s pesquisou, ouviu advogados e bacharéis em Direito, para esclarecer todas essas questões.

O Brasil está polarizado politicamente. Nesse cenário tornou-se muito comum, especialmente em redes sociais e aplicativos  de mensagem, os relatos de agressões verbais sofridos pelos seguidores da direita no país. O debate saudável de ideias deu espaço a um comportamento agressivo e prepotente dos esquerdistas. Entre as formas de agressão mais recorrente está o xingamento "fascista".
Acontece que desde uma conversa mais acirrada entre vizinhos, a uma reunião num bar tomando uma cerveja até um bate-boca entre autoridades, chamar alguém de fascista é crime.
Mas chamar uma pessoa de  “comunista” constitui um crime? A resposta é: não.



Diferença entre um termo e outro



Chamar uma pessoa de “comunista”, em qualquer das situações retratadas acima, não configura crime pois o comunismo é uma corrente política vigente, autorizada internacionalmente, presente em vários países e com partidos estabelecidos oficialmente, como no Brasil, em que há, por exemplo, o PC do B (Partido Comunista do Brasil) e o PCB (Partido Comunista Brasileiro).



E a pessoa que é “xingada” de comunista em um debate com uma pessoa de direita não encara isso como xingamento e sim como uma confirmação das ideias que defende. Ficaria no mínimo estranho um comunista processar alguém por ter sido chamado de “comunista”.


Por outro lado, o ato de chamar alguém de fascista é crime. É um crime contra honra, sendo considerado Injúria. Quem declarou isso foi a Justiça do Brasil em dois casos recentes, um deles citado no incio deste artigo. A palavra fascista já é pejorativa e depreciante em por si só.
Mas antes de continuar a tratar especificamente deste ponto se faz necessário conceituar o que é fascismo:

Mussolini e Hitler
O fascismo foi um regime totalitário, imperialista e antidemocrático implantado na Itália por Benito Mussolini, tendo vigorado de 1922  até 1943. Pregava a superioridade da raça e nação acima dos direitos individuais dos cidadãos. Quem discordava ou era preso ou morto.

Estima-se que fascismo foi responsável pela morte de 6 milhões de pessoas. Portanto, após a queda do regime a palavra “fascista” tornou-se uma ofensa (assim como nazista), pois pressupõe-se que o ofendido seja “contra a democracia”, “a favor do totalitarismo” e que é a favor da prisão e matança de pessoas em nome da “raça e nação”.
Logo, o mesmo entendimento se estende à palavra "Nazista".

Como já falamos aqui, é a própria Justiça do Brasil quem definiu que chamar uma pessoa de fascista é crime. Voltamos ao caso citado no incio desse texto. No ano passado um comentarista de uma afiliada do SBT ganhou uma ação contra a revista Carta Capital porque em uma reportagem lhe era imputado o “título” de fascista. O magistrado que julgou a causa considerou ofensa contra a honra, no caso, injúria. Condenou tanto a revista quanto o repórter que escreveu a matéria. O fato exposto serve para mostrar que crimes contra a honra são sim passíveis de condenação e essas condenações também têm efeito pedagógico popular. Traz o alerta:  


Muitas vezes o indivíduo chama o outro de determinada palavra sem saber o significado.  

A grande maioria dos esquerdistas xinga os adversários porque viu outras pessoas fazendo a mesma coisa. Porém, de acordo com a lei, o fato de desconhecer o real significado da palavra não se configura argumento de defesa

Os crimes contra a honra estão definidos nos artigos 138, 139 e 140 do Código Penal, nos artigos 186 e 927 do Código Civil e no artigo 5º, inciso X da Constituição Federal.
Vamos ver o que diz a lei.


Artigo 5º, inciso X da Constituição Federal


Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

(...)

X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;




Código Penal

Calúnia

Artigo 138 do Código Penal: Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime:


Pena – detenção, de 6 (seis) meses a 2 (anos), e multa.



Exemplo: seu vizinho espalha para todo bairro que você, entrou pela janela da casa dele, no domingo à noite, e roubou a bicicleta dele.



Difamação



Artigo 139 do Código Penal: Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:


Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.

Exemplo: este mesmo vizinho espalha para todo bairro que você está traindo sua esposa, todas as quartas-feiras, com uma mulher que mora a duas quadras da sua casa. Independentemente se você está “pulando a cerca ou não”. Ele não tem nada a ver com sua vida!



Injúria


Art. 140 do Código Penal: Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:

Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Exemplo: Este mesmo vizinho, em uma discussão política, o chama de “fascista”.

Aqui cabe fazer um registro: o crime de injúria pode ser praticado por uma ação e não somente por palavras.



Exemplo: Em um churrasco, o mesmo vizinho pega um copo de cerveja e joga bem na sua cara. Não fala nada e sai. Este ato é considerado injúria, mesmo o vizinho não ter dito nada, pois ele está ofendendo sua dignidade, seu decoro.

Vale ainda salientar que a injuria é uma ofensa interna, ela não te viola perante a sociedade. Ela viola sua honra subjetiva, que é, em tese, a sua auto visão, como você se vê e como você se sente.



Código Civil

Artigo 186 do Código Civil: Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.



Artigo 927 do Código Civil: Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.



Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.



Os crimes contra a honra tem Ação Penal Privada ou seja não será o Ministério Público quem ofertará a denúncia. Será o próprio ofendido, por intermédio de seu advogado.
Não deixe que esquerdistas continuem agindo impunemente.
O caso exposto no início do artigo, da imputação “fascista” ser considerado um crime, serve de exemplo que não são só crimes mais graves, como um roubo, homicídio, sequestro, que devem ser punidos. Sua reputação merece ser protegida e preservada. Portanto a orientação aqui é “não deixar barato” e se você se sentir ofendido com algo que uma outra pessoa disse a você, procure a Justiça.
Agora você sabe que se alguém lhe chamar de fascista, você pode levá-la ao tribunal.


Depois do caso da revista Carta Capital, Miguel Nagib, advogado defensor do Escola sem Partido, projeto que ganhou notoriedade em todo país, foi chamado de fascista por Mauro de Salles Aguiar – diretor-presidente do Colégio Bandeirantes - SP, durante debate na Folha de São Paulo, jornal de grande circulação nacional. O advogado o processou na esfera cível e criminal e saiu vitorioso.

Em sua sentença, o juiz José Zoéga Coelho declarou que:



"(...)em sociedades democráticas valores próprios da democracia (pluralidade de pensamento, respeito às diferenças de opinião, tolerância etc) integram o patrimônio moral do indivíduo. O epíteto “fascista” traduz a negação destes valores. Fascista é o autoritário, intransigente, truculento, avesso ao diálogo e à troca de idéias, aquele que suprime, pela força, seus opositores. A carga ofensiva do termo é por demais evidente e dispensa maior fundamentação."  (TJ-SP, VARA DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL, Processo nº: 1000022-95.2017.8.26.0050, Juiz de Direito: Dr.- José Zoéga Coelho, São Paulo, 21 de junho de 2017)

Ninguém visa suprimir ou reprimir a liberdade de expressão, porém a liberdade de expressão não pode ser linkada ou correlacionada com o direito do individuo invadir ou violar a honra de outrem, seja objetiva ou subjetiva. Os crimes contra a honra são crimes de "ataque" e como tal devem ser tratados.
Saber que é injúria alguém lhe chamar de “idiota”, "burro" ou "vagabundo" é fácil. Mas no caso da palavra “fascista” é diferente. Muita gente não sabe. Ou não sabia até o momento. Até porque a jurisprudência é recente, como dissemos antes, é de 2017.
Mas agora que você já sabe, não deixe que os esquerdopatas continuem atingindo sua honra.
Salientamos que os crimes aqui descritos são crimes que atentam contra a honra e reputação de uma pessoa, logo o xingar, ofender, chamar ou imputar a uma pessoa qualidade de fascista, qualifica-se dentro dessa monta de delitos, ainda que o fascismo em si não seja tipificado como crime nos códigos jurídicos  brasileiros.

Links

Constituição Federal

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

Código Civil

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406compilada.htm

Código Penal

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del2848compilado.htm

Matéria sobre Condenação da revista Carta Capital por Injúria
https://www.gazetadopovo.com.br/justica/chamar-alguem-de-fascista-e-ofensa-a-honra-diz-tj-pr-e1lfjfhor9zt9cbtolxtczc6p/

Matéria sobre condenação do diretor do Colégio Bandeirantes SP

https://jornalivre.com/2017/08/01/nagib-ganha-na-justica-contra-doutrinador-que-o-chamou-de-fascista/

Link para sentença favorável ao advogado Miguel Nagib

https://jornalivre.com/wp-content/uploads/2017/08/Seten%C3%A7a-favor%C3%A1vel-a-Miguel-Nagib.pdf

Link para consulta do processo do jornalista Paulo Eduardo Martins contra Revista Carta Capital, processo nº  0044269-23.2015.8.16.0182 - Tribunal de Justiça do Paraná

https://projudi.tjpr.jus.br/projudi_consulta/

Obs: para consulta é necessário colocar o número do processo


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Carreata voluntária Pró Bolsonaro faz história em Ilhéus

Concentração: Apoiadores de Bolsonaro
antes do inicio da carreata
Neste sábado - 15 de setembro, Ilhéus foi o palco de um evento que ficou para a história da cidade, do estado e do Brasil: A Carreata do Mito. 
Organizada pelo Comitê Voluntário Sul Bahia Bolsonaro Presidente, a manifestação voluntária de apoiadores da candidatura de Jair Messias Bolsonaro à presidência da república, levou às ruas um público record. Estima-se que mais de 1500 (Mil e quinhentos) veículos, entre carros, motos e bicicletas, seguiram pelas ruas e avenidas da cidade, cortando  município de norte a sul, marcando presença na Avenida Soares Lopes, Centro da cidade, Malhado, Parque Infantil, Avenida Esperança, Teotônio Vilela, Pontal, Nelson Costa e Urbis.
Puxados por um potente  paredão, sob o comando de Sérgio Rogério, os Bolsonarianos e Bolsonarianas mostraram a Ilhéus e à Bahia como homens e mulheres de bem, unidos podem mudar a triste história do nosso país. Todos os que compareceram, o fizeram voluntariamente, não recebendo nenhum tipo de pagamento. Foi um ato cívico em defesa da pátria e dos valores morais e cristãos. Um ato pela família e pelo Brasil.
Nem mesmo as fakes news divulgadas na intenção de sabotar o evento, conseguiram tirar o brilho e o sucesso da manifestação popular. Por onde a carreata passou recebeu o apoio da grande maioria das pessoas que assistia de janelas, sacadas e calçadas, aplaudindo, gritando e vibrando junto.
Apesar da magnitude do evento, a mídia local praticamente não cobriu, de forma isenta e justa, a manifestação dos ilheenses. Uma lástima para qualquer cidade é não ter uma mídia local isenta e imparcial. Mas se de um lado, grande parte da mídia local não cobriu o evento como deveria, diversas fanpages do Facebook, possuidoras de milhares de seguidores em todo o país, enviaram seus representantes: Conservadorismo e Verdade, Ideias Barbaras, Jovens de Direita e  Conservadoras. Todas marcaram presença na carreata, inclusive fazendo transmissões ao vivo, através de lives no FACEBOOK.
O Comitê Voluntário Sul Bahia Bolsonaro Presidente agradece a todos os voluntários presentes, a todos que colaboraram de alguma forma para que essa manifestação fosse realizada. 
Fica a aqui o nosso registro dessa linda manifestação de patriotismo, união e paz.
As imagens falam mais do que mil palavras. Elas não deixam dúvida alguma sobre o brilho e o sucesso desse evento.

Aproximadamente 1500 veículos participaram da Carreata do Mito
Mulheres com Bolsonaro: Desmistificando a ideia de 
que mulher não apoia Bolsonaro



Famíia Bolsonariana: Unidos e patriotas



Patriotismo e orgulho pelo nosso país



Todos unidos em oração para dar início à carreata

Motociclistas e Motoboys marcaram presença 
na Carreata do Mito

A Carreata do Mito teve registro de imagens feito por drone

Usando camisas e bandeiras os apoiadores de 
Bolsonaro  deram um show de voluntariado



A Direita mitou! MIto........

Carreata do Mito fazendo história em Ilhéus

Com as cores do país e o grito por mudança,
Bolsonaro é esperança


Comissão Organizadora confraterniza ao término da carreata: 
Nossa bandeira jamais será vermelha! Somos patriotas!




Vídeo da Carreta do Mito passando pela Avenida Esperança




















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Pesquisa, salários e chulapada em rede nacional

Por conta da “chulapada” que Bolsonaro deu ontem na Renata Vasconcellos, durante a entrevista no Jornal Nacional, resolvi esclarecer de vez a raiz dessa polêmica falácia sobre diferença salarial entre homens e mulheres. 
Segundo muitos “intelectuais”, “jornalistas” e “formadores de opinião”, mulheres ganham menos apenas pelo fato de serem mulheres. Isso é amplamente divulgado em bancos de universidades, escolas, nas ruas, em livros, internet, TV.... 
Então me dei ao trabalho de analisar o site do IBGE para ver se realmente existe essa disparidade salarial entre homens e mulheres. Se todos que dizem acreditar nisso, afirmam que a base das suas certezas é o IBGE, então vamos direito à fonte.
Fui apenas para conferir se os números batiam com o que foi dito em entrevista, e repetido demasiadamente nas redes sociais, mas descobri outra coisa… 
A pesquisa não diz que a mulher na mesma função ganha menos que o homem. 
Pasmem! 
O impressionante não foi tal descoberta, e sim, saber que todos os partidos de esquerda, as feministas, a imprensa e até um programa de TV como o Jornal Nacional, vem repetindo essa ladainha a vida toda! 
E nós? 
Nós ficamos muito tempo calados, obviamente sem argumentos para contestar o absurdo de um ser humano ganhar menos apenas por ser do sexo feminino. 
Mas tudo isso é mentira!
A pesquisa do IBGE mostrou que mesmo trabalhando mais horas, a mulher segue ganhando menos, por exercer cargos de menor relevância, tal como no caso do Bonner e da Renata, onde ambos são apresentadores, porém ele ainda desempenha a função de  editor-chefe. Isso justifica a diferença salarial de 800 mil (Bonner) para 200 mil (Renata)
De acordo com a pesquisa do IBGE:

"Em 2016 as mulheres ainda recebiam o equivalente a 76,5% dos rendimentos dos homens. Uma combinação de fatores pode explicar essa diferença. Por exemplo, apenas 39,1% dos cargos gerenciais eram ocupados por mulheres; essa diferença aumentava com a faixa etária, indo de 43,1% de mulheres em cargos de chefia no grupo até 29 anos de idade até 31,3% 31,8% no grupo de 60 anos ou mais".

Resumindo: mulher ganha menos que o homem, devido os homens exercerem mais os cargos de chefia do que as mulheres. 
Isso mesmo! 
Não é preconceito, não é opressão. Apenas estatística. 
Mas não acaba por aqui... 
Isso pode ser explicado também por outra descoberta do estudo: Mulheres trabalham mais horas que os homens. 
Não você não leu errado. 
Mulheres realmente trabalham mais do que homens, mas não em suas atividades remuneradas. Na verdade, elas têm dupla jornada. Mulheres sempre trabalham fora e em casa. Observem bem: EM CASA
Segundo a pesquisa do IBGE: 

“As mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas.” 

É justamente aqui que a esquerda e muitos movimentos sociais “empenam” as estatísticas para criar a tão propagada falácia de que a mulher ganha menos do que o homem e trabalha mais do que ele. Inescrupulosamente, somam as horas de atividades exercidas em casa às horas da jornada laboral no mercado de trabalho manipulando assim os reais índices. Misturam alhos com bugalhos.  Basta observar bem as últimas palavras da frase acima destacada: "... combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas.” 
Nesse campo mimado entre emprego e família, as mulheres vão se equilibrando numa corda bamba, acabando por se sujeitarem a um emprego mais flexível em relação ao tempo, o que acaba por acarretar um salário menor. É uma equação clara e simples, onde não existe espaço para a incógnita “preconceito”. 
Logo conclui-se que os inflamados discursos sobre desigualdade salarial escondem dados muito relevantes. A mulher não ganha menos que o homem quando desempenha a mesma atividade laboral no mesmo cargo e função, em igual período de horas trabalhadas. Tanto é verdade, que caso isso acontecesse o Ministério Público do Trabalho poderia ser tido como um órgão inoperante e que se quer cumpre a CLT e a Constituição. 
Mas não precisa acreditar em nada disso. Afinal, em tempos de fakenews, temos que “matar a cobra e mostrar o pau” 

Então segue o link da pesquisa do IBGE. 
Mas antes, só mais umas coisinhas: 
Não deixe que os outros pensem por você. 
Não reproduza pacotes fechados. 
Combata a preguiça de pesquisar e/ou ler. 
Só assim você terá sua própria opinião. 

Beijos de Luz 

Agora, vamos ao link...

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/20234-mulher-estuda-mais-trabalha-mais-e-ganha-menos-do-que-o-homem.html

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Crianças na berlinda: Mortalidade infantil cresce no Brasil

A ausência de saneamento é determinante no adoecimento e morte de adultos e, principalmente, crianças. O saneamento básico, que inclui, além do esgotamento sanitário, o conjunto de serviços, infraestruturas e instalações de abastecimento de água, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos e drenagem de água pluviais urbanas, é, portanto, uma condição indispensável à promoção da saúde.
Falta de saneamento básico: um dos principais
motivos da mortalidade infantil
Segundo as Nações Unidas, há no mundo, 22,5 bilhões de pessoas que ainda não contam com instalações sanitárias adequadas. Um bilhão de pessoas não tem banheiro em suas casas. A Organização Mundial de Saúde estima que doenças como diarreias, leptospirose, hepatite A e cólera são responsáveis pela morte de 1,5 milhões de crianças menores de 5 anos. 
Um país que não ampara seus cidadãos nas suas necessidades mais básicas, está fadado ao colapso.
De todas as estatísticas que compõem a imagem de um país e apontam seu lugar no futuro, a mais reveladora é a taxa de mortalidade infantil, algoritmo frio que descreve a tragédia das crianças que morrem antes de completar 1 ano. Quanto mais o ponteiro desse marcador recua, mais significa que um país avançou. Quando ele sobe, porém, expõe o exato oposto: a realidade de uma nação que falhou no dever mais básico, o de garantir o direito à vida, e que está andando para trás. O Brasil, lamentavelmente, passou a se encaixar no segundo caso. A Revista VEJA desta semana traz uma extensa e arrasadora reportagem sobre mais uma triste realidade do nosso país:  A taxa de mortalidade infantil, que só caía desde que começou a ser medida ano a ano, em 1990, mudou de direção no cálculo mais recente, de 2016: subiu 5% — de 13,3 para 14 em cada 1000 nascidos vivos. 
Parece pouco. Mas esse "pulinho" do índice, combinado com a estagnação prevalente nos últimos anos, acende um alarmante sinal vermelho na acidentada trajetória brasileira rumo ao mundo desenvolvido. Não podemos deixar de correlacionar este catastrófico crescimento à situação de instabilidade econômica, gerada pela alarmante onda de corrupção que assolou o país nos últimos anos. Trocando em miúdos; a culpa é sim do governo! Não apenas deste que está aí, mas, também de seus  antecessores. A ocorrência de baques econômicos em um país desenvolvido não influi em sua taxa de mortalidade infantil porque o sistema de saúde funciona bem e não se desfaz com um sopro. Já em países como o Brasil, com um SUS precário e agonizante, qualquer vento adverso transforma dificuldade em tragédia. Pesquisa do Datafolha mostra que 55% dos brasileiros consideram o sistema ruim ou péssimo e sete em cada dez relataram dificuldade em marcar consulta com especialistas. Com recursos mutilados, a saúde pública perdeu 24 mil leitos de internação entre 2010 e 2015 (durante os governos Lula e Dilma).
Ilhéus: segunda cidade com maior índice de
mortalidade infantil do Brasil, perde apenas para
Aquiraz, no Ceará
Nesse caldeirão de mortalidade, não podemos deixar de citar o triste caso de Ilhéus - Bahia.
Detentora do segundo pior índice de mortalidade infantil do país — 24,25 por 1 000 nascidos —,  a cidade possui, na periferia, condomínios populares lotados, casas de madeira sem ventilação nem higiene e crianças brincando na rua em meio ao lixo. Exatamente as condições propicias, como citamos no começo deste artigo, para o crescimento de um índice tão triste.
Mas a coisa não para por aí. A situação em Ilhéus ainda é bem pior. A única maternidade - Santa Helena -  não tem UTI neonatal. Isso por si só já seria chocante. Porém o circo de horrores continua. As gestantes do município só dispõem de 35 vagas, número resultante da redução de leitos. Em 2012 eram 42. O dado gritante é que, embora no mesmo período a média de partos mensais tenha passado de 280 para 350, a cidade ainda sofreu a perda de leitos. O mais irônico no caso de Ilhéus é que o prefeito da cidade é médico. Triste!
Voltando à reportagem da VEJA, é impossível não se emocionar ao lermos a declaração do coveiro Carlos Novais que ao apontar para um pedaço de terra entre os túmulos e a estrada, diz: “É aqui que a gente arruma um lugar para as crianças, porque não tem mais espaço no cemitério, não”.
E daí em diante, o retrato sobre a situação das crianças em Ilhéus fica ainda mais alarmante.
Como não há período integral nas escolas da cidade, as crianças só têm acesso a um lanche irrisório (biscoito e suco na maioria das vezes) no meio da manhã. Entra em cena outro fator preponderante no avanço do crescimento da mortalidade infantil: a desnutrição. A taxa de desnutrição crônica no Brasil no ano passado, segundo a Fundação Abrinq, foi de 13,1% entre crianças de até 5 anos, um aumento em relação aos 12,6% de 2016. Desnutrição e mortalidade infantil andam de mãos dadas, porque a criança malnutrida é mais vulnerável a doenças. E não e só isso: Adultos desnutridos também afetam o desenvolvimento dos filhos. A má nutrição da mãe pode resultar em crianças menos saudáveis pela vida inteira. 
Ilhéus, a terra da Gabriela,  só perde por pouco, para o município de  Aquiraz, no Ceará. Lá a mortalidade infantil atingiu a cifra de 24,90 mortes para cada mil crianças nascidas vivas.
Iniciativas do governo para frear a mortalidade na infância estão desmoronando junto com o SUS. O Programa Saúde da Família, que faz atendimento de base, perdeu 1,5 bilhão de reais entre 2015 e 2016. A verba do Rede Cegonha, que orienta mulheres durante a gestação, encolheu 18%. Isso para não falar em outros programas cortados.
Diante de um retrato tão caótico, como os governantes podem encher a boa e profetizar que as crianças são o nosso futuro, quando eles não cuidam nem delas no nosso presente?
Como podem dizer que estão investindo no futuro do país quando não são sequer capazes de exercer com competência suas funções administrativas, garantindo o mínimo de condições dignas de vida para os cidadãos? 
Qual futuro os governantes afirmam
garantir para nossas crianças?
Governantes dizem que esgoto é obra que não se vê e não dá votos. Brincam com coisa séria, porque a autoridade, assim como lideranças empresariais e da sociedade não priorizam a questão, são corresponsáveis pela continuidade desta situação degradante e insalubre. O Brasil se tornou um lugar onde tudo aquilo que é sério e imprescindível deixou de ser prioridade na gestão pública. Afinal, um local onde políticos se importam mais em ser celebridades, há muito que já deixou de ser uma lugar de administração séria. Importante ressaltar que não se pode admitir o uso dessa calamidade como pretexto para obras superfaturadas ou a privatização da oferta de serviços, transformando uma necessidade e direito em mercadoria acessível só a quem pode pagar. Chega de ser lesados e ainda termos que pagar a conta.
Triste pelo Brasil!
Triste por Aquiraz!
Triste por Ilhéus!


Links

Link para reportagem da revista VEJA
https://veja.abril.com.br/revista-veja/alerta-vermelho/


Link para estatísticas do Ministério da Saúde
http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205&id=6936&VObj=http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinasc/cnv/nv


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Vivemos tempos infelizes...

Hoje disponibilizamos aqui uma excelente reflexão sobre alguns dos absurdos dos tempos modernos...
Com a palavra Luiz Felipe Pondé


Três relatos ridículos


'Coletivos' vigiam em festas o comportamento dos meninos que gostam de meninas

Então, ela me diz, com voz abafada: "As festas na escola viraram um inferno para as meninas, como eu, que gostam de meninos". Eis o primeiro relato ridículo.
A escola pode ser tanto uma instituição de nível médio como superior. O tipo de inferno descrito é o mesmo. Descrever-se como pertencente a um grupo definido como "meninas que gostam de meninos" soa um tanto estranho para quem não convive com os jovens de hoje, esmagados entre todo tipo de modinha identitária que quer, a todo custo, dizer que "meninas que gostam de meninos" não são maioria.
Minha fonte (são muitas, na verdade) tem medo de ser identificada na escola como sendo aquela que denunciou o inferno em que se transformaram as festas. Que inferno é esse, afinal?
Um nova prática ocorre nessas festas. "Coletivos" vigiam o comportamento dos meninos que gostam de meninas.
Esses coletivos pretendem garantir que não haverá assédio. O clero medieval mais tarado não teria uma ideia tão diabólica em suas condenações ao pecado da carne. Como se vigia isso numa festa? Você fica olhando de perto os casais héteros possíveis? Você exigirá ouvir as conversas deles? Obrigará aos meninos fazer uma confissão de "intenção culposa" a priori?
Ou os beijos seriam supervisionados? Como passar as mãos, de forma privada, nos seios das meninas que gostam de meninos? Tanto os meninos quantos as meninas precisam ser detalhadamente escrutinados em seus comportamentos se quisermos ter certeza de que o "amasso" é politicamente correto. O velho ódio ao sexo está por detrás desses "coletivos".
Haverá, como havia na Cuba revolucionária, "métodos de analise de comportamento", nesse caso, para identificar como um menino que gosta de meninas paquera ou assedia? Na Cuba revolucionária, tais "métodos de análise de comportamento" eram dedicados a identificar o que os marxistas de raiz chamavam de "degeneração burguesa", a saber, o homossexualismo (termo fora de uso hoje).
Os meninos, então, tornam-se tímidos, temerosos de estarem cometendo algum "delito de comportamento" e, por consequência, afastam-se das meninas que gostam deles, inclusive, por temerem que, em algum momento, serão objeto de denúncia. Todo mundo que não é mentiroso sabe que a "caça às bruxas" em matéria de comportamento moral sempre deságua em taras inquisitoriais. Tais "coletivos", na verdade, nada mais são do que espíritos fascistas, com pautas novas de violência.
Um amigo europeu me conta, assustado, que lá, no continente perfeito, um movimento cresce, chamado "igualdade na aviação". Eis o segundo relato ridículo. E o que é essa "igualdade na aviação"?
Trata-se da pressão para acabar com a classe executiva e distribuir o espaço dentro do avião de forma igualitária. Risadas? Alguns milímetros a mais. E o mundo se dobraria à inveja, ao ressentimento e à raiva. Nunca mais uma pessoa teria o direito de trabalhar mais e pagar uma classe executiva para seduzir ainda mais sua namorada apaixonada.
Nunca mais, depois de anos de trabalho, alguém poderia pagar no cartão em cinco vezes sua viagem dos sonhos até o Japão de classe executiva, aos 70 anos.
Uma amiga, também da Europa, indignada, me conta que há um novo ativismo radical na França. Eis o terceiro relato ridículo. Não se trata de fundamentalismo islâmico matando ocidentais sujos, mas sim de fundamentalistas veganos ameaçando açougueiros franceses. Risadas?
Frases como "carne é assassinato" e "basta de especismo" são pintadas nas vitrines dos açougues. A raiz conceitual é o trabalho do filósofo Peter Singer. Segundo este utilitarista, animais são seres sencientes: podem não ter consciência da dor como nós, mas têm o bastante em termos de sensibilidade, logo, não podemos pensar neles como "comida", como se fossem objetos.
A analogia é com o racismo, que entendia que negros eram inferiores e, por isso, eram "feitos" para a escravidão. "Especismo" é achar que os animais seriam inferiores e, por isso mesmo, podem ser comidos.
A analogia é linda, mas a ideia é típica de quem fica muito tempo no escritório delirando. A natureza se devora. Alimentar crianças só com rúcula é coisa de torturador infantil. Modinha de riquinho entediado.
É tudo pecado para esses ridículos. Assim como nos outros relatos ridículos, o mundo avança, de novo, para viver sob o controle da mente inquisitorial que odeia tudo que não cabe na cabecinha e na vidinha dela.
Mundo feio este. Sem sexo, sem conforto e sem gosto.

Luiz Felipe Pondé

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Um tour pelo X Festival Internacional do Chocolate e cacau



Fizemos um tour pelo X Festival Internacional do Chocolate e Cacau, em Ilhéus.
O resultado tá aqui:
Uma listinha do que você não pode deixar de provar e visitar.

Vamos começar com a dica para quem ama chocolate ao leite. 



A Choc – Chocolates Finos desenvolveu uma receita fantástica de chocolate ao leite de coco! Isso mesmo! Uniu dois sabores muito peculiares, num produto mágico!




Para quem nunca experimentou ou não conhece os chocolates feitos com cacau da Amazônia vale muito degustar os da Luisa Abram. A fábrica oferece uma linha de barras confeccionadas com variedades de algumas comunidades da Amazônia Brasileira. Vale muito provar o Chocolate 70% cacau do Rio Jari e o 81% do Rio Purus.




Para quem curte um chocolate mais forte e com uma pegada de café, a dica é o chocolate com café, latitude 3 da Chapada, e cardamomo da Polycarpo Chocolate Tree to Bar. O aroma intenso e a refrescância do sabor são incomparáveis.



O sabor mais inusitado fica por conta do Bombom de Chocolate com Lavanda, da Cacau do Céu – Chocolates Finos. Uma explosão de sensações gustativas.




Outra agradável surpresa é o Chocolate com flor de sal da LA Barr Chocolate de Origem. Não deixe de  degustar.




Para quem gosta de chocolate adocicado, porém sem açúcar, a dica são os chocolates da Vitao.




Outra deliciosa surpresa são as garrafinhas de chocolate quente da Amado Cacau. Super práticas, basta adicionar água quente e tá pronto o chocolate!


A professora Edmiria, os Alunos do IF Baiano
e nossa equipe de reportagem

Quem visita o evento também não pode deixar de visitar o stand do IF Baiano (antiga EMARC). Simpáticos alunos e professores oferecem aos visitantes explicações sobre os cursos e produtos fabricados pelo instituto. É obrigatório provar o queijo, o chocolate e o doce de leite cremoso! São divinos!


Hudson Cristiano, aluno do
Ceep do Chocolate Nelson Schaun

Outra instituição de ensino que marcou presença no festival foi Ceep do Chocolate Nelson Schaun. Nesse stand alunos oferecem aos visitantes os chocolates fabricados no próprio CEEP. Destaque Imperdível são as trufas com nibs e as frutas com calda de chocolate.

Se você ainda não foi no Festival do Chocolate, ainda dá tempo!
Corre!



Barbara Bastos, Editora-chefe do Ideias Barbara´s, com a empresária e chocolatier Taty Bomfim, da Polycarpo Chocolate Tree to Bar

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